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Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, é preso; entenda o que está acontecendo

Bea
há 18 dias351 visualizações
Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, é preso; entenda o que está acontecendo
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Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, é levado à sede da Polícia Federal. (Imagem: Luciano Belford/AGIF)

Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016 - responsável pelos jogos olímpicos no Brasil -, foi preso na manhã desta quinta-feira, no Rio de Janeiro (RJ). Ele foi conduzido por agentes federais à sede da Polícia Federal na cidade. 

Nuzman, que é presidente do COB há 22 anos, é suspeito de intermediar a compra de votos de integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) para que o Rio de Janeiro fosse escolhido como sede das Olimpíadas de 2016. O pedido de prisão também aponta um aumento de patrimônio de Nuzman de mais de 457% entre os anos de 2006 e 2016.

Segundo o Ministério Público Federal, o pedido de prisão temporária foi decretado porque houve uma tentativa de ocultação de valores em espécie e de 16 quilos de ouro após a polícia ter cumprido um mandado de busca na casa de Nuzman em setembro. Sendo assim, a prisão temporária de Nuzman era fundamental, segundo o MPF, como garantia da ordem pública e para bloquear o patrimônio e impedir que ele continuasse a cometer crimes e ocultar provas.

O advogado de Nuzman disse que a prisão foi uma "medida dura".  "É uma medida dura e que não é usual pelo menos dentro dos padrões do devido processo legal", disse Nélio Machado.

Unfair Play

A ação faz parte operação Unfair Play, um braço da Lava Jato, que apura um grande . O esquema de corrupção montado para a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. 

Segundo os investigadores, o esquema tem a participação do ex-governador Sérgio Cabral, preso. Ainda segundo os investigadores, as provas colhidas na operação mostram que Nuzman e Leonardo Gryner, ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito de Nuzman, que também foi preso hoje, eram os responsáveis por fazer o meio de campo entre o esquema de propinas de Cabral e membros africanos do COI. 

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