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Tecnologia pela leitura: argentino cria ‘distribuidor de contos’

Tapa Da Pantera
há um ano20 visualizações

O mundo nunca foi tão tecnológico e, ao mesmo tempo, a vida nunca foi tão corrida para a maioria das pessoas. Falta tempo para o lazer, para a família, para descansar e para a cultura. Ler virou atividade de luxo. Todo mundo quer textos curtos, de fácil acesso, para ler rapidinho no celular, entre uma tarefa e outra nesse dia a dia maluco de todos nós.

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Tecnologia pela leitura: argentino cria ‘distribuidor de contos’

Foi filosofando sobre esse dilema que o escritor argentino Roni Bandini chegou à conclusão de quer seria preciso apelar justamente para a tecnologia para que a literatura seja mais acessível. O “guerreiro eletrônico” de Bandini é um gadget chamado “Expendedor de Literatura”, ou algo como Distribuidor de Literatura em português.

A maquininha funciona de jeito bem simples. Você aperta um botão e recebe uma obra literária impressa na hora como se fosse um recibo de compra no cartão de crédito. A cada aperto do botão, um diferente conto de um escritor argentino é impresso. Por que escritores argentinos? Porque dizem que eles são o principal público da literatura do país. Bandini quer ampliar esse público e levar textos de seus compatriotas a um público novo - e mais jovem.

Bandini ainda não tem planos de comercializar o gadget. Pelo contrário. Todo processo de fabricação está em seu site na internet. Quem quiser pode ir lá e copiar. Qualquer que seja o futuro do aparelho, o criador tem um desejo simples e nobre: ver o Distribuidor de Literatura em metrôs, museus, bibliotecas e livrarias. Quanto mais gente, melhor.

Especialistas respondem: como será o mundo tecnológico em 2045?

Tapa Da Pantera
há um ano15 visualizações
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O mundo vai ser um lugar muito diferente em 2045 e não é preciso ser vidente ou ter bola de cristal para afirmar isso. A gente se baseia nos últimos 100 anos da humanidade e o quanto de coisa que mudou de lá para cá. Os avanços tecnológicos e uma visão de futuro bem definida para onde estamos indo são pilares para que vários especialistas no mundo tenham um boa ideia de como será nossa casinha Terra daqui a 30 anos.

Os peritos que trabalham na agência de pesquisa do Pentágono podem ser as melhores pessoas para a gente tentar vislumbrar nosso futuro. Lançada em 1958, a Agência de Projetos de Defesa de Pesquisa Avançada (Darpa) está por trás de algumas das maiores inovações no serviço militar - muitas dos quais fizeram a passagem para o mercado de tecnologia civil, como o celular, o microondas, a internet e etc.

Então, o que essa galera espera para 2045?

É muito provável que a robótica irá transformar um as indústrias, que os drones irão evoluir mais ainda para o mercado civil talvez até transportando passageiros, e os carros automáticos que dispensam motorista irão fazer o trajeto muito melhor. Mas os cientistas da Darpa têm aspirações ainda maiores. Em uma série de vídeos filmados no ano passado, chamada "Forward to the Future", três pesquisadores relatam o que eles imaginam que será uma realidade em 2045.

Dr. Justin Sanchez, um neurocientista e diretor de Tecnologias Biológicas Gabinete do DARPA, acredita que vai estar em um ponto onde podemos controlar as coisas simplesmente usando nossa mente.

"Imagine um mundo onde você pode apenas usar seus pensamentos para controlar o seu ambiente", indagou Sanchez. "Pense como controlar os diferentes aspectos da sua casa usando apenas seus sinais cerebrais, ou talvez se comunicar com seus amigos e sua família usando apenas a atividade neural do seu cérebro."

De acordo com Sanchez, a entidade está trabalhando atualmente em neurotecnologias que podem permitir que isso aconteça. Já existem alguns exemplos desses tipos de avanços futuristas em ação, como implantes cerebrais que controlam os braços protéticos.

Especialistas respondem: como será o mundo tecnológico em 2045?

Apenas na semana passada, a organização demonstrou esta tecnologia incrível, pela primeira vez e deu um paralítico de volta o sentido do tato - com implantes cerebrais que forneceram a sensação de sentir o toque das coisas.

O futuro tem mais do que apenas implantes cerebrais. Há muitas outras coisas emocionantes para os edifícios e outros objetos que nos rodeiam, diz Stefanie Tompkins, geóloga e diretora do Escritório de Ciências da Defesa da Darpa.

Ela actredita que vai ser capaz de construir coisas que são incrivelmente fortes e resistentes, ao mesmo tempo muito leves também. Pense em um arranha-céu usando materiais que são forte como o aço, mas leve como fibra de carbono. Isso é uma explicação simples para o que Tompkins prevê, que fica um pouco mais complicado quando ela começa a explicar coisas no nível molecular.

Pam Melroy, engenheira aeroespacial, ex-astronauta e vice-diretora do Gabinete de Tecnologias Táticas, prevê que, em 2045, vamos descobrir que temos uma relação muito diferente com as máquinas em torno de nós, simplificando ao máximo a interação com tudo ao nosso redor de forma bastante otimizada. O processo de fazer um livro, por exemplo, será bem mais rápido porque, certamente, dispensará o teclado e adotará, de repente, o ditado.

Melroy prevê, por exemplo, que um pouso de aeronaves no futuro pode ser tão simples que quando o piloto disser, "Preparar para o pouso", toda a aeronave irá se preparar automaticamente para isso. Com apenas três palavrinhas!

Ou talvez, com inteligência artificial, um piloto não vai mesmo ser nem necessário.

"Nosso mundo será cheio de esses tipos de exemplos em que podemos nos comunicar diretamente a nossa intenção e ter resultados muito complexos, trabalhando em conjunto", disse ela.

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil