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3 filmes musicais mais legais que o documentário da Lady Gaga na Netflix

Ciro Hamen
há 16 dias7.7k visualizações
3 filmes musicais mais legais que o documentário da Lady Gaga na Netflix
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Estreou no fim de setembro na Netflix, o documentário Gaga: Five Foot Two, que mostra um pouco dos bastidores do lançamento do último disco da cantora, Joanne. O filme muitas vezes toma rumos aleatórios, o que torna algo que poderia ter sido bom demais numa grande bagunça. Há uma cena de Gaga entrando numa loja para comprar o seu próprio CD, que parece totalmente desconectada do resto do documentário, que culmina com a preparação (registrada muito superficialmente) da sua apresentação no intervalo do Super Bowl, ponto alto da carreira de qualquer artista norte-americano. Para quem também achou que Gaga: Five Foot Two deixou a desejar, há opções melhores de filmes com artistas pop como protagonistas na própria Netflix. Deixamos aqui três sugestões:

Amy

Para quem achou que ficou faltando profundidade em Gaga: Five Foot Two, com certeza terá em Amy o caminho oposto. Vencedor do Oscar de melhor documentário de 2016, Amy usa apenas imagens de arquivo para contar uma das histórias mais trágicas da música pop dos últimos anos. Mesmo sabendo como termina a caminhada de Amy Winehouse, o filme emociona justamente por mostrar tão bem como a doçura da cantora caminhava junto com o lado negro das drogas e do álcool. O diretor Asif Kapadia também é responsável por Senna, outro documentário incrível e um dos mais inventivos dessa geração.

Oasis: Supersonic

A história dos irmãos Gallagher é uma das mais peculiares do rock n´roll e Oasis: Supersonic funciona justamente por falar sobre a era mais interessante da banda: os anos que antecederam os discos Definitely Maybe (1994) e What´s the Story: Morning Glory (1995). A trajetória de Noel Gallagher, que era roadie do Inspiral Carpets, e resolve se juntar ao irmão, Liam, que tocava nos bares de Manchester, para formar o Oasis, é contada de maneira precisa e com a nostalgia dos anos 90 na medida certa.

Justin Timberlake and the Tennessee Kids

Assim como Gaga: Five Foot Two, Justin Timberlake and the Tennessee Kids também é uma produção feita especialmente para a Netflix. O filme, no entanto, é dirigido pelo recém-falecido Jonathan Demme, o homem por trás de O Silêncio dos Inocentes e musicais como Stop Making Sense, do Talking Heads, e o clipe de "Perfect Kiss", do New Order. Assim como Stop Making Sense, Justin Timberlake and the Tennessee Kids também é sobre a gravação de um show (o último da turnê 20/20 Experience, de Justin Timberlake, em Las Vegas), porém com grandes imagens e entrevistas de bastidores, o que torna tudo mais humano.

Temos 5 bons motivos para você se animar com o line-up do Lollapalooza

Ciro Hamen
há 19 dias3.7k visualizações
Temos 5 bons motivos para você se animar com o line-up do Lollapalooza
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É sempre a mesma coisa. O line-up do Lollapalooza é anunciado e a internet fica em polvorosa discutindo sobre como está maravilhosa ou sobre como está um lixo a escalação do festival. A verdade é que o "Lolla" sempre tem um time diferenciado de bandas e sempre podemos ver artistas que às vezes não são tão grandes aqui, mas vivem o seu auge lá fora. Temos pelo menos cinco bons motivos para você se animar:

1 - The Killers

Mais de dez anos depois do lançamento de Hot Fuss, disco que apresentou a banda ao mundo com hits como "Mr. Brightside" e "Somebody Told Me", o The Killers permanece como o grupo mais relevante entre os que apareceram como "salvação do rock" no começo da década passada. O recém-lançado Wonderful Wonderful traz um Killers ainda com sede de grandes riffs e refrões para levantar estádios. Brandon Flowers, aos 36 anos, prova que está no seu auge como frontman e essa apresentação da banda no Lollapalooza de Chicago é a prova disso:

2 - David Byrne

Mais uma vez o Brasil terá a chance de ver de perto um dos maiores gênios da música. O escocês, que foi um dos responsáveis pela redescoberta de artistas brasileiros, como Tom Zé e Mutantes, nos anos 90, será uma das atrações do Lollapalooza de 2018. Byrne, que será para sempre conhecido como o homem à frente dos Talking Heads, uma das bandas mais importantes dos anos 70 e 80, está aí para provar que com 65 anos de vida e mais de 40 de carreira continua inventivo.

3 - Chance the Rapper

Chance the Rapper caminha para ser o rapper mais importante desta década. Se não o mais importante, pelo menos o mais criativo, com certeza. O seu disco do ano passado, Coloring Book, foi um dos mais aclamados pela crítica. Alavancado por hits como "Angels" e "No Problem", o álbum conta com participações de Kanye West, Justin Bieber, 2 Chainz e Lil Wayne. Sem dúvida promete ser um dos maiores shows do Lollapalooza 2018. Essa apresentação de Chance no programa de Ellen DeGeneres mostra como ele tem carisma e uma energia única ao vivo:

4 - Lana del Rey

Sempre acusada injustamente de fazer um som "chato", Lana del Rey segue lançando discos cada vez melhores e que pouco a pouco a estão transformando no "Morrissey desta geração". Lust for Life, deste ano, já tem críticas muito positivas. Puxado pelos hits "White Mustang", "Love" e "Lust for Life", o disco mostra que Lana está amadurecendo como artistas e o show no Lollapalooza deve ser um dos mais esperados por este motivo.

5 - Red Hot Chili Peppers

O Red Hot Chili Peppers está sempre no Brasil, porém nunca é demais ver mais um show dos caras. Estiveram por aqui no Rock in Rio de 2017, no qual fizeram um grande show, provando que ainda têm folego de sobra. Anthony Kiedis continua cantando direitinho, Flea segue carismático e, mesmo sem John Frusciante (que faz muita falta), a banda segura muito bem ao vivo. Além disso, "Give It Away", "Can´t Stop" e "Californication" seguem tão boas quanto na época em que foram lançadas.

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