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Opostos podem até se atrair, mas não se mantêm

Não dá para ser diferente do seu parceiro em tudo se você quer um bom relacionamento

Essa história dos opostos se atraem pode até ser verdade. E conheço muitos casais que são aparentemente muito diferentes um do outro, mas não dá pra ser diferente em tudo. Segundo um terapeuta de casais norte-americano, Peter Pearson, é importante que você e seu parceiro tenham pelo menos uma coisa em comum: seus valores básicos.

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Ele explica que interesses podem ser negociados. Exemplo: se o cara gosta de fazer trilhas em montanhas e a mulher de ir para baladas. Para o terapeuta, o casal pode decidir fazer trilha em um final de semana e balada no outro. Eu ainda adiciono uma nova possibilidade: ele pode ir fazer trilha sem ela enquanto ela vai para balada sem ele, oras. Enfim, a questão é que em coisas assim, dá para achar um meio termo.

Mas quando falamos de valores básicos, essenciais, aqueles que fazem você ser quem é, aí o papo é ouro. Pearson cita um casal composto por um cara rico e bem sucedido, que valorizava o luxo, e uma mulher que não ligava muito para essas coisas. Ele estava construindo uma casa gigante com uma vista maravilhosa e ela fazia pouco caso do sonho da vida dele, ela se incomodava com tanta ostentação. Não é por maldade, é simplesmente pelo fato de que eles têm valores diferentes. Aí fica difícil um não implicar com o outro.

Antes de sair por aí procurando um parceiro, é importante (1. se amar, sabemos disso, mas 2) saber quais são os seus valores inegociáveis. Eu, por exemplo, me interesso por tudo. Quero conversar sobre todas as últimas notícias, os esportes e religiões todos que existem no planeta. Para mim, vai ser difícil ficar com alguém que não acompanha nenhum tipo de noticiário nunca, por exemplo. Eu também tenho as minhas coisas, os meus interesses e as minhas paixões. De vez em quando é legal incluir alguém nelas, mas também gosto de fazê-las sozinha. Ler um livro sozinha, praticar yoga, sair para dar uma volta no bairro, o que for. Gosto de um tempo de independência. Não dá para ficar com alguém que não tenha seus próprios hobbies e paixões. Entende?

Às vezes eu só quero ficar na minha...

#relacionamentos #amor #namoro 

h/t: Business Insider

Os melhores países para ser uma mulher no mercado de trabalho

Amanda Previdelli
há 2 anos14 visualizações

Porque tem diferença entre ser uma mulher e ser um homem, sim

Os melhores países para ser uma mulher no mercado de trabalho
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A revista The Economist fez um excelente levantamento das condições de trabalho das mulheres no "mundo". Mundo está entre aspas porque por algum motivo a América Latina e a África foram totalmente ignoradas. Alguns países da Ásia também não estavam no levantamento.

Para chegar ao índice que colocou a Islândia como melhor país para se trabalhar sendo mulher, eles consideraram diversos fatores: educação superior (gap entre homens e mulheres), participação no mercado de trabalho, diferenças salariais, número de mulheres em altos cargos de gerência, mulheres em conselhos executivos de empresas, custos para cuidar de crianças, licença maternidade remunerada, licença paternidade remunerada, candidatas para GMAT (prova para pós-graduação) e mulheres no parlamento ou congresso.

No site, é possível mexer com cada um desses critérios e dar diferentes pesos para eles - assim é possível ver os países onde há mais mulheres no Congresso, por exemplo. Um dos critérios me chamou bastante atenção: o de licença paternidade remunerada. Já sabia da importância disso para a vida e carreira das mulheres, mas a The Economist veio com estatísticas legais pra justificar esse novo critério que não estava na tabela de 2015.

"Estudos mostram que onde os novos pais tiram licença paternidade, as mães tendem a retornar ao mercado de trabalho, a empregabilidade feminina é mais alta e a diferença salarial entre homens e mulheres, menor."

Bacana, né?

Os melhores países, sem surpresas, foram os nórdicos: Islândia, Noruega, Suécia e Finlândia. Veja mais em (link em inglês):

#feminismo #mercadodetrabalho #licençapaternidade #wagegap #gendergap

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aprevidelli
Jornalista