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As mentiras que as pessoas contam para matar o trabalho

PrincessButtercup
há um ano47 visualizações

Saiba quais são as melhores desculpas, segundo os próprios chefes, para ligar e dizer que não poderá ir ao escritório.

As mentiras que as pessoas contam para matar o trabalho
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Nos meus primeiros tempos de redação de jornal, o chefe de reportagem desligou o telefone contrariado, virou-se para esta foca que vos escreve e disse: "jamais minta para matar o trabalho. Prefiro que me diga que não vem trabalhar porque está num motel do que me diga que está passando mal e chegar aqui no dia seguinte com bronzeado de praia". Lição que nunca esqueci.

Tudo bem que nunca matei trabalho para fazer estripulias, mas confesso: já deixei de ir porque senão iria enlouquecer de tanto estresse. Adianto que, ao longo de 15 anos de vida profissional, isso foi uma completa raridade. Bem, talvez seja por isso que eu tenha tirado um ano sabático só para fazer mestrado.

Segundo um levantamento da seguradora britânica, AXA PPP Healthcare, realizado com mil funcionários e executivos sobre as próprias atitudes em relação à licença médica dos trabalhadores, a desculpa mais aceitável para faltar o trabalho são as doenças contagiosas. Faz sentido. 

Funcionários que sofrem de enxaqueca podem querer pensar em uma desculpa melhor quando telefonarem para o trabalho para faltar, porque apenas um em cada cinco chefes consideram a dor de cabeça algo grave o suficiente para justificar um dia de folga. Ah! Se eles soubessem o que é uma crise de enxaqueca...

Só para se ter uma ideia: dor nas costas, ferimentos causados por acidente e até mesmo cirurgias eletivas, como uma operação de catarata não despertam nenhuma simpatia de gestores. Na verdade, só apenas 37% deles acham que a falta pode ser justificável por essas questões.

A pesquisa descobriu que a gripe é a doença mais aceitável para o pessoal ficar em casa para 42% dos chefes. Entram aí: gripe, as pragas transmitidas pelo Aedes Aegypti, conjuntivite... Só coisa ruim. E, mesmo assim, um atestado médico é sempre bem-vindo.

As mentiras que as pessoas contam para matar o trabalho

Perturbações psíquicas como estresse, depressão e ansiedade, embora seja uma escolha de desculpa comum para os funcionários britânicos, não são nem um pouco bem vistos. Gente, a galera confessou ser seis vezes mais propensa a mentir indicando uma dessas questões mentais e emocionais.

Quando questionados para explicar por que eles mentiam para os gestores, 23% disseram que preferiam manter seus problemas de saúde como um assunto muito particular. Outros 23% admitiram que tinham medo de serem julgados, 15% disseram que eles estavam preocupados em serem profissionalmente desqualificados, 7% disseram que estavam com medo da reação do superior e apenas 3% confessaram que se sentiriam envergonhados de revelar a verdadeira razão.

Oi?

Imagina a pessoa ligar para o chefe aqui no Brasil e dizer que não vai trabalhar? Olha... deve ter. A pesquisa do CareerBuilder, feita nos Estados Unidos, indicou os motivos mais estapafúrdios que os funcionários deram aos chefes:

1) Funcionário disse que sua avó o envenenou com presunto;

2) Funcionário alegou que ficou preso embaixo da cama;

3) Funcionário disse que quebrou o braço quando foi tentar pegar um sanduíche que ia cair no chão;

4) Funcionário disse que o universo estava dizendo que ele precisava tirar um dia de folga;

5) A esposa do funcionário descobriu que estava sendo traída e ele teve que passar o dia recuperando suas coisas do lixo;

6) Funcionário enfiou o dedo no olho enquanto penteava o cabelo;

7) Funcionário disse que sua esposa colocou toda sua roupa íntima na máquina de lavar;

8) Funcionário falou que a refeição que ele comeu no próprio departamento não caiu bem;

9) Funcionário resolveu ir para à praia porque o médico disse que ele precisava de mais vitamina D;

10) Funcionário disse que seu gato ficou preso no interior do painel do carro.

A conclusão da pesquisa foi uma dica aos gestores: mostrar simpatia e flexibilidade quando os funcionários estão sentindo algum mal-estar é fundamental para a manutenção de uma força de trabalho saudável e comprometida, que a longo prazo cria um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Fica a dica!

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Por Pilar Magnavita

#profissional #trampo #trabalho #emprego #mentiras #faltartrabalho #honestidadenotrabalho

Wall Street quer atrair os millennials com Candy Crush

PrincessButtercup
há um ano41 visualizações
Wall Street quer atrair os millennials com Candy Crush
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É difícil ser um millennial. Se tiver entre 18 e 35 anos, então é muito provável que você seja um. Nunca ouviu o termo? Talvez tenha ouvido esse aqui: “Geração Y”.

Agora você me entende quando digo que é difícil fazer parte dessa geração. Nós, os jovens adultos de hoje, não estamos fazendo lá tanto dinheiro como nossos pais quando tinham nossa idade. E isso é um fenômeno mundial. Tudo bem que os brasileiros tiveram seus momentos difíceis lá nos idos dos anos 80 até meados de 90, quando todos os dólares do mundo estavam repatriados para os Estados Unidos e deixando as contas difíceis aqui para nosso paiszinho manter câmbio e os negócios internacionais diante desse cenário. Mas o fato é que nossos pais e mães prosperaram. E, depois de o mundo experimentar um crescimento vertiginoso em todos os continentes, a nossa geração parece ter tropeçado em tanta expectativa de ir longe. Parece que nos assustamos com o que vimos e nos recolhemos dentro de nós, como quem diz: “não vou passar perrengue: prefiro ser feliz”.

Esses desafios têm contribuído para uma estatística surpreendente: millennials são mais propensos a viverem com os pais do que com um cônjuge ou parceiro. Isso torna a própria economia mais difícil. A grana não circula no sistema. Mas quando se está subempregado e lutando para pagar o aluguel, não há como! E a gente prefere manter o que se tem do que arriscar a viver em condições bem difíceis.

Wall Street quer atrair os millennials com Candy Crush

Nos Estados Unidos, isso é um fenômeno. E Wall Street está agora prestando atenção nisso.

É para essas situações que a estratégia do microinvestimento serve e tem se mostrado uma saída interessante para os jovens. Ao guardar pequenas quantidades a cada dia, digamos, US$ 1 a US$ 5, jovens profissionais podem, pelo menos, iniciar a construção de uma conta de investimento e conseguir construir um futuro independente dos pais.

Millennials são a maior geração da história dos Estados Unidos, com cerca de 92 milhões de pessoas. E eles são o primeiro grupo a entrar na arena da Bolsa de Valores pelo microinvestimento. Na verdade, de acordo com a Bloomberg, 40% dos Millennials nos EUA possuem fundos chamados ETFs, que são aplicações em fundos de baixo custo e imposto, que segue os maiores índices da Bolsa. Um fundo desse pode ser composto de várias ações e commodities, o que dá liberdade ao gestor do fundo de manejar o risco.

Ou seja: na falta de gente com grana, a Bolsa de Valores americana resolveu inventar produtos para que a galera mais ferrada e mal paga pudesse entrar, com uma promessa de bom futuro e carreira.

Como atrair essa galera? Com Candy Crush. Sim, é sério!

É que millennials nunca têm dinheiro, mas torra o que tem em apps! Então.... se a galera pudesse investir algo tipo US$ 0,99 cada vez que comprar um aplicativo ou Candy Crush no telefone?

Entendeu?

Assim, Wall Street estuda criar esse vínculo com a tecnologia para fazer essa geração investir em ETFs, enquanto a grana ainda é curta.

Já imaginou?

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Por Pilar Magnavita

#trabalho #trampo #dinheiro #investimento #futuro #futurocomgrana #millennials #faltadegrana

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PrincessButtercup
Equipe Storia Brasil