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Em dia de campanha #DoeSangue, gays protestam contra preconceito dos hemocentros

Sheila Vieira
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Sheila Vieira
Em dia de campanha #DoeSangue, gays protestam contra preconceito dos hemocentros

Estamos em junho de 2017 e vivemos em uma socidade que ainda proíbe homens de doarem sangue caso tenham tido relações sexuais com outro homem nos últimos 12 meses. Mesmo se elas tiverem acontecido com um parceiro fixo e de forma segura. Não é à toa que muitos gays estão usando a campanha #DoeSangue do Ministério da Saúde para chamar atenção para o preconceito que ainda sofrem nos hemocentros.

A rejeição de homens gays durante a triagem geralmente é feita de maneira não-explícita, sem muitas explicações. Afinal, se um homem ou mulher heterossexuais disserem que tiveram relações não-casuais (o que quer que isso signifique) nos últimos 12 meses de forma segura, os responsáveis acreditam neles. Já a palavra de um homem gay não tem a mesma "credibilidade" nos hemocentros.

Afinal, todos os héteros são tão cuidadosos e precavidos, não?