CURIOSIDADES

7 momentos constrangedores que você encara diariamente no seu email

Sheila Vieira
Yazar
Sheila Vieira
7 momentos constrangedores que você encara diariamente no seu email

Comunicação é a ciência do constrangimento, elevada ao cubo quando o meio utilizado é a internet. Na hora de escrever um email para qualquer pessoa que não seja seus amigos, você gasta mais tempo pensando em quais palavras usar e qual pontuação é mais adequada, para se arrepender de qualquer jeito assim que clica em “enviar”. Estes são os momentos vergonhosos de todo dia no seu email:

Não saber como “cumprimentar” a pessoa.

É sempre a primeira pessoa a iniciar uma conversa que determina o tom dela. É formal? Informal? Meio do caminho? Começo com um “oi”, “olá”, “bom dia”, “e aí” ou com nada mesmo? Não adianta a sua escolha, o destinatário sempre vai responder dando a impressão de que você usou o cumprimento errado.

Escrever aquelas frases padrão robóticas para quem você não conhece.

“Atenciosamente”, “gostaria de saber, se for possível”, “obrigada pelo contato”, “abraço” (ou abs). Se você não coloca, é mal-educado. Mas a sensação de escrever essas frases prontas é tão ruim, que você preferia estar fazendo um telegrama, só para evitá-las.

Mostrar emoções (ou não) através da pontuação.

O ponto de exclamação é muito convidativo e mostra simpatia, mas sempre há a preocupação de exagerar nele e parecer muito desesperado. As reticências também são controversas, já que dão a impressão de que você está pensando em algo que não quer dizer. Ou que está dando em cima da pessoa. Como lidar?

Decidir qual risada utilizar.

Se você manda só um “haha” ou “rs”, a pessoa vai perceber que você não achou nenhuma graça. Então você coloca um “hahahahaha”, claramente mentindo para não destruir a autoestima alheia. Porém, quando algo é realmente muito engraçado, é incontrolável a vontade de mandar um “HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA” e você será julgado por gritar na cara das pessoas.

Quando você prepara basicamente uma carta e a pessoa responde com três palavras.

QUEM NUNCA? Você se dedica meia hora de vida, analisando o uso de cada palavra, fazendo de tudo para que suas intenções sejam devidamente explicadas, e o cidadão responde com um “Ok”, “Depois vejo” ou nem responde mesmo. Isso significa algo: a pessoa se acha superior a você (e provavelmente é).

Quando você precisa trocar emails com seus parentes que não entendem tecnologia.

Eles escrevem como se estivessem falando pessoalmente com você, ou seja, sem dar muito contexto. A pontuação geralmente sofre também. Na hora de mandar um anexo, então, você precisa fazer um tutorial. Depois de uns três emails inúteis, você desiste, pega o telefone e liga para eles mesmo.

Quando uma pessoa responde a um email em grupo depois que a conversa já morreu.

Surge um tópico bacana ou até mesmo urgente entre um grupo de amigos e todo mundo dá o seu pitaco. Três dias depois, o atrasildo decide dar a sua opinião, acreditando que alguém ainda se importa.

Então, diga-me: você gosta de usar email? Ou prefere se comunicar só por Whatsapp ou Facebook?

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