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Esse robô-segurança cometeu suicídio num shopping americano

Tapa Da Pantera
há 3 meses1.6k visualizações

Câmeras de segurança são essenciais no dia de hoje. Se alguém agrediu ou roubou alguém, as imagens vão estar lá para mostrar o que aconteceu. Só que câmeras não impedem nada, né? Há quem acredite que ter seguranças de verdade em locais públicos diminui a chance de algo assim acontecer. É por isso que o Georgetown Waterfront, uma espécie de conglomerado com lojas e escritórios em Washington DC, decidiu investir em um robô-segurança. Só que essa aposta foi por água abaixo. Literalmente.

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Esse robô-segurança cometeu suicídio num shopping americano

O robô-segurança, um modelo Knightscope K5, foi encontrado flutuando na fonte do complexo. “Morto por afogamento”, logo disseram. E como ninguém o empurrou até lá, logo fizeram piada, dizendo que o robô cometeu suicídio. Ou melhor, robocídio. “Ele fazia sua ronda quando de repente sentiu o peso do mundo em seus ombros e foi direto para a fonte”, escreveu debochadamente uma agência de notícias.

As redes sociais não demoraram a vir com piadas próprias: “Tudo bem, robô-segurança. É um trabalho estressante, todos nós passamos por isso.”

“Uau, não acredito que eles batizaram o robô.”

Falando sério, a startup Knightscope divulgou que o incidente está sob investigação. Ninguém mais ficou ferido ou lesionado, e a empresa promete substituir o robô em breve. Por outro lado, não é o primeiro problema envolvendo um K5. Ano passado, um dos robôs acidentalmente atropelou um bebê de 1 ano e 4 meses de idade. 

Essa startup de compartilhamento perdeu 300 mil guarda-chuvas

Tapa Da Pantera
há 3 meses1.4k visualizações

Tem coisa que faz a gente acreditar que o mundo vai melhorar, né? É o tipo de pensamento que a gente tem quando vê uma iniciativa de compartilhamento dando certo. Seja com a população dividindo bicicletas, carros, livros, videogames o que o mais for. Por outro lado, tem aqueles gestos que te deixam pra baixo, achando que a humanidade falhou feio. E foi um caso desses que aconteceu com uma startup chinesa.

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Essa startup de compartilhamento perdeu 300 mil guarda-chuvas

A Sharing E Umbrella começou a funcionar em abril de 2017. A empresa lançou um inovador serviço de compartilhamento de guarda-chuvas. Tudo era muito simples. Por meio de um app, o usuário encontrava os guarda-chuvas mais próximos, pegavam o acessório e pagavam o equivalente a mais ou menos R$ 0,20 a cada meia hora de uso. Sem mistério.

O app, porém, tinha um problema fundamental. O serviço cobrava US$ 2,90 de depósito inicial, mas não previa multa a quem não devolvesse os guarda-chuvas. E o que aconteceu? A startup perdeu TREZENTOS MIL GUARDA-CHUVAS. Não, ninguém devolvia os bichinhos. E antes que você ache 300 mil um número difícil de acreditar, lembre-se que é um serviço NA CHINA.

O curioso é que o fundador da Sharing E Umbrella, Zhao Shuping, nem esquentou a cabeça com isso. Quando procurado pela imprensa local, disse que era ótimo que os usuários levassem os guarda-chuvas para casa. Assim, estariam protegidos da chuva de qualquer modo.

O que você faria depois de perder 300 mil guarda-chuvas? Desistir do negócio? Shuping está longe de pensar em fechar as portas. Em vez disso, vai comprar mais TRINTA MILHÕES de guarda-chuvas e distribuir pelos postos de compartilhamento. A diferença é que a nova leva terá rastreadores GPS. Ou seja, quem afaná-los pode ser surpreendido em casa pela polícia.

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil