Cassiano Neves's story
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Diário de um Morto Vivo - Registro 1

Cidade: Fortaleza - Ce

Data/Hora: 27/01/2016, 3:25 da noite

Meu nome é Samuel ,mas me chamam de Sam, um papel e uma caneta sempre foi uma fuga para mim do antigo mundo, escrever o que pensa, sem hesitação, sem medo,o que saberiam da minha vida com meus escritos e nesse mundo um diário para mim seria perfeito, pois caso aconteça algo comigo aqui estaria minha história. E o que seria essa história?Pois conto a vocês agora, o futuro é incerto.

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Ontem acordei com o som de sirene na rua e percebi que estava nos braços de minha irmã que se chama Samantha, mas algumas pessoas chamam ela também de Sam, pois somos gêmeos, ela parecia estar assustada, bem mais do que da ultima vez quando tive um ataque devido a meu problemas de saúde, percebi que tudo estava diferente, um silêncio estranho calava o som da sirene do lado de fora de casa, na qual eu me questionava porque não era a minha, e quem eram as pessoas ao meu redor, eu estava na sala junto de um velho armado com uma pistola, uma senhora como uma criança nos braços, uma jovem que andava inquieta pela casa com um ferro sanguentado, nada estava claro, a casa era iluminado por velas e a medo estava no ar, então eu escutei batidas na porta, todos ficaram assustados, a jovem parecia perturbada, ela levantou o ferro em direção a porta falando baixo para o senhor: "eles irão entrar é o nosso fim" o senhor apontando a arma em direção a porta, respondia "fique calma ele só esta trombando na porta, ele buscara outro caminho".Depois de ter visto tudo aquilo olhei para minha irmã e ao ver a expressão de medo em seu rosto, perguntei confuso para ela

“Sam o que esta acontecendo?"

Ela surpresa não tinha percebido que eu havia acordado, olhou para mim sorriu e chorou ao mesmo tempo e depois falou para todos que estavam ali.

"ele acordou gente, graças a Deus ele acordou!!

- ela me apertando em seus braços chorava e ria quando ouvimos numa janela uma batida forte, todos se levantaram assustados minha irmã me ergueu, eu tinha dificuldade de ficar em pé como estivesse uma eternidade na cama, prestei mais atenção e percebi que aquele dia estranho apenas tinha começado, enquanto subimos as escadas janelas eram quebradas e as batidas na porta aumentaram, nós fomos todos para o quarto que havia no segundo andar da casa, eu já estava consciente de que aquilo seria um refugio e que estávamos fugindo, mas do que eu ainda não tinha nenhuma ideia.

Depois de chegarmos ao quarto perguntei novamente a minha irmã o que estava acontecendo, e ela me falou que era um apocalipse

Depois disso o senhor me respondeu como se já me conhecesse

“São mortos Sam, estamos à mercê deles, todos os mortos estão por ai andando e comendo pessoas ainda vivas",

Depois de ele me ter respondido fiquei confuso e tentando conseguir ficar em pé perguntei — “o que ouve? como eles podem andar por ai? o que houve??----”minha irmã novamente respondeu “ é um apocalipse eu... “----, mas antes que minha irmã terminasse a frase a jovem com um ferro na mão a interrompeu dizendo que não era hora para isso Sam é melhor todos ficamos em silencio, não queremos aquelas coisas atrás de nós aqui, nós bloqueamos as escadas, mas isso não é problema para fome deles"

... Então todos ficaram quietos deixando os ruídos e os gemidos lá de fora dominar lugar, enquanto escrevo ainda paira aquele silêncio sinistro, talvez melhor dormir para o que virá pra manhã.

Continua...

Diário de um Morto Vivo - Registro 1

A Princesa e o Menino Aranha

Cassiano Neves
há um ano1 visualizações

Capitulo 1* A princesa e o Reino

Era uma vez uma princesa de sete anos chamada Cris, ela vivia no seu imenso Castelo Snow que tinha no topo da torre uma bandeira branca quadriculada em bordas azul, do mesmo jeito do seu lindo e adorado vestido, mas na bandeira havia um floco de neve azul Royal bordado a mão, era o símbolo do castelo. Toda sua família era respeitada em todo reino Damas, o povo amava a família real, o Rei Cristyan e a Rainha Lênin cuidavam dos cidadãos em qualquer dificuldade em que o reino passasse. Com seu jardim imenso, o Castelo Snow sempre manteve os portões abertos para o povo, a Cris se lembrara daquela época como a melhor de sua vida. Aquele imenso jardim florido cheio de crianças brincando com ela, as arvores enormes, o gramado verde junto com piso quadriculado em cores da bandeira do castelo. A princesa sempre lembrara de quando via um garoto sentado em um banco brincando com um Dragão de brinquedo, enquanto esperava o Velho senhor Assis lhe trazer um pão de sua barraca, o garoto parecia ser mais velho que ela , devia ter 10 anos, da mesma idade que seu primo Isaro. Sua amiga e prima mais nova que sempre a visitava, a Princesa Sarah, do Reino Siara, sempre arrumavam seus cabelos e conversava com ela naquele jardim, viam a pretinha sua cadela que amava tanto perseguir os gatos do reino, lembrava também naquele lugar a Matriarca da Família, mãe do rei, a antiga, Rainha Mari, que dera para ela um Pônei de brinquedo feito de madeira e pintado a mão, todo branco com asas de anjo, era seu brinquedo favorito e, também sempre vira por lá o Patriarca, pai do Rei, o antigo, o ReiToinh, ambos moravam no Castelo , mas sempre visitavam por longos períodos outros reinos próximos. Porem isso de repente acabou. Uma época sombria chegou, o jardim se tornara realmente frio, nenhuma vida se quer esquentara mais aquele lugar, além dos animais selvagens que por Deus, tinha a liberdade de ali esta.

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Tudo começou depois da súbita morte da Rainha Lênin, o reino todo entristeceu com o que havia acontecido, a Rainha foi encontrada em seus aposentos sem se mexer, o Rei havia saído para visitar sua irmã a Rainha Tyali que adoecera e que vivia no Reino Jerei, ao Norte de Damas, e quando voltara encontrara sua rainha caída no chão do quarto Real, a mesma estava ha dias doente e de cama. Após a grande perda, depois do funeral, o Rei se trancara em seu quarto e desde desse dia Cris passara a nunca mais vê-lo, toda vez que ela tentava entrar no quarto, era impedida pela a sua megera Tia e Irmã da Rainha, Valéria.

Enquanto a rainha Lênin era gentil, atenciosa, humilde, simpática e bondosa, sua Irmã Valéria era o oposto, ela vivia lá com seu filho Isaro de 10 anos, as cuidados da Rainha, que a acolhera depois que o reino em que Valéria era rainha entrou em ruínas após da misteriosa morte do seu Rei. Logo depois da morte de Lênin, Valéria, se tornou a Rainha do Reino Damas, a pedido do Rei Cristyan, que de repente adoecera e se trancara em seus aposentos e nunca mais saira de lá. Esse por todos foi o maior de seus erros, com a Valéria como rainha e no controle de tudo, o Reino encontrou sua desgraça. A megera fechara as portas para todos os cidadãos, não cuidava do povo, a pobre Princesa Cris que ela nunca gostara, longe dos olhos do Rei foi mandada para aos aposentos dos empregados, sendo muitas vezes obrigada a servir os gostos de sua Tia, por Deus que todos os empregados que vivera com ela desde sempre, a amava, passando assim a cuidar dela ainda como sua princesa.

Dias passavam e Valéria impedira as visitas de quaisquer parentes, e todos do castelo foram mantidos trancafiados pelas suas ordens, ela mantinha guardas e cavaleiros por grande parte do reino, era uma verdadeira prisão para aqueles que a Rainha atual não tinha um menor afeto. A Princesa Cris com a audácia e coragem de sua idade decidira que iria encontrar o seu Pai de qualquer maneira, e em uma noite, fugira dos aposentos dos empregados que se encontrava fora do castelo, mas ainda no jardim. Por conhecer cada pedaçinho daquele imenso castelo, a Princesa facilmente passou pelos guardas e já se encontrava no corredor próximo da cozinha, e ao perceber a luz que vinha do local, ela diminuía seus passos que foram então parados por uma voz que ela reconhecera, decidida então chegar mais perto pra confirmar, ela se aproximou e viu sua tia Valéria vestida em um manto vermelho que cobria todo seu corpo e o longo cabelo castanho e enrolado, em suas mãos havia um pote pequeno e preto, que Valéria fixamente olhava e pronunciava palavras que a princesa não entendia, e enquanto eram pronunciadas essas palavras, um velho que Cris nunca havia visto, coberto de um manto vermelho que também o cobria da cabeça aos pés jogava um pó dentro do pote pequeno, mas em silencio. Depois de um tempo o velho parou de jogar o misterioso pó e limpando suas mãos no seu grande manto falara – Isso deve ser o suficiente para manter o Rei na cama por alguns dias minha senhora. -, sua Tia Valéria com um sorriso que Cris sempre teve medo respondera olhando ainda fixamente para o pote – dias devem bastar, mas pena que ainda não posso mata-lo. –

Após ouvir tais palavras o coração da princesa disparou, vendo aquele temido sorriso, ela compreendeu mesmo com sua idade, que seu Pai estava em perigo e antes que ela pudesse pensar em algo mais, uma mão agarrou seu pequeno ombro e junto com ela uma voz que ela nunca gostou de ouvir a assustou.

-Olha a ratinha que eu capturei mamãe-

Era seu primo Isaro que sempre a incomodava desde que chegou junto com sua mãe no castelo, podia se dizer muito bem que o garoto puxou sua mãe, sempre metido e valentão maltratava a todos e nunca mesmo se fez de inocente, para ele era um orgulho ser daquele jeito. O garoto arrastava pelo braço a princesa até sua mãe, e Valéria com seus olhos negros com bordas vermelhas que Cris nunca havia visto, encarava a pobre princesa, que naquele momento sentia, ouvia e via seu medo na sua frente com um sorriso mais assustador ainda, dissera.

-mas quem sabe posso fazer o mesmo que eu fiz com a mãe-

CONTINUA~

A Princesa e o Menino Aranha
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