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Football Manager radicaliza leis em simulação de Brexit

Tapa Da Pantera
há um ano101 visualizações

Ninguém pensou nisso quando comprou Football Manager (ou FIFA ou PES), mas os programadores da Sega não deram bobeira. Desde a votação do Brexit - a Grã-Bretanha sairá da União Europeia - o tema está no ar. Como as leis de imigração afetarão a Premier League, campeonato mais rico do planeta, que paga fortunas a craques de toda parte do planeta?

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Football Manager radicaliza leis em simulação de Brexit

Bom, o povo da Sega é preocupadíssimo com o realismo do game. Não é por acaso que FM é reverenciado há mais de uma década, quando ainda se chamava Championship Manager (CM). O que eles fizeram, então, para simular o Brexit? Criaram três cenários e colocaram no FM. Em cada carreira, o game escolhe aleatoriamente um desses cenários e o coloca em efeito.

Até aí, tudo bem. O que complica mesmo a vida da galera é que um desses cenários, o “hard Brexit”, é super rígido. Nele, só poderão ficar no campeonato inglês jogadores com histórico de excelência e atuações nas seleções de seus respectivos países. Resumindo: muita gente teria que deixar a Premier League. E aí, meu amigo, o gamer que se vire!

Football Manager radicaliza leis em simulação de Brexit

Com a legislação radical do game, o que acontece é que os jogadores ingleses ficam mais valorizados, já que é mais difícil contratar estrangeiros. Outra consequência é o fortalecimento de clubes de outros países europeus. Sem a grana da PL entrando, clubes de países como Bélgica e Holanda vendem menos e conseguem manter seus times mais fortes por mais tempo. E aí os ingleses perdem pelo menos parte da sua enorme vantagem financeira.

Quer experimentar? Clique o link abaixo e faça o download da versão demo. Se gostar, ele custa 50 doletas. 

7 hábitos peculiares de gamers em todo planeta

Tapa Da Pantera
há um ano57 visualizações

O site IGN, um dos mais conceituados do mundo dos games, tem 14 redações espalhadas pelo mundo e, para marcar a inauguração de seu escritório no Japão, pediu a colaboração de todas equipes regionais para montar uma espécie de censo mundial de gamers. O resultado foi interessante e tirou X conclusões principais.

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1. Jogos de tiro e esportes são populares no mundo todo

Em todos os países em que a IGN está presente, a lista de games favoritos é encabeçada por games de esporte (como FIFA e PES) ou de tiro em primeira pessoa (Call of Duty e Battlefield). A exceção é a série GTA, que não se encaixa em nenhum dos dois gêneros, mas está em todas listas de games mais vendidos.

2. A divisão entre gamers casuais e hardcore é universal

Tem muito gamer hardcore que não gosta de assumir que passa tanto tempo jogando. Para essa galera, jogar em smartphone não é ser gamer - embora os games para plataformas móveis sejam os mais populares no Brasil, por exemplo.

3. VR tem muitos céticos

A realidade virtual (VR) está finalmente virando verdade, mas talvez porque se fale nisso há muito tempo, ainda tem muita gente que não leva fé na coisa. Além disso, em países como Brasil e Austrália, gadgets como o PlayStation VR são caríssimos. Talvez a VR móvel, com adaptadores acessíveis para smartphones, faça a diferença nessa história.

4. Games ainda sofrem preconceito

Em alguns países, a imprensa tem uma visão progressista em relação aos games, mas na maioria ainda há preconceito. Os rótulos são os de sempre. Há quem diga que videogame é coisa de criança e também tem aquele povo que diz que alguns tipos de game deixam crianças violentas. Pode ser que a coisa mude com o crescimento dos eSports, mas o mundo ainda está longe de ver o videogame como um hobby comum como jogar futebol com os amigos ou colecionar qualquer coisa.

5. Gamers são parecidos no mundo todo

Sim, todo país tem números diferentes em relação a faixa etária, gênero e geografia, mas os dois principais tipos de gamers existem em todo planeta. Mais ou menos metade é a galera entre 16 e 30 anos que gasta uma pequena fortuna num Playstation 4 só pra jogar FIFA e PES. A outra metade é a turma que gosta de outros tipos de jogos, mas não conta pra ninguém que é pra não ser rotulado como integrante da primeira metade.

6. Games bombam na Austrália

7 hábitos peculiares de gamers em todo planeta

Um relatório da Digital Australia publicado este ano apontou que 68% da população usa videogames. Além disso, 98% das crianças do país têm videogames. É uma porcentagem gigante!

7. O japonês ama RPGs como ninguém

Nenhum outro país sequer mencionou RPGs como gênero favorito para game. Só que no Japão a história é completamente diferente. 

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil