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Homenagem incomum: Cristiano Ronaldo ganha retrato feito com os seios

Tapa Da Pantera
há 10 meses102 visualizações

Cristiano ganhou a Bola de Ouro, prêmio dado pela revista France Football, como melhor jogador de futebol do planeta em 2016. O atacante português também é favorito para ganhar o prêmio da FIFA. Afinal de contas, ganhou a Champions League, foi campeão da Euro 2016 com a seleção de Portugal e ainda fez três gols na final do Mundial de Clubes da FIFA, na vitória do Real Madrid sobre o Kashima Antlers por 4 a 2.

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Homenagem incomum: Cristiano Ronaldo ganha retrato feito com os seios

A essa altura, com tantos feitos na carreira, Cristiano já ganhou tudo que se pode imaginar, né? Bem… Nem tanto! Recentemente, CR7 foi homenageado com um quadro nada comum. Uma pintura russa produziu um retrato do português desenhado com os seios. Sim, os seios. E ela mostrou no Instagram como ficou.

Irina Romanovskaya é bastante conhecida na Rússia por sua técnica nada ortodoxa. Ela já fez quadros de Vladimir Putin, Barack Obama, Lionel Messi e Leonardo DiCaprio. Todos do mesmo jeito. Dá só uma olhada:

A fama de Romanovskaya e seus quadros é tanta que em 2015 ela levava um retrato para dar de presente no 63º aniversário de Putin, mas o quadro foi roubado no trem que ia de São Petersburgo até Moscou.

4 polêmicas que você não imaginava com a tecnologia no futebol

Tapa Da Pantera
há 10 meses150 visualizações

O povo pede há muito tempo, então a FIFA finalmente resolveu testar o uso de replay no futebol. Para isso, criou a figura do juiz assistente de vídeo - ou video assistant referee (VAR, na sigla em inglês) - e colocou essa turma pra trabalhar no teste que vem sendo realizado no Mundial de Clubes.

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4 polêmicas que você não imaginava com a tecnologia no futebol

A intenção é a mesma do chip dentro da bola: diminuir o número de erros de arbitragem, reduzir a polêmica, evitar injustiças. Só que aí, na primeira participação prática do VAR, surgiu todo tipo de polêmica. E logo numa situação que ninguém estava reclamando. Nem jogador nem técnico nem torcida. Ou seja, foi uma confusão geral.

O fato

Kashima Antlers, do Japão, e Atlético Nacional, da Colômbia, disputavam o primeiro tempo da semifinal do Mundial de Clubes da FIFA quando, de repente, o árbitro principal recebeu um aviso e paralisou o jogo para analisar um lance no monitor na beira do campo. Olhou e decidiu marcar pênalti.

O que aconteceu? No lance anterior, em um cruzamento para a área, um choque entre dois jogadores terminou com um atleta do Kashima derrubado. Pelo menos essa foi a interpretação do juizão. E ninguém tinha visto. Ninguém reclamou. Mas a decisão foi tomada, o Kashima fez o gol, e o replay acabou se tornando o protagonista do jogo. E aí surgiu todo tipo de polêmica

1. Vídeo não garante 100% de acerto

Foi pênalti mesmo? Nas redes sociais, muita gente achou que o lance foi uma trombada normal entre atacante e defensor. Por outro lado, também teve quem achasse pênalti indiscutível. Moral da história? Não é sempre que vai ficar claro no replay se uma falta existiu. Essa polêmica nunca vai acabar.

É por isso, aliás, que a NFL, a liga de futebol americano, não usa replays para determinar faltas em contato físico. Na NFL, o vídeo só é usado para determinar questões objetivas: se a bola tocou no chão, se o jogador pisou na linha, se a bola cruzou a linha e questões desse tipo. No futebol americano, não se julga se um contato foi forte o suficiente para interferir num lance. Lá, eles acreditam que a câmera lenta não ajuda nessas questões.

2. Pode usar replay para marcar impedimento?

Outra polêmica do lance é que o atleta do Kashima que sofreu o pênalti estava impedido no momento do cruzamento. Mas ele participou ativamente da jogada ou não? E o juizão que olhou o replay não viu o impedimento? Resumindo: mais polêmica.

E aqui tem uma questão importante: não é tão fácil assim incorporar o replay nas marcações de impedimento. Primeiro porque em alguns lances nem com o “tira-teima” da TV a posição é clara. Tem hora que é o diretor de transmissão que “decide” o lance quando pausa a jogada. Um frame pra cá, outro pra lá, e esse “impedimento claro” deixa de existir.

Mas não é só isso! E se a FIFA determinasse que pode usar replay pra decidir qualquer lance de impedimento? Qual seria o papel do bandeira em campo? Em lances difíceis, o cidadão não marcaria nada, baseado no raciocínio do “deixa que o replay decide”. Daria uma confusão dos diabos.

Pra evitar isso, a FIFA decidiu, pelo menos nesse período de teste, que o replay só pode ser utilizado para avaliar impedimento se a jogada terminar em gol. Se não for gol (e não foi no caso de Kashima x Atlético), não pode usar o replay pra ver se o cidadão estava impedido. Ou seja, o replay, no fim das contas, viu o pênalti, mas não viu o impedimento. Só fez complicar o negócio.

3. Não pode parar o jogo enquanto os VARs olham o replay?

A situação foi confusa porque o cruzamento aconteceu, ninguém viu o pênalti, e a bola continuou rolando. O jogo continuou como se nada tivesse acontecido enquanto o VAR olhava o replay do lance na sua cabine. Só quando a bola saiu, 45 segundos depois, é que o juiz principal foi avisado de alguma irregularidade. Aí ele já estava do outro lado do gramado. Ele só paralisou o jogo para olhar o monitor uns dois minutos depois. E ninguém entendeu por quê. 

A intenção da FIFA é evitar as paralisações. Afinal de contas, se o juizão de vídeo (VAR) revê o lance e não encontra nada, segue o jogo e fica tudo tranquilo. Maaaaas esse procedimento causou uma confusão e poderia ter gerado uma discussão dos diabos. E se na sequência do cruzamento, o Nacional tivesse armado um contra-ataque e fizesse um gol? Teriam anulado o gol dois minutos depois pra marcar um pênalti na outra área? Imagina a insanidade coletiva se isso acontece!

4. Quem explica o que acontece?

Um dos problemas eternos do futebol é entender as marcações dos árbitros. Sim, eles gesticulam e tem toda aquela sinalização pra cada lance, mas nem sempre fica claro o que ele marcou. Marcou impedimento? Quem estava impedido? Falta em cruzamento na área? Quem fez a falta? Bola na mão? Mão na bola? Às vezes, o cidadão aponta para um lugar onde tem um monte de jogador, e quem está no estádio fica sem entender nada. Até vendo pela TV é duro. Imagina agora com o juiz de vídeo…

Quem parou o jogo? O juiz do gramado ou o do vídeo? E o que ele viu? Que lance vai ser revisto? E depois de ver o replay? O que se viu? O que se deixou de ver? Por que foi pênalti? Por que não? Quase nada fica 100% claro para os torcedores. Por que não mostrar o replay com a decisão nos telões dos estádios? Por que os árbitros não têm microfones para explicar suas decisões? O futebol americano faz isso. O rúgbi também. Ah, mas seria caro demais implantar isso no futebol. Tudo bem, mas não seria o caso de usar essa tecnologia nos eventos mais importantes?

Dito tudo isso, é bom lembrar que o uso do replay está em período de testes. A FIFA vai fazer experiências durante 2016 e 2017 e apresentar os resultados disso no começo de 2018. Só aí é que a entidade máxima do futebol vai decidir como, quando e SE os assistentes de vídeo serão oficializados no futebol. 

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil