Na vitrola
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Na vitrola
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Na vitrola
ic-spinner
Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

7 fones de ouvido que entraram para a história

Tapa Da Pantera
há 7 meses114 visualizações

Gadgets marcam gerações, não importa em que momento da história. Aquele vídeo de Steve Jobs apresentando o primeiro iPhone, com tantos recursos que são banais hoje, apenas dez anos depois, é icônico. É sempre assim com novidades. Elas marcam pessoas, épocas e modas. Não importa se são carros, TVs, lanchonetes ou fones de ouvido. Sim, fones de ouvido. Eles forma inventados lá atrás, no século XIX, e chegaram ao século XXI ainda como símbolos de evolução tecnológica. Vamos lembrar?

Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸

1. O primeiro (1891)

7 fones de ouvido que entraram para a história

Sim, os primeiros fones de ouvido foram inventados no século XIX, quando Thomas Edison montou uma espécie de estetoscópio com saídas de som em duas extremidades. A primeira patente, no entanto, é essa da imagem, do engenheiro elétrico francês Ernest Jules Pierre Mercadier.

2. Nathaniel Baldwin (1910)

7 fones de ouvido que entraram para a história

Nathaniel Baldwin era um engenheiro elétrico mormon. A história dá a ele o título de inventor do fone de ouvido “moderno” por causa desse modelo, inventado em 1910. A Marinha americana comprou esses fones para seus operadores de rádio.

3. Beyerdynamic DT48 (1937)

7 fones de ouvido que entraram para a história

Esse modelo alemão até se parece com alguns de hoje em dia - aqueles que apostam em visuais diferente e cobram fortunas por isso. A alemã Beyerdynamic ainda fabrica drivers de som bastante usados hoje em dia, e o modelo da foto, o DT48, foi fabricado até 2012 - com versões modernizadas, claro.

4. Koss SP/3 (1958)

7 fones de ouvido que entraram para a história

A americana Koss fez uma parceria com o engenheiro Martin Lange para desenvolver o primeiro fone estéreo, o SP/3.

5. Walkman (1979)

7 fones de ouvido que entraram para a história

Quase todo mundo nascido nas décadas de 1970 e 1980 já teve um fone assim, com uma estrutura frágil de plástico e espumas entre os ouvidos e a saída de som. Foi a maneira encontrada pela Sony de popular o Walkman, seu tocador de cassetes portátil. A saída de 3,5mm ainda é usada até hoje.

6. Bose Quiet Comfort (2000)

7 fones de ouvido que entraram para a história

Aqui há um salto de qualidade gigante. O Dr. Amar Bose, fundador da empresa, desenvolveu uma tecnologia de cancelamento de ruído. Assim, o usuário escuta apenas o que sai dos fones - e não interferências externas, como o barulho dos motores de aviões. O modelo da Bose usa microfones externos para captar os ruídos e cancelá-los. Essa tecnologia foi usada pela Bose já em 1986, para proteger os ouvidos de pilotos, mas só chegou às lojas no ano 2000.

7. Beats by Dr Dre Studio (2008)

7 fones de ouvido que entraram para a história

A qualidade se une ao estilo. O fone, embora muito bom, não tem nada de realmente especial, mas o sucesso de vendas foi estrondoso graças ao visual e à associação com atletas, rappers e todo tipo de celebridade contratada para usá-lo em público. O modelo da Beats é considerado o grande responsável por reaquecer o mercado de fones de ouvido. 

10 músicas que são a essência de Chuck Berry

Tapa Da Pantera
há 7 meses56 visualizações

Chuck Berry morreu em 18 de março de 2017, aos 90 anos, de causas naturais. Mais do que deixar o mundo dos mortais, o guitarrista, cantor e compositor deixou uma discografia imensa, com letras, riffs e arranjos que influenciaram grandes nomes do rock. Músicos famosos se referem a ele como um gigante, o pai de um ritmo. 

Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸
10 músicas que são a essência de Chuck Berry

Se Elvis foi o rei do rock, Chuck Berry foi o padrinho. E quantas músicas fizeram dele um imortal? Com certeza, muito mais do que as X citadas nesta lista. Mas navegar pelos clipes abaixo vai te dar uma ideia exata de quem foi e do tamanho da história do legado de Chuck Berry.

1. Maybellene (1955)

Década de 1950. Foi aqui que nasceu o rock. Há uma apaixonante mistura de blues, country e jazz na guitarra elétrica de Chuck Berry em Maybellene. São só dois minutos, mas dois minutos que desafiam o ouvinte a ficar parado. Não dá.

2. Wee Wee Hours (1955)

Wee Wee Hours é o lado B de Maybellene. É um tributo a uma mulher chamada Margie que ele conheceu e por quem se apaixonou quando adolescente.

3. Roll Over Beethoven (1956)

É um hino da guitarra. Roll Over Beethoven foi gravada, regravada, adaptada, modificada e cover(ada) por todo mundo que entende um pouco de guitarra. “Roll over, Beethoven, and tell Tchaikovsky the news” é aviso: o rock tinha chegado de vez. E foi Chuck Berry quem fez isso acontecer.

4. Brown Eyed Handsome Man (1956)

Brown Eyed Handsome Man foi um latino quase preso por vadiagem. Berry presenciou a cena quando estava em turnê por áreas majoritariamente negras e latinas da Califórnia. O policial prenderia o cidadão latino, mas uma mulher pediu que o oficial deixasse ele em paz. E o latino virou um amante de olhos castanhos.

5. Rock and Roll Music (1957)

É um tributo ao que Chuch Berry mais gostava: rock and roll. Guitarra e piano davam as cartas, mostrando a força do ritmo que ganhava força nos EUA e no mundo. Os Beatles gravaram um cover em 1964, e os Beach Boys fizeram o mesmo em 1976.

6. Johnny B. Goode (1958)

Foi o primeiro rock a fazer sucesso falando sobre rock. E foi inspirada na vida do próprio Chuck Berry, embora isso esteja disfarçado na letra. Johnny, afinal, veio da Louisiana, perto de New Orleans, como diz a letra (Berry é de St. Louis). Talvez seja a música mais famosa desta lista. Não por acaso, foi incluída no filme De Volta Para o Futuro, como exemplo de um ritmo que ainda iria fazer sucesso.

7. Carol (1958)

Chegamos na oitava música da lista, e apenas três anos se passaram. Chuck Berry era o maior hit maker da época. Elvis, afinal, não escreveu os clássicos que deixou na história. Carol é inspirada na filha adolescente de uma mulher com quem Berry esteve envolvido na ápoca.

8. Little Queenie (1959)

A introdução lembra Johnny B. Goode, mas Little Queenie mostra a capacidade de Chuck Berry adaptar uma fórmula de sucesso. É outra música com “go, go” no refrão, mas cantada com uma interpretação completamente diferente.

9. You Never Can Tell (1964)

Se não tivesse ficado famosa na década de 1960, teria ganhado fama mais tarde, quando Tarantino escolheu You Never Can Tell para embalar a icônica dança de John Travolta e Uma Thurman em Pulp Fiction. A música foi escrita na prisão, depois que Berry foi detido por cruzar uma fronteira nos EUA levando uma adolescente de 14 anos sob acusações de ter tido relações sexuais com ela. 

10. Tulane (1970)

Uma de suas últimas grandes obras, Tulane é a história de hippies que tinham uma “loja” especializada no “melhor do mercado”, mas a “loja” é fechada pela polícia e um deles vai parar na cadeia. É uma canção de dois minutos e meio que brinca e mostra um pouco da hipocrisia americana da época.

Você leu a pasta de história
Story cover
escrita por
Writer avatar
TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil