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5 livros 'escritos' por astros de Hollywood que floparam lindamente

Tapa Da Pantera
há 8 meses57 visualizações

Não é porque alguém é talentoso em uma área que vai repetir o sucesso em outra. A maioria das pessoas nasce com talento para coisas específicas. Não tem problema nenhum nisso. Só que algumas delas, depois de muito sucesso, resolvem navegar por outras áreas de atividade, na esperança de duplicar todos aqueles feitos. Na maioria dos casos, não dá certo. 

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5 livros 'escritos' por astros de Hollywood que floparam lindamente

Hollywood talvez seja a maior fonte desses exemplos. Tem cantor que ser ator, ator que quer cantar, atleta que quer ser ator e cantor… E ator que quer escrever. Aí a coisa complica. Não é porque ele deu uns pitacos no roteiro que vai conseguir escrever um livro bom - nem com a ajuda de um ghost writer. E alguns exemplos são bastante fortes:

1. Paradise Alley (Sylvester Stallone)

A “Alameda Paraíso” não levou Stallone a lugar algum. Mas tudo bem, a gente entende. Em 1978, Stallone havia acabado de fazer sucesso com Rocky (sim, o primeiro) e decidiu escrever, dirigir e estrelar em um filme chamado Paradise Alley, inexplicavelmente lançado como A Taberna do Inferno no Brasil. O filme flopou, mas o ator decidiu publicar a história como um romance. Flopou de novo.

2. Propeller One-Way Night Coach: A Fable for All Ages (John Travolta)

Se não deu para entender o título, tente entender a orelha do livro: “quando a mãe de um garoto decide tentar a sorte em Hollywood, o garoto de 8 anos que sonhava andar de avião começa sua jornada com conexões, comida de avião e um tempo passado na primeira classe.” Hum. Travolta não só escreveu, mas também ilustrou o livro. O problema é que ele não tinha grande talento para nenhum dos dois.

3. TekWar (Wiliam Shatner)

O Capitão Kirk decidiu investir na ficção científica e escreveu a história de um policial que foi congelado por muitos anos e então descongelado para ajudar a encontrar um cientista e sua filha. Só que isso acontece no meio de uma guerra. O livro em si não foi tão ruim, mas só porque foi escrito de verdade por Ron Goulart, o ghost writer. Grave mesmo foi Shatner querer transformá-lo num programa de TV. Conseguiu, mas flopou.

4. Actors Anonymous: A Novel (James Franco)

A ideia de James Franco era falar sobre os bastidores de Hollywood. É uma série de histórias curtas sobre atores em Los Angeles. O problema é que o livro soa pretensioso. E inclui um momento em que uma moça realiza sexo oral em um banheiro público e cospe sêmen em uma privada suja.

5. Star: a Novel (Pamela Anderson)

Não foi lançado no Brasil, mas seria traduzido como “Estrela: Um Romance” ou algo parecido. A voluptuosa estrela de Baywatch (ou S.O.S. Malibu, como queiram) decidiu escrever um romando (meio) fictício sobre a chegada de uma moça (ela mesma, no caso) à fama. A história contém uma passagem em que a “estrela” chega à puberdade e acha que seus seios são um câncer - literalmente. Ela se refere a seus seios como nódulos venenosos. Já viu, né?

7 discursos políticos memoráveis na história do Oscar

Tapa Da Pantera
há 8 meses69 visualizações
7 discursos políticos memoráveis na história do Oscar
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A premiação mais esperada do cinema está chegando. Os Prêmios da Academia, ou simplesmente Oscars, serão revelados e entregues no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles. E, em tempos políticos tão conturbados nos Estados Unidos, é de se esperar que a cerimônia tenha discursos fervorosos sobre o assunto. Se acontecer, não será a primeira vez. O Oscar já foi palco de pronunciamentos memoráveis. Os 7 exemplos abaixo estão aí para comprovar:

1. Leonardo DiCaprio - sobre o aquecimento global

“Fazer O Regresso era tratar da relação do homem com um mundo natural. Um mundo que em 2015 coletivamente sentimos que foi o mais quente registrado na história. Nossa produção precisou ir até ao extremo sul deste planeta só para encontrar neve. A mudança climática é de verdade, está acontecendo neste momento. É a ameaça mais urgente à nossa espécie inteira, e precisamos trabalhar coletivamente e parar de embromar. Precisamos apoiar líderes do mundo todo que não falam em nome dos grandes poluidores, mas que falam por toda nossa humanidade, pela população indígena do mundo inteiro, pelos bilhões e bilhões de desfavorecidos que seriam os mais afetados por isso. Pelos filhos de nossos filho e pelas pessoas cujas vozes foram afogadas pela ganância da política. Agradeço a todos vocês por este incrível prêmio hoje à noite. Não deixemos de valorizar este planeta.”

2. Patricia Arquette - sobre direitos iguais

“A toda mulher que deu à luz, a cada contribuinte e cidadã desta nação, lutamos por direitos iguais de todos os outros. É nossa vez de termos igualdade de salários e, de uma vez por todas, direitos iguais para mulheres nos Estados Unidos da América.”

3. Michael Moore - sobre o exército americano no Oriente Médio

“Vivemos em uma época em que temos um homem nos enviando para a guerra por motivos fictícios. Somos contra esta guerra, Sr. Bush. Que vergonha de você. Que vergonha!”

4. Alejandro Iñárritu - sobre imigração

“Eu tenho muita sorte de poder estar aqui hoje à noite, mas muitos outros não tiveram a mesma sorte. Há uma fala no filme [O Regresso] em que [o personagem] Glass diz para seu filho mestiço que ‘eles não te escutam, eles só veem a cor da sua pele.’ Então que ótima chance para nossa geração para se libertar de todo tipo de preconceito e pensamento tribal de uma vez por todas. Que a cor da pele se torne tão irrelevante quando o comprimento de nossos cabelos.”

5. Sean Penn - sobre direitos de homossexuais

“Acho que é uma bom momento para aqueles que votaram a favor da proibição do casamento entre gays sentarem e refletirem e imaginarem a grande vergonha que vão sentir, e a grande vergonha nos olhos de seus filhos se eles continuarem assim. Precisamos ter direitos iguais para todos.”

6. Common e John Legend - sobre racismo

“Recentemente, John e eu fomos a Selma e tocamos [a canção] ’Glory’ na mesma ponte que o Dr. [Martin Luther] King e as pessoas do movimento pelos direitos civis marcharam 50 anos atrás. Essa ponte foi o ícone de uma nação dividida, mas hoje é um símbolo de mudança. O espírito daquela ponte transcende raça, gênero, religião, orientação sexual e status social. O espírito daquela ponte liga o garoto da zona sul de Chicago, sonhando em tem uma vida melhor, com gente na França lutando pelo seu direito de livre expressão e com pessoas em Hong Kong pedindo democracia. Essa ponte foi construída com esperança, soldada com compaixão e elevada pelo amor a todos seres humanos.”

7. Marlon Brando - sobre maus tratos aos índios americanos

E que lista seria justa sem o “não-discurso” de Marlon Brando? Em vez de subir no palco para receber o Oscar de melhor ator por “O Poderoso Chefão”, Brando enviou em seu lugar Sacheen Littlefeather, presidente do Comitê de Imagem Afirmativa Indígena Americano. Brando tinha mágoa de como índios eram retratados no cinema e na sociedade americana. A mensagem de Sacheen foi simples: o país ainda ignorava os direitos da população indígena.

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil