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As 5 campanhas publicitárias mais desastrosas de 2017

Yazar
As 5 campanhas publicitárias mais desastrosas de 2017

Na maioria das vezes, as marcas fazem tudo certo: pesquisa de mercado, teste de campo, consultoria, agência de publicidade gigante.. e tudo funciona lindamente. Só que de vez em quando, acontece tudo ao contrário e todo aquele dinheirão vai pelo ralo em uma campanha que enfurece o público e mancha a imagem da marca. Em 2017, esses foram os piores:

5. Netflix

No fim do ano, a Netflix decidiu usar dados coletados dos usuários para fazer uma campanha, digamos, engraçadinha. O tweet acima, bom exemplo disso, diz: “Às 53 pessoas que viram A Christmas Prince todos os dias nos últimos 18 dias: Quem magoou vocês?” Era para ser divertido, mas soou stalker.

4. Nivea

As 5 campanhas publicitárias mais desastrosas de 2017

“Branqueza é pureza.” Não precisa ir muito mais longe para entender que estava tudo errado, né? Era para ser uma campanha no Oriente Médio para um desodorante que não mancha suas roupas, mas aparentemente ninguém pensou no tom racista que o slogan dava. Incrível... 

3. Dove

Era um comercial de três segundos onde uma mulher negra tirava a blusa e se mostrava uma mulher branca por baixo. Como se para ser atraente uma negra precisasse clarear a pele. Difícil entender como em uma empresa grande, dessas com 200 reuniões para aprovar uma campanha, ninguém pensou no tom racista da coisa…

2. Pepsi

A ideia da Pepsi era passar uma imagem de paz e mostrar que o sabor une as pessoas, mas o comercial que mostra Kendall Jenner entregando uma latinha a um policial foi visto como oportunista, já que foi ao ar justamente numa época de tensão racial nos EUA. Foi como se a Pepsi estivesse diminuindo a importância da questão e aproveitando para fazer dinheiro.

1. adidas

As 5 campanhas publicitárias mais desastrosas de 2017

Nunca uma empresa mandou um email de tão mau gosto. A adidas achou que seria bacana escrever para os corredores dando os parabéns por eles terem terminado a Maratona de Boston. Até aí, tudo bem. O problema é que o email dizia “Parabéns, você sobreviveu à Maratona de Boston.” Considerando que a prova foi alvo de um atentado terrorista em 2013, foi uma gafe gigante. A adidas mandou um segundo email, pedindo desculpas, mas o estrago já estava feito.