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10 situações que 'Mad Men' nos faz perguntar como era um ambiente de trabalho

Um seriado em que o politicamente correto passa bem longe do roteiro. Mad Men mostra o ambiente e o cotidiano de uma grande agência de publicidade nos anos 1960, e assistir a essa série é fazer várias perguntas durante os episódios.

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10 situações que 'Mad Men' nos faz perguntar como era um ambiente de trabalho

Como era possível tudo aquilo tudo acontecer? Será que realmente certas coisas que mostram na série realmente rolava em um escritório? Listamos 10 fatos que foram mostrados no seriado que você provavelmente nunca viu (dependendo da sua idade) e que nunca verá num ambiente de trabalho.

- Álcool liberado

Todo mundo tinha seu barzinho na sala. E todos eles começavam a beber cedo, durante todo o dia, principalmente uísque.

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- Fumaça geral

Era normal as pessoas fumarem no ambiente do trabalho, o que não pode mais em qualquer ambiente fechado hoje (tirando sua casa, obviamente).

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- Olha a pegação!

O xaveco rolava solto na agência de Mad Men. Não tinha uma secretária que passava imune aos galanteios dos redatores. E acontecia de tudo: desde beijos no meio do pessoal ou encontros sexuais nos sofás das salinhas.

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- Horário flexível

Don Draper, o personagem principal, sempre saía no meio do trabalho para encontrar uma amante. E outros também pareciam não se incomodar com o horário de trabalho.

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- Vale tudo?

Onde mais você vê uma pessoa andando em um cortador de grama no meio de uma agência, e pior: passando por cima de um colega e decepando seus dedos do pé?

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- Brigas

A competição entre os funcionários era grande, e alguns deles chegaram a trocar sopapos. Hoje seria motivo de demissão instantânea.

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- Assédio sexual

Já falamos dos xavecos, mas havia também os assédios. As pessoas de cargo mais importantes se aproveitavam para tentar algo com as secretárias. Normalmente conseguiam.

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- Assédio moral e xingamentos

Se o chefe não gostou de seu trabalho, era melhor se preparar: não havia papas na língua naquela época.

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- Liberdade

Os redatores podiam fazer quase tudo o que queriam para conseguir criar as campanhas. Assim, tinham uma grande ‘liberdade criativa’. Podia até andar de patins pela agência ao lado da sala do chefe, vejam só.

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- Alegria, alegria

Será que todos os fatos acima explicam a aparente alegria e felicidade de se trabalhar na agência? Pode ser....

Uma selfie e um golfinho morto. Até onde vai a estupidez humana?

Até que ponto chega a ignorância humana? Desde quando uma foto vale mais que uma vida? Uma selfie, uma inocente selfie, não é tão inocente assim.

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Outro dia um amigo meu viajou para Punta Cana. Entre os passeios, fez um em que nadava com golfinhos. Como recordação, tirou fotos e pagou 100 dólares pela imagem. Caro não? Mas valia a pena ter a foto como lembrança, afinal, quando você consegue estar lado a lado com um golfinho?

Pois na Argentina um grupo de banhistas encontrou um golfinho na praia de Santa Teresita neste último fim de semana. Ele apareceu perto da areia aparentemente já debilitado e foram retirá-lo do mar. O problema é que esta espécie de animal, o golfinho-franciscano, não aguenta muito tempo fora da água.  E logo ele morreu (ainda há dúvidas se ele já chegou morto à praia ou não).

Largado na areia, as pessoas foram se juntando e passando a mão no animal. Fotos foram tiradas. Uma multidão se juntou e passou a tirar mais selfies.

Uma selfie e um golfinho morto. Até onde vai a estupidez humana?

A Fundação Vida Silvestre Argentina soltou um comunicando criticando o fato: "Devemos informar a população sobre a necessidade urgente de devolver esses animais ao mar . É fundamental que as pessoas ajudem no regaste desses golfinho, porque cada um deles importa".

O turista Hernán Coria foi quem fez a foto e o vídeo abaixo do exato momento em que encontraram o golfinho. Em uma entrevista, ele chegou a dizer que o golfinho chegou já morto à praia, mas pelas imagens não dá pra precisar o fato.

O golfinho-franciscano é um dos menores do mundo e é encontrado praticamente só na Argentina. E, por viver muito perto da orla, acaba sendo presa fácil de caçadores e agora de pessoas atrás de selfies.

Até onde vai a estupidez humana?

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