Que bruxaria é essa?!
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Museu na Suécia eterniza #epicfails. Lembre de 5 casos exibidos por lá

Tapa Da Pantera
há 6 meses649 visualizações

No dia 7 de junho, uma exibição em um museu na cidade de Helsinborg, na Suécia, será ÉPICA. Chamada de “Museum of Failure”, algo como “museu de falhas”, a mostra contará com 51 casos de #epicfails, que são aqueles fracassos retumbantes que a gente bem conhece.

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A exibição é cortesia de Samuel West, um colecionador que se rotula como um pesquisador de inovações. Ao longo do tempo, ele registrou invenções e tentativas que podiam dar certo, prometiam muito, mas não deram em nada. Quer ver alguns dos #epicfails que estarão por lá?

1. Coca-Cola BlaK

Museu na Suécia eterniza #epicfails. Lembre de 5 casos exibidos por lá

Uma Coca-Cola com sabor de café foi lançada em 2006, mas durou só até 2008. Os consumidores reclamaram do gosto forte demais de cafeína. A bebida foi lançada na França e, em seguida, nos EUA, no Canadá e no México. Nunca chegou ao Brasil.

2. Nokia N-Gage

Museu na Suécia eterniza #epicfails. Lembre de 5 casos exibidos por lá

A Nokia anunciou o N-Gage como solução definitiva para quem queria uma plataforma móvel de games e um telefone celular. Isso foi em 2003, bem antes de smartphones rodarem games. A ideia era ótima. O problema é que o gadget não fazia bem nenhum dos dois. Era um telefone complicado e nunca teve games de sucesso.

3. Lasanha Colgate

Museu na Suécia eterniza #epicfails. Lembre de 5 casos exibidos por lá

A Colgate - sim, a mesma marca que você conhece de pastas de dente - lançou uma linha de comidas congeladas na década de 1980. A ideia era jantar aquilo e, em seguida, escovar o dente com pasta Colgate. É sério. Precisamos explicar por que não deu certo?

4. Betamax

Museu na Suécia eterniza #epicfails. Lembre de 5 casos exibidos por lá

O formato criado pela Sony para videocassetes (os famosos VCRs) era superior em qualidade e velocidade, mas nunca conseguiu abocanhar uma fatia decente do mercado. O formato VHS, adotado por todas outras grandes empresas de eletrônicos da época, sempre dominou.

5. Apple Newton

Museu na Suécia eterniza #epicfails. Lembre de 5 casos exibidos por lá

Na década de 1990, a Apple tentou fazer o Newton vingar. Ele era um organizador pessoal, uma espécie de agenda digital, em que você podia escrever com uma canetinha especial. Dois problemas foram fatais: a interface para escrever era ruim; e o preço era absurdo - US$ 699. A Apple até conseguiu vender lotes do Newton para hospitais, mas nunca tirou o mercado do Palm Pilot. 

Árbitro de vídeo corrige erro em 40 segundos, e o futebol precisa mais disso

Tapa Da Pantera
há 7 meses419 visualizações

Foi um exemplo majestoso do que a tecnologia pode fazer pelo futebol. França e Espanha disputavam um amistoso em Paris, e os visitantes venciam por 1 a 0. Após um cruzamento da esquerda, Gerard Deulofeu mandou para o fundo da rede do goleiro LLoris: 2 a 0 Espanha, certo? Errado. O bandeirinha marcou impedimento, invalidando o gol visitante.

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Árbitro de vídeo corrige erro em 40 segundos, e o futebol precisa mais disso

Por sorte, o amistoso havia sido incluído na lista de partidas onde está sendo testado o sistema de árbitro de vídeo, que a FIFA está introduzindo lentamente no futebol. O primeiro teste aconteceu na Copa do Mundo de Clubes e não teve tanto sucesso assim. O público não entendeu, e as intervenções tomaram muito tempo, o que deixou a galera confusa.

Em Paris, não. A coisa funcionou. Foram necessários apenas 40 segundos para que o árbitro de vídeo analisasse o lance mais uma vez e comunicasse por rádio ao árbitro principal no gramado: não houve impedimento. Gol legal. Em 40 segundinhos. Olha só.

Assim, a Espanha fez 2 a 0 e deu números finais ao duelo com a França. Era só um amistoso, mas duas seleções tão fortes, poderia muito bem ser um confronto de semifinal de Copa do Mundo. Já pensou o tamanho do problema?

A repercussão não poderia ter sido melhor. Em vez de perder alguns minutos com jogadores cercando e tentando intimidar o árbitro, a partida foi interrompida por apenas 40 segundos - menos tempo do que costuma levar para um jogo ser reiniciado após um gol. E a internet já quer ver essa tecnologia na Copa do Mundo da Rússia, em 2018. 

A questão é: será que a FIFA, que tanto demora para colocar em prática qualquer mudança na regra do futebol, vai levar a novidade para a Rússia? Será?

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil