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Críticas à gravidez de Kate Middleton mostram que ser mulher é quase impossível

PopCultureQueen
há um mês253.1k visualizações
Críticas à gravidez de Kate Middleton mostram que ser mulher é quase impossível
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Mulheres são ridicularizadas por qualquer coisa o tempo inteiro, e nem a futura rainha da Inglaterra escapa disso. A família real britânica anunciou essa semana que Kate Middleton, esposa do príncipe William, está grávida pela terceira vez, e a internet achou por bem transformar essa notícia feliz em bullying, provando, mais uma vez, que é impossível ser mulher sem ser alvo de críticas o tempo inteiro.

Kate, que tem 35 anos, já é mãe de George, que tem 4 anos, e Charlotte, de 2 anos, e para alguns internautas essa seria a cota máxima, mais que isso já não pode! Teve muita gente mandando Kate tomar a pílula, outros apresentando camisinha para ela, e mais uma multidão chamando ela de "coelha" ou "parideira". Além de uma multidão criticando a duquesa por ficar grávida "durante o pós-parto", ignorando o fato de que sua filha mais nova já tem dois anos.

Depois de tanta luta feminista as pessoas ainda não entenderam que o que uma mulher faz da sua vida é da conta dela. Se decide não ter filhos e se dedicar à carreira, é uma egoísta fria e sem coração, se decide ter filhos, mesmo tendo uma fortuna e plenas condições de criá-los, é uma "parideira". 

Ser mulher não é fácil mesmo, viu?

Curta sobre meninos descobrindo o amor é a coisa mais linda que você verá hoje

PopCultureQueen
há 2 meses83.0k visualizações
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O primeiro amor é sempre um negócio difícil de lidar, mas se o seu crush não é "aceito" pela sociedade, a coisa fica ainda mais complicada. É sobre isso que fala a animação In a Heartbeat (Em uma batida do coração), criada pelos amigos Esteban Bravo e Beth David. O curta, que tem 4 minutos de puro amor e sensibilidade, conta a história de um garotinho que se apaixona pelo colega de escola, mas não tem coragem de confessar.

Em uma metáfora muito apropriada para o tema, a animação mostra Sherwin, um garoto ruivo, "perdendo o controle" do seu coração, que faz de tudo pra ficar pertinho de Jonathan, seu crush. Em uma sociedade heteronormativa, ainda é importante reforçar que não escolhemos por quem vamos nos apaixonar, e que muitas vezes é difícil controlar os impulsos do coração, o que a história ilustra muito bem.

Com uma sensibilidade única, o curta aborda o tema com toda a inocência e doçura de um amor pré-adolescente. O projeto foi concretizado através de uma campanha de financiamento coletivo no Kickstarter, lançada por Beth e Esteban, que haviam acabado de se formar na Ringling College of Art and Design, na Flórida (EUA).

Veja o curta-metragem completo aqui:

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