Comportamento
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Comportamento
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Comportamento
ic-spinner
Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

Essa americana deu a melhor resposta contra os preconceitos da sua chefe

DaniBoy
há um ano165 visualizações

A americana June Rivas é uma dessas mulheres que sentiram o preconceito e o assédio moral na pele, vindos da própria chefe. Como ela mesmo escreveu no Facebook, sua chefe não aprovava nada do que ela fazia no cabelo: "Cabelo atado com rabo de cavalo? 'Pouco profissional'. Cabelo em tranças? 'Pouco profissional'. Cabelo com um lenço? 'Pouco profissional.'"

Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸

June diz que não existia uma regra de como se vestir no emprego, a não ser que os funcionários deveriam ir de forma limpa e arrumada. E ela ia assim mesmo:

Essa americana deu a melhor resposta contra os preconceitos da sua chefe

De tanto sua chefe implicar com os penteados (olha o absurdo!), um código de vestimenta foi criado no escritório. "Nada de rabo de cavalo, de lenços na cabeça, de blusas de alcinha, sandálias, decotes, costas de fora, e nem mesmo ‘adornos de cabeça culturais’”, escreveu June.

Acontece que o tiro saiu pela culatra. E June, que é cosplay, resolveu usar suas fantasias no trabalho. Afinal, comentou ela, nenhuma dessas roupas iriam contra as novas regras de vestimenta. E a cada dia ela começou a trabalhar de um jeito diferente:

Essa americana deu a melhor resposta contra os preconceitos da sua chefe
Essa americana deu a melhor resposta contra os preconceitos da sua chefe
Essa americana deu a melhor resposta contra os preconceitos da sua chefe
Essa americana deu a melhor resposta contra os preconceitos da sua chefe

Além da resposta bem-humorada dentro do ambiente de trabalho, June também denunciou sua chefe ao Equal Opportunities Employment Commission (Comissão pra Igualdade de Oportunidades de Emprego). E suas publicações no Facebook rodaram o mundo.

#justica #igualdade #trabalho #cosplay

7 fatos comprovam: vai muito mal a relação dos humanos com animais selvagens

DaniBoy
há um ano270 visualizações
7 fatos comprovam: vai muito mal a relação dos humanos com animais selvagens
Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸

A morte de uma chinesa por um tigre em um parque em Pequim, no sábado, nos faz pensar novamente na relação homem/animal, e o quanto devemos realmente interagir com animais considerados selvagens. 

No parque Badaling Safari World, os visitantes fazem um tour em carros privativos ou ônibus para ver os animais, algo parecido com o nosso 'Zoo Safari'. A diferença é que no parque de São Paulo os tigres e leões, por exemplo, ficam presos em jaulas.

Em qualquer um desses parques, a regra de ouro é simples: é proibido sair do carro. Afinal, os animais estão à solta e qualquer cuidado é pouco.

A regra de ouro foi quebrada nesse final de semana em Pequim. Uma mulher saiu do veículo e foi atacada por um tigre. Uma outra mulher tentou ir ajudá-la e acabou morta. Outra pessoa ainda ficou ferida. O parque, obviamente, foi fechado.

Infelizmente, esta não é a primeira vez que isso acontece. Quando os animais se sentem ameaçados, é natural que eles façam algo para se proteger. Às vezes eles são tirados de seu habitat natural, como nesse caso do parque chinês, mas há exemplos em que os bichos estão em seu próprio território. Vejamos:

Crocodilo no parque #1
Em junho, uma criança morreu após ter sido atacada por um crocodilo em um dos parques da Disney, em Orlando. Os aligátores são comuns no estado da Flórida, uma área de muito pântano. O jovem Lane, de 2 anos, foi arrastado pelo animal no lago de um dos resorts da Disney. Até havia uma placa de "proibido nadar" no lago, mas nada sobre a presença dos animais. E o menino, vale lembrar, não entrou na água para nadar. Na procura pelo corpo do garoto, as equipes de busca sacrificaram quatro aligátores ao todo.

Crocodilo no parque #2
Poucos dias após esse incidente, um vídeo na internet mostra um empregado da Disney tentando afastar um jacaré que estava perto dos visitantes na montanha-russa 'Splash Mountain'. #medo

O menino e o gorila
Em maio, um gorila foi sacrificado após um menino de 4 anos cair em sua jaula no zoológico de Cincinnati, Estados Unidos.

A criança teria se pendurado na barra de proteção que separava os visitantes dos animais e acabou caindo próximo ao animal, que o agarra e o arrasta até um outro ponto da jaula. Aparentemente, o gorila estava protegendo o garoto, mas a sua força desproporcional acabou assustando todo mundo e o zoológico resolveu matar o animal. 

E a pergunta que fica é: por que a criança estava pendurada onde não devia?

O menino e o tigre
Quem não se lembra também da criança que perdeu o braço após ser atacado por um tigre no zoológico de Cascavel, Paraná, em 2004? O menino Vrajamany Fernandes Rocha, então com 11 anos, ficou provocando o animal, se pendurando na cerca da jaula, uma área proibida para os visitantes. Em um determinado momento, o tigre o atacou. Antes disso, ela já havia se aproximado irregularmente de um leão.

O surfista e o crocodilo
Às vezes, o ataque animal vem de surpresa. Há poucos dias, um surfista americano foi atacado por um crocodilo na praia de Tamarindo, na Costa Rica, e teve a perna amputada. De acordo com a imprensa local, o local em que o surfista estava é famoso por ter uma população ativa de crocodilos, e avisos estão espalhados pela região. A advertência, no entanto, é muitas vezes ignorada.  

7 fatos comprovam: vai muito mal a relação dos humanos com animais selvagens

O surfista e o tubarão
Falando em surfistas, um caso recente é o de Mick Fanning, que conseguiu escapar de um "ataque" de tubarão durante uma prova em Jeffreys Bay, na África do Sul, no ano passado. Especialistas acreditam que se tratava de um filhote de tubarão branco que estava apenas praticando seus instintos de sobrevivência, por isso o surfista não teria sido exatamente atacado - até porque, caso tivesse sido atacado, dificilmente tivesse sobrevivido.

De qualquer forma, imagina o susto dele ao dar de cara com o animal?

O mar em Jeffrey's Bay e boa parte da África do Sul é sabidamente cheio de tubarões. Poucos dias antes do "ataque", há relatos de vários outros tendo sido avistados naquelas águas. Apesar disso, a Liga Mundial de Surfe (WSL) não tomou nenhuma grande providência na época. Nesse ano, o campeonato foi mantido em Jeffrey's Bay, mas foram instalados repelentes de tubarão (aparelhos que emitem ondas sonoras) para evitar problemas. Dessa vez, tudo correu bem. 

Como podemos ver, a relação homem/animal selvagem é bastante complicada quando tentamos invadir seus espaços ou mesmo tiramos eles dos seu habitat natural. A certeza é uma só: na maioria dos casos, a tragédia poderia ter sido evitada. 

#animais #ataque #homem #natureza

Você leu a pasta de história
Story cover
escrita por