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Ela comprou um bilhete de loteria pra provar picaretagem e ganhou US$ 1 milhão

Tapa Da Pantera
há um ano29 visualizações
Ela comprou um bilhete de loteria pra provar picaretagem e ganhou US$ 1 milhão
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A americana Glenda, 57 anos, nunca acreditou em loterias. Nunca conheceu alguém que tivesse ganhado um prêmio grande. Por isso, quando seu marido, Buddy, pediu que ela comprasse dois bilhetes no fim de semana, ela respondeu que seria desperdício de dinheiro.

O que ela fez, então? Comprou uma raspadinha de US$ 10 dólares pra esfregar na cara do marido. Mas aí ela chegou em casa, raspou o bilhete e… ganhou um milhão de dólares.

O mais legal de tudo? Os dois ficaram felizes. Buddy porque comemorou a bolada que ganhou, e Glenda porque, apesar de engolir tudo que sempre disse sobre loterias, teve um pinguinho de razão no fim das contas. Depois de debitar os impostos, o prêmio ficou em “apenas” US$ 415 mil.

Com o dinheiro, o casal, que já viveu dias bastante apertados, pretende finalmente comprar uma casa própria. O que sobrar ainda vai dar para financiar a faculdade para as duas netinhas. Ah, e Glenda promete que nunca mais vai comprar um bilhete de loteria. Afinal, quem tem tanta sorte assim duas vezes numa vida?

Você sabe como surgiram as principais superstições?

Tapa Da Pantera
há um ano28 visualizações
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Atire a primeira pedra quem nunca bateu na madeira para afastar o azar! Sim, estou falando com você pessoa estudada, bem analisada e cheia de diplomas. É que na hora dos superstição não há Darwin que nos proteja de nossas próprias crendices.

As convicções são coisas tão fortes que são capazes de nos tirar do nosso estado racional e nos levar a fazer coisas por impulsos emocionais, ainda mais quando são de natureza mística. A gente perde a razão! Usar cueca suja e velha em jogo de decisão ou repetir padrões que a maioria adota em determinadas situações são superstições que a gente tem apego em abandonar.

A coisa é tão forte que você nem imagina de onde e de quando vieram as mais expressivas superstições populares de hoje em dia.

E você adivinharia quais são as sete principais e como começaram a se tornarem crendices?

#1 Quebrar espelho dá sete anos de azar

Entre os antigos gregos, um popular método divinatório consistia em usar uma tigela com água para refletir a imagem da pessoa que queria saber sobre seu destino. Se, durante a consulta, o recipiente caísse e quebrasse, era sinal de que a pessoa morreria ou teria dias nebulosos pela frente. Os romanos adaptaram o oráculo grego e acrescentaram que o infortúnio se prolongaria por sete anos, tempo que duraria cada ciclo da vida. Quando os primeiros espelhos de vidro surgiram, ainda na Idade Média, a superstição passou também a ter função econômica: como eram objetos muito caros, os empregados eram avisados de que quebrá-los dava azar.

#2 Trevo de quatro folhas dá sorte

Acredita-se que os primeiros a usar o trevo-de-quatro-folhas como talismã tenham sido os druidas, antigos sacerdotes celtas, ainda no primeiro milênio a.C.: quem tivesse uma dessas plantinhas conseguiria enxergar demônios na floresta e, assim, escapar deles. O poder do trevo viria de sua raridade na natureza – em geral ele tem apenas três folhas. Além disso, o quatro era tido como um número cabalístico: são quatro as estações do ano, os pontos cardeais, os elementos alquímicos (água, ar, fogo e terra) e as fases da Lua.

