Êta mundão doido!
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Pegou Mal! Fábrica de botas faz recall de modelo que deixava suásticas no chão

Tapa Da Pantera
há 9 meses400 visualizações

Às vezes, a ideia é boa, mas o resultado é tão desastroso, mas tão desastroso que não dá nem pra usar a vela máxima “o que vale é a intenção”. Foi o caso de uma fábrica de sapatos americana, que precisou fazer recall de uma série inteira de botas fabricadas.

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Pegou Mal! Fábrica de botas faz recall de modelo que deixava suásticas no chão

A história é a seguinte. A Conal International Trading fabricou um modelo de bota chamado Polar Fox que estava sendo vendido até razoavelmente bem na Amazon. O problema é que ninguém realmente testou o calçado. Ou, se testou, não prestou atenção para as pegadas que ele deixava. E, a cada passo de seus usuários, várias pequenas suásticas (!!!) ficavam mercadas no chão!

Já imaginou? Você fabrica alguma coisa - qualquer coisa mesmo! - e só depois de colocar no mercado percebe que esse produto sai por aí espalhando o símbolo maior de Hitler e do Nazismo? Pois é, foi um fiasco e tanto. Vários veículos de imprensa contaram a história, e a fabricante ficou nas cordas. Fazer o quê?

A solução foi fazer um recall das botas. Pediram de volta de todos compradores, pediram desculpas e disseram publicamente que foi uma falha de design que ninguém previu. De fato, a imagem da sola não parece mostrar suástica alguma, as a pegada… Essa não deu pra apagar!

Homem fica preso no bagageiro do avião, mas sobrevive em voo de 3h

Tapa Da Pantera
há 10 meses374 visualizações

Um avião de carga decolou do aeroporto de Charlotte, no sul dos Estados Unidos, e pousou em Washington DC, capital do país, três horas depois. Até aí, tudo bem. O que só se descobriu depois da chegada a Washington é que durante esse tempo um todo um funcionário que cuida das bagagens ficou preso num compartimento de carga.

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Homem fica preso no bagageiro do avião, mas sobrevive em voo de 3h

Neste momento, você pode estar se perguntando: o que tem de mais ficar preso no compartimento de carga? Não é tão simples assim. Primeiro porque não existe passagem da carga para até onde ficam os passageiros. Segundo porque não existem poltronas ou cintos de segurança. Na decolagem e nas manobras, é preciso se segurar onde der. Mas o pior de tudo, o pior mesmo, é que o avião chegou a uma altitude de 9 mil metros, onde a temperatura fica na casa dos 30 graus ABAIXO DE ZERO. Como alguém sobrevive assim, né?

Pois é, mas o cidadão preso em Charlotte deu sorte. O avião era um Embraer 175. Esse modelo tem dois compartimentos de carga. Um à frente das asas, o outro atrás. Só um deles tem a temperatura controlada para ficar igual à da seção de passageiros. E foi justamente nesse que o funcionário ficou preso. 

A parte intrigante da história é que ninguém sabe como isso tudo aconteceu. O cidadão não deu entrevista (não deixaram); a Mesa Airlines, que operou o voo, se recusou a falar oficialmente; e a FAA, o órgão dos EUA responsável pela aviação civil, ainda está investigando. Só se sabe mesmo que o funcionário, chamado Reginald Gaskin, estava bem e dispensou exames médicos ao deixar o avião. E tudo acabou bem. 

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil