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7 heróis e vilões da Rio 2016 que viraram argila

Kristina Haddad
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Kristina Haddad
7 heróis e vilões da Rio 2016 que viraram argila

Mais de 10 mil atletas e dirigentes passaram pelo Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos. Alguns estabeleceram marcas impressionantes. Outros, nem tanto. Houve atuações espetaculares, mas também houve quem foi à cidade, mas não pôde competir. O escultor londrino Wilfrid Wood registrou, em argila, alguns dos heróis e vilões dos Jogos Rio 2016.

1. Usain Bolt 

7 heróis e vilões da Rio 2016 que viraram argila

O velocista jamaicano é, desde Pequim 2008, o homem mais rápido do planeta. No Rio, essa tradição foi mantida. Bolt não quebrou recordes, mas se tornou o primeiro a vencer nos 100m, 200m e 4x100m em três Olimpíadas consecutivas. Com 30 anos de idade, acumula nove medalhas de ouro.

2. Thomaz Bach 

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O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) esteve no Rio de Janeiro, viu de perto os problemas da cidade e disse que seu órgão não se arrependeu de levar os Jogos Olímpicos até a cidade. Bach só não foi tão ativo na polêmica questão que envolveu o doping sistemático na Rússia. O COI fugiu da raia e determinou que cada federação internacional decidiria se atletas russos poderiam competir na Rio 2016.

3. Mo Farah 

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O fundista britânico completou o chamado “double double” no Rio de Janeiro, ou seja, venceu os 5.000m e 10.000m em duas edições seguidas dos Jogos Olímpicos. E fez isso com direito a drama nos 5.000m. Tropeçou durante a disputa, mas se recuperou e levou o ouro.

4. Michael Phelps 

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Visto por muitos como o maior atleta olímpico da história, o nadador americano somou seis medalhas no Rio: cinco ouros e uma prata. No total, tem 28 medalhas olímpicas na carreira. E encerrou a carreira rumo a uma merecidíssima aposentadoria.

5. Yelena Isinbayeva 

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A recordista mundial do salto com vara não pôde competir no Rio de Janeiro porque o atletismo russo foi banido dos Jogos Olímpicos. Mesmo assim, a saltadora viajou até o Brasil, torceu por compatriotas e, de quebra, foi eleita para o Conselho de Atletas do COI - um tapa na cara do órgão internacional.

6. Kohei Uchimura 

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O ginasta japonês conquistou dois ouros. Um por equipes e outro no geral individual. Só que além das sete medalhas olímpicas, Uchimura voltou para cara com uma conta telefônica de cerca de R$ 15 mil porque ficou jogando Pokemon Go! no Brasil.

7. Dooa Elghobashy 

7 heróis e vilões da Rio 2016 que viraram argila

A egípcia e sua parceira Nada Meawad representaram o país no vôlei de praia feminino. A dupla, primeira do Egito na história da modalidade nos Jogos Olímpicos, competiu de mangas compridas e hijab - um contraste enorme aos uniformes minúsculos de suas adversárias.