#3 Não passar debaixo da escada

Não se sabe bem ao certo. Essa superstição pode ter associação entre o dogma cristão da Santíssima Trindade, que jamais deveria ser violado, e o triângulo formado pela sombra de uma escada encostada numa parede. Passar debaixo da escada seria como profanar o triângulo sagrado, um pecado gravíssimo e de consequências funestas. Outra hipótese é a de que a crença tenha surgido na Europa medieval, por causa dos ataques aos castelos. Como os invasores utilizavam escadas encostadas nos muros para invadir as fortalezas, a principal defesa era derramar óleo fervendo sobre os inimigos. Ou seja, quem estivesse debaixo da escada podia receber um banho fatal.

#4 Difamação e calúnia esquentam as orelhas mesmo à distância

Não se sabe ao certo quando surgiu a crença de que, se alguém estiver falando mal de você, suas orelhas “pegarão fogo”. Mas, ainda em meados do século 1, o historiador romano Plínio, o Velho, tentou achar uma explicação. Para ele, a origem da superstição estaria ligada à ideia, difundida na época, de que no ar existiria uma espécie de “mercúrio universal”, substância que permitiria a transferência de energia entre pessoas. Assim, quando alguém fala de você, mesmo estando a léguas de distância, as palavras acabam chegando a seus ouvidos. Seja como for, caso sinta as orelhas quentes, não custa nada saber qual a receita para contra-atacar o falatório alheio: basta morder de leve o dedo mindinho da mão esquerda para que o fofoqueiro dê uma baita mordida na própria língua!

#5 Gato preto dá azar

Para mim esta é a mais estúpida superstição encontrada no mundo. Por causa dessa crendice besta com base na cor do pele do gato, os bichanos foram brutalmente assassinados e torturados ao longo de séculos. Ainda hoje há ONGs que fazem mutirão para recolher os gatinhos em época de Halloween e Sexta-Feira 13.

Devido aos hábitos notívagos, a independência e dificuldade em obedecer, os gatos, principalmente os negros, eram associados às forças ocultas e ao demônio na Europa medieval: para muitos, os felinos seriam o disfarce usado pelas bruxas em suas andanças noturnas. Os bichanos pretos eram tão malvistos que, no século 15, o papa Inocêncio VIII – pasmem! – os incluiu na lista dos perseguidos pela Inquisição.

Birutices à parte, um estudo realizado no ano 2000 pelo Hospital de Long Island, em Nova York (EUA), revelou que pessoas alérgicas que têm gatos pretos em casa são quatro vezes mais vulneráveis a sintomas do distúrbio do que os que criam felinos de cor clara. Isso porque os bichanos pretos têm na pele maior quantidade de um tipo de proteína que pode agravar as reações alérgicas em humanos sensíveis a isso. Eu, por exemplo, não tenho qualquer restrição.

#6 O pé direito

Começar algo com o pé direito é bom agouro. Isso vem da antiguidade (e bota antiguidade nisso) em que a bipolaridade "o bem e o mal" eram representados em quase tudo na natureza. Para se ter uma ideia de como isso foi levado ao extremo por milênios, as crianças canhotas eram consideradas candidatas do demônio e eram severamente punidas nas escolas religiosas católicas. Na tradição mosaica, a mão esquerda é destinada a fazer coisas sujas enquanto a direita, as limpas. Na verdade, o que Moisés quis com isso era dar algumas noções de higiene, acrescentando as normas de lavar as mãos antes de comer apenas com a mão direita, por exemplo. A moda pegou e se estende até hoje em quase tudo que é bilateral. Levantar da cama com o pé direito, entrar em casa com o pé direito, etc. Isso pode levar a pessoa a se autosugestionar em fazer algo dar muito certo ou muito errado só porque começou com o pé direito.

#7 Bater na madeira

O costume de dar umas pancadinhas na madeira para espantar o azar já existia entre vários povos antigos, como os índios do continente americano. O hábito devia-se à crença de que as árvores eram a morada dos deuses: sempre que alguma culpa os afligia, os homens batiam no tronco para pedir perdão. Outra possível origem para a superstição liga-se aos druidas, os sacerdotes celtas, que davam seus toques-toques nos troncos para afugentar os maus espíritos por crer que as árvores mandavam os demônios de volta às profundezas.

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil