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Todo mundo tem uma história para contar
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Os 5 melhores copos para tomar cerveja

Tapa Da Pantera
há 7 meses54 visualizações

Tomar cerveja hoje em dia é quase uma arte. As variações de aromas, sabor e teor alcoólico são tantas que cada detalhe conta muito. E o copo é um desses detalhes para quem quer curtir sua cerveja ao máximo. E se você é um apreciador de verdade, deveria ter alguns desses em sua casa:

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1. Weihenstephaner Weissbier

Os 5 melhores copos para tomar cerveja

Se servida à perfeição, a cerveja de trigo preenche um copo de weissbier gloriosamente, produzindo uma espuma espessa. O copo da Weihenstephaner, a cervejaria mais antiga do mundo, tem suaves ondulações anguladas dá um toque ainda mais especial à experiência de se tomar uma cerveja de trigo. O Beer Planet vende um kit com duas Weihenstephaner e um copo por R$ 89,90.

2. Spiegelau IPA

Os 5 melhores copos para tomar cerveja

É um copo fino (em espessura, não em luxo), leve e bem balanceado. A base ondulada e mais estreita facilita o ato de segurar o copo e ajuda na produção de colarinho que expele o aroma dos lúpulos da cerveja. O Clube do Malte vende um Spiegelau IPA por R$ 49,90.

3. Paulaner Stein

Os 5 melhores copos para tomar cerveja

A famosa caneca de festival. Aquela que você vai carregando orgulhosamente por toda parte, reabastecendo de tempos em tempos. Ela é pesada, mas é forte e - o mais importante - grande! E se você vai usá-la para tomar uma Paulaner Oktoberfest Bier, não precisa de mais nada.

4. Copo Luminarc La Maison Pilsner 

Os 5 melhores copos para tomar cerveja

Quando a primeira pilsner foi produzida em Plzen, na República Tcheca, estava em alta a produção de copos de vidro. O material transparente era a melhor opção para observar a cerveja em toda sua glória. Esse modelo curvo La Maison ainda tem a boca mais larga que a base, o que provoca uma bela dança das pequenas bolhas dentro do copo.

5. Cálice Chimay

Os 5 melhores copos para tomar cerveja

Quem é fã de ales belgas trapistas precisa de um cálice (há quem chame de taça) com uma boca larga. Cada mosteiro tem seu estilo preferido de copo, mas o cálice Chimay, além de largo, tem boa profundidade e uma base sólida. O Clube do Malte tem ele à venda por R$ 39,90.

7 cervejas fortes demais até para monges

Tapa Da Pantera
há 7 meses43 visualizações

Todo ano, em Munique, é realizada a Starkbierfest, uma espécie de festival de cervejas fortes e que foram criadas originalmente por monges. O curioso é muitas dessas cervejas mais fortes como bock e doppelbock (dupla bock) foram criadas para os monges beberem durante períodos de jejum, enquanto hoje em dia muitos cristãos evitam álcool nesse mesmo período, que vai da quarta-feira de cinzas até a Páscoa.

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Uma cerveja como a Salvator, criada por monges paulinos (daí o nome da atual cervejaria Paulaner), que tem 7,7% de teor alcoólico, era forte o bastante para a época. Chamavam de “pão líquido”, inclusive. Só que hoje em dia existem cervejas tão mais fortes que nem os monges aguentariam…

1. Utopia (Samuel Adams) - 28% de teor alcoólico

7 cervejas fortes demais até para monges

Fabricada pela americana Samuel Adams, a Utopia vem numa garrafa de cerâmica que parece um bule de cobre. Ela é envelhecida por 22 anos em barris de scotch, bourbon, conhaque e brandy. A Sam Adams coloca no mercado uma nova safra a cada dois anos, cobrando cerca de US$ 200 por garrafa. É a mais cara dos Estados Unidos.

2. Tactical Nuclear Penguin (BrewDog) - 32%

7 cervejas fortes demais até para monges

Quando foi lançada em 2009, esta cerveja era a mais forte do mundo. É uma imperial stout que é congelada e, em seguida, os líquidos congelados são retirados para deixar mais álcool. É para consumir em doses pequenas, como um uísque.

3. Schorschbock 40 (Schorschbräu) - 40%

7 cervejas fortes demais até para monges

A cervejaria alemã queria desbancar a BrewDog e, no fim de 2009, lançou essa eisbock com 40% de teor alcoólico.

4. Sink the Bismarck! (BrewDog) - 41%

7 cervejas fortes demais até para monges

A corrida era declarada. Em 2010, os escoceses da BrewDog lançaram uma cerveja com referência à Alemanha. Era uma mensagem direta para a Schorschbräu. A Sink the Bismarck! era uma IPA quádrupla com o quádruplo de lúpulos, o quádruplo de amargor e congelada quatro vezes. Cada garrafa custava US$ 105 - ou seja, 40 vezes o preço de uma cerveja normal.

5. Black Damnation VI (Struise) - 39%

É feita com a base base de uma russian imperial stout, mas com estúpidos 39% de teor alcoólico. Essa série da Black Damnation nunca foi colocada à venda fora da microcervejaria De Struise, mas quem já provou em festivais garante que ela tem gosto de cerveja de verdade - apesar do álcool.

6. The End of History (BrewDog) - 55%

7 cervejas fortes demais até para monges

Era para ser o “fim da história” da disputa com os alemães da Schorschbräu. A “The End of History” é uma belgian ale, e só 12 garrafas foram lançadas naquele ano - ainda em 2010. Todas as garrafas vinham dentro de animais mortos e empalhados. A BrewDog só relançou a cerveja em 2016, durante uma campanha de crowdfunding. Quem doou US$ 20 mil ganhou uma garrafa como item de colecionador.

7. Schorschbock 57 (Schorschbräu) - 57%

7 cervejas fortes demais até para monges

Não, a cerveja dos animais mortos não foi o fim da história. A Schorschbräu, que já tinha lançado uma cerveja com 43% de álcool em 2010, contra-atacou em 2011 com uma bebida ainda mais forte: 57% de teor alcoólico. Apenas 36% garrafas foram produzidas e vendidas ao custo de 200 euros cada. A cervejaria colocou um ponto final na disputa, afirmando que é impossível alcançar um teor alcoólico mais alto sem violar a lei da pureza das cervejas alemãs, que resiste há mais de 500 anos. E fim de papo.

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TapaDaPantera
Equipe Storia Brasil