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As 4 espiãs mais famosas da história

Kristina Haddad
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Kristina Haddad

Hoje em dia, o preconceito quase acabou. Todo mundo já sabe que homens e mulheres podem exercer qualquer função com a mesma competência. Infelizmente, nem sempre foi assim. Por muito tempo, acreditou-se que mulheres não tinham a mesma capacidade que os homens. A não ser na espionagem.

Pois é. Em tempos de guerra (fria ou de fato), obter informação sobre o inimigo era valioso, e o sexo feminino era essencial nessa função. Quatro nomes que ficaram para a história ajudaram a abrir caminho para mulheres em todo mundo. Quer saber quem foram elas? É só rolar a página…

1. Mata Hari 

As 4 espiãs mais famosas da história

É provavelmente a espiã mais conhecida da história, sendo citada em centenas de livros, filmes e games. Hoje em dia, o personagem de Mata Hari, interpretado por Greta Garbo no cinema, é um ícone da história da sétima arte. Diz a lenda que no dia que Mata Hari foi fuzilada, ela jogou um beijo no ar. Há quem siga que foi para seus assassinos. Outros dizem que foi para seu advogado e último amante, presente durante a execução.

A história mais difundida diz que Hari era uma espiã alemã, mas ninguém sabe nem como nem quando ela teria sido recrutada pelo país. Sob o codinome H-21, ela obteve muitas informações para Berlim. Em 1916, a inteligência francesa capturou a espiã e a convenceu a realizar uma missão na Espanha. No entanto, Hari seguiu trabalhando para a Alemanha e por isso foi condenada ao fuzilamento.

2. Nadezhda Plevitskaya 

As 4 espiãs mais famosas da história

Plevitskaya era uma cantora de Kursk que foi levada a São Petersburgo por um cantor de ópera. Nos anos 30, se mudou para Paris e foi recrutada pelo Diretório Político Unificado do Estado Soviético (OGPU). Enquanto cantava por toda Europa, ela e seu marido colhiam informações nos círculos re russos morando no estrangeiro.

Plevitskaya e seu marido foram descobertos em 1937 pela União Militar Russa, uma organização de emigrantes. Ela foi condenada a 20 anos de prisão e morreu sem voltar à liberdade.

3. Mochizuki Chiyome 

A precursora: mais conhecida como Lady Chiyome, Mochizuki treinava mulheres para serem espiãs no Japão do século XVI. Começou em 1561, depois da morte de seu marido samurai. Então fundou um orfanato para ajudar meninas órfãs. Lá, as meninas ganhavam educação básica, mas também eram treinadas para realizar tarefas de espionagem e aprendiam diferentes métodos para obter informação.

4. Josephine Baker 

As 4 espiãs mais famosas da história

Mais uma bailarina que dedicou a vida à espionagem. A americana virou celebridade como artista na França e, na época da II Guerra Mundial, começou a trabalhar para a inteligência francesa. Com seu charme, extraía informação de militares alemães, japoneses e italianos que haviam invadido a França. Ela fazia relatos com tinta invisível que eram levados a seus superiores.