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Conheça o 'systema', a arte marcial russa que vem ganhando a América Latina

O nome oficial é System ROSS, que em russo significa Sistema Nativo Russo de Autodefesa. Na prática, entre os adeptos, essa arte marcial virou “systema”. Criada na União Soviética, ela foi levada para a Argentina no ano 2000 e vem, aos poucos, ganhando a América Latina.

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Conheça o 'systema', a arte marcial russa que vem ganhando a América Latina

Mas o que o systema tem de tão diferente assim? Segundo Dmitry Mamedov, um dos instrutores, a arte russa é uma combinação de técnica, conhecimento e compreensão que pode ser útil na autodefesa, no dia a dia mesmo. O objetivo não é vencer uma competição, mas se conhecer e se superar. 

O systema nasceu na década de 1980, quando o governo soviético deu uma missão a Alexey Kadochnikov, um pesquisador da cidade de Krasnodar. Ele teria que estudar e restaurar as tradições marciais do povo que protege suas fronteiras, suas famílias e sua terra há séculos. E então o systema nasceu e seu conhecimento se espalhou por agentes secretos, pilotos e militares. Na época, falava-se da arte marcial como uma arma invisível.

Conheça o 'systema', a arte marcial russa que vem ganhando a América Latina

No ano 2000, um soldado das forças especiais da Argentina, foi até a Rússia para treinar e conhecer o método de Kadochnikov. Fabián García, então, voltou para seu país e continuou praticando e, eventualmente, difundindo, o systema.

Só na Argentina, já existem seis escolas de systema em cidades diferentes, cada uma com um número que varia de 30 a 50 alunos. Segundo Mamedov, é um método que se ajusta facilmente às necessidades de cada um, então o mestre acredita que a tendência é uma popularização cada vez maior da arte marcial russa.

'Mega Stalin' e 'KGB': um fim de ano explosivo (e temático!) na Finlândia

A União Soviética, aquela que já foi chamada de Império do Mal pelos Estados Unidos e por quase todo mundo ocidental durante a Guerra Fria, ainda está bastante viva nas mentes de muita gente. É o caso dos sites Rakettikauppa.com, rakettitukku.fi e outros que vendem fogos de artifício na Finlândia.

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'Mega Stalin' e 'KGB': um fim de ano explosivo (e temático!) na Finlândia

Sim, aparentemente a URSS continua sendo um assunto explosivo no país. Inclusive sendo usada para alavancar as vendas de fim de ano na Finlândia. No site rakettitukku.fi, estão à venda produtos como KGB e Czar Vladimir, que têm embalagens vermelhas e letras que lembram o alfabeto cirílico.

Não se sabe exatamente o porquê do sucesso desses produtos com temas soviéticos. Talvez seja o fato de que o nome do famoso “coquetel molotov” foi inventado na Finlândia, inspirado no ex-chanceler russo Vyacheslav Molotov. Ora, se algo deu tão certo assim, deve valer a pena repetir até o fim dos tempos, certo? Bom, algumas pessoas na Finlândia devem pensar assim.

'Mega Stalin' e 'KGB': um fim de ano explosivo (e temático!) na Finlândia

 O coquetel molotov, aliás, foi muito usado durante a Guerra de Inverno, de 1939-40, quando a Rússia avançou sobre território finlandês durante a Segunda Guerra Mundial. Talvez seja por isso que existem fogos de artifício com o nome “Devolvam a Carélia já”, numa referência à região tomada pelos soviéticos…

'Mega Stalin' e 'KGB': um fim de ano explosivo (e temático!) na Finlândia
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PrincessButtercup
Equipe Storia Brasil