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Os melhores países para ser uma mulher no mercado de trabalho

Amanda Previdelli
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Amanda Previdelli

Porque tem diferença entre ser uma mulher e ser um homem, sim

Os melhores países para ser uma mulher no mercado de trabalho

A revista The Economist fez um excelente levantamento das condições de trabalho das mulheres no "mundo". Mundo está entre aspas porque por algum motivo a América Latina e a África foram totalmente ignoradas. Alguns países da Ásia também não estavam no levantamento.

Para chegar ao índice que colocou a Islândia como melhor país para se trabalhar sendo mulher, eles consideraram diversos fatores: educação superior (gap entre homens e mulheres), participação no mercado de trabalho, diferenças salariais, número de mulheres em altos cargos de gerência, mulheres em conselhos executivos de empresas, custos para cuidar de crianças, licença maternidade remunerada, licença paternidade remunerada, candidatas para GMAT (prova para pós-graduação) e mulheres no parlamento ou congresso.

No site, é possível mexer com cada um desses critérios e dar diferentes pesos para eles - assim é possível ver os países onde há mais mulheres no Congresso, por exemplo. Um dos critérios me chamou bastante atenção: o de licença paternidade remunerada. Já sabia da importância disso para a vida e carreira das mulheres, mas a The Economist veio com estatísticas legais pra justificar esse novo critério que não estava na tabela de 2015.

"Estudos mostram que onde os novos pais tiram licença paternidade, as mães tendem a retornar ao mercado de trabalho, a empregabilidade feminina é mais alta e a diferença salarial entre homens e mulheres, menor."

Bacana, né?

Os melhores países, sem surpresas, foram os nórdicos: Islândia, Noruega, Suécia e Finlândia. Veja mais em (link em inglês):

#feminismo #mercadodetrabalho #licençapaternidade #wagegap #gendergap