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Esse é o método mais rápido para gelar cerveja sem gastar dinheiro

Tapa Da Pantera
há 5 meses5.7k visualizações

Existem várias maneiras de gelar uma cerveja rapidinho. A grande maioria delas, no entanto, exige algum acessório mais ou menos caro. Existem dispositivos que deixam latinhas rodando, existem espetos gelados, existem congeladores super rápidos, etc. Mas existe um método praticamente grátis que é tão eficiente quanto tudo isso.

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Esse é o método mais rápido para gelar cerveja sem gastar dinheiro

Esse “segredo”, baseado em princípios de termodinâmica, é chamado “método da água salgada” e é assim porque você só vai precisar, basicamente, de água, gelo e sal. Olha como ele é simples:

1. Encha um contêiner (pode ser um isopor ou cooler, mas também pode ser uma panela grande) com gelo, água e muito sal. Muito sal mesmo. Não existe exagero nessa matemática. Basta que tenha água suficiente para mergulhar a garrafa ou lata de cerveja.

2. Mergulhe por completo as latas e/ou garrafas. Evite deixá-las muito próximas umas das outras. Se o contênier tiver tampa, tampe!

3. Espere uns cinco minutos. Não mais do que isso.

4. Retire, beba, curta. É simples assim.

Por que o método funciona tão bem? Simples. A água congela a zero grau. Água salgada permanece em estado líquido a temperaturas muito mais baixas. Isso acontece porque dissolver sal em água reduz a temperatura de congelamento do líquido.

Esse é o método mais rápido para gelar cerveja sem gastar dinheiro

Se você colocar a cerveja na água com gelo, ela vai gelar bem porque líquido é um ótimo condutor de calor, e a água gelada extrai o calor da cerveja. A diferença com o sal é que ele reduz o ponto de degelo da água, então se você colocar sal no gelo, o gelo vai derreter. Você pode pensar que o gelo faz aquece o sal, mas não é isso. O sal não está aumentando a temperatura do gelo, está só transformando aquele pedaço de gelo em água salgada da mesma temperatura (muito abaixo de zero). 

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Tapa Da Pantera
há 5 meses3.0k visualizações

O que define uma cerveja artesanal? É a receita? É quem fabrica? É o número de garrafas que saem da fábrica e chegam aos consumidores? A Brewers Association, um órgão de cervejeiros americanos, define que cervejarias artesanais precisam ser “pequenas, independentes e tradicionais.” E é aí que começa a discussão.

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O conhecido blog americano Brew Studs, comandado por fãs de cervejas artesanais “de raiz”, decidiu iniciar uma guerra e convocou um boicote às cervejas que eles chamam de “artesanais fake” - marcas que foram compradas por gigantes como a InBev e que tentam omitir fato dos consumidores, se vendendo ainda como marcas pequenas.

A lista de impostores, segundo o Brew Studs, inclui 14 marcas diferentes. Algumas delas são bastante conhecidas no Brasil (afinal, a InBev domina o mercado por aqui), quer ver?

1. Goose Island

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Fabricante da Honkers Ale, da Goose IPA, da 312, da Sofie, da Matilda, e da serie Bourbon County. Foi comprada pela InBev em 2011.

2. Kona

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Tem três rótulos: Big Wave Ale, Castaway IPA e Longboard Lager. Foi comprada pela Craft Brew Alliance (CBA) em 2010. Três anos depois, a InBev adquiriu 32,2% da CBA. Ou seja, uma aliança teoricamente de cervejarias artesanais tem participação forte de uma gigante.

3. Omission

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

A cerveja sem glúten é outra marca da CBA. O blog Brew Studs acredita fortemente que a participação da InBev mancha o rótulo de artesanal da Aliança.

4. Redhook

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Foi fundada em Seattle em 1981 e faz parte da CBA.

5. Widmer Brothers

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Fabricantes da Alchemy Pale Ale, da Drop Top Amber, de uma Hefeweizen e da Upheaval IPA. É outra marca da CBA.

6. Blue Point

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

A InBev comprou a Blue Point em 2014 por US$ 24 milhões.

7. 10 Barrel

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Outra comprada na série de aquisições recentes da InBev. O negócio foi concluído em 2014.

8. Elysian

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Produz a Space Dust IPA, a Wise ESB, a Immortal IPA, a Loser Pale Ale e a Men's Room. A InBen comprou em 2015. A ironia é que o slogan da Elysian era “Corporate Beer Still Sucks”, algo como “cerveja corporativa ainda é um lixo”.

9. Golden Road

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

A fabricante da Point the Way IPA, da Wolf Pup Session IPA e da 329 Lager também foi vendida à InBev em 2015.

10. Four Peaks

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Tem três rótulos: Kilt Lifter Scottish Ale, Hop Knot IPA e Pitchfork Pale Ale. Também foi comprada pela InBev em 2015.

11. Breckenridge

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

Produz a Vanilla Porter, a Avalanche Ale, a Breck IPA e a Agave Wheat. Fez parte da enorme lista de compras da InBev de 2015.

12. Karbach

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

A Karbach tem cinco rótulos: Hopadillo IPA, Love Street, Weekend Warrior, Lemon and Ginger Radler e Rodeo Clown Double IPA. Desde 2016, todos eles fazem parte do “cardápio” da InBev.

13. Devil’s Backbone

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

A Vienna Lager, a Eight Point IPA, a Gold Leaf Lager e a Kilt Flasher são da InBev desde 2016 e fazem parte de uma nova divisão da gigante chamada “High End”.

14. Wicked Weed

Fake brews? Fãs das pequenas pedem boicote a 'artesanais falsas'

O nome, convenhamos não parece de cerveja, o que nos faz pensar qe é uma artesanal de verdade. Só que a Wicked Weed foi comprada agorinha, em maio de 2017, também pela InBev.  

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil