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Jornalista também torce pra algum time, mas nem sempre demonstra

Mauro Beting é um torcedor fanático pelo Palmeiras, assim como Roberto Avallone. Chico Lang é torcedor de carteirinha do Corinthians, e não esconde de ninguém a paixão pelo clube. Enquanto alguns jornalistas mostram o time pelos quais torcem, outros não falam em público de jeito nenhum. Quem está certo?

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Quando pequeno (e até adolescente), sempre indaguei por que muitos dos jornalistas famosos que apareciam na televisão escondiam seu time. E ficava maravilhado quando Avallone falava com entusiasmo de seu Palmeiras, exclamação.

Já trabalhando como jornalista esportivo fui entender por que muitos são calados, quietos e comedidos. E com certa razão.

Jornalista também torce pra algum time, mas nem sempre demonstra

Torcedor, sem generalizar mas já generalizando, não tem medida. Coloca sua paixão em cima de todo o resto. E acha que um comentarista falou mal do time porque na verdade ele torce para outro. Não consegue separar a razão do coração.

Já vi alguns narradores ou comentaristas serem xingados no estádio quando o jogo era de um time que não o que o profissional torce. Já vi torcedores chutando e depredando carros da imprensa só porque algum jornalista defendeu ou falou mal de algum time no dia anterior - e neste caso não importava quem estava no veículo, a raiva era tão grande que o importante era mostrar o descontentamento com tal empresa.

Por muito tempo preferi não expor meu time ao público em geral. Os colegas de profissão (e até profissionais do clube em que eu estava cobrindo determinado treino ou jogo) sabiam para quem eu torcia. Mas eu não tinha fotos com camisa de futebol no Facebook/Twitter/Orkut, por exemplo, para evitar qualquer problema. Mesmo sendo um jornalista de jornal, sem aparecer na tevê, adotei a cautela. E a maioria, pelo que sei, age assim.

Não vejo problema nenhum em quem fala abertamente para qual time torce, desde que na hora do trabalho não deixe essa paixão florescer. Mas me irrita ver alguns jornalistas torcendo exageradamente, gritando ou falando mal de um time adversário na hora da labuta. 

Outro dia vi no Facebook um jornalista escrever após o jogo entre Corinthians e São Paulo no Itaquerão: 'Voltem sempre freguesas', com uma foto dele na cabine de imprensa. Obviamente corintiano, estava animado após a vitória do sei time. Mas precisava debochar do adversário enquanto trabalhava? 

Jornalista também torce pra algum time, mas nem sempre demonstra

Como jornalistas, estamos sempre sob uma exposição que na maiorias da vezes é injusta. Claro que não precisamos deixar de dar opiniões ou torcer, mas é preciso cuidado. Assim como acontece com algum jornalista político: cada um tem seu voto, cada um tem seu partido. Mas se você está trabalhando lá no Planalto, não é recomendável xingar o político que você não gosta.

A resposta para a pergunta inicial do texto é a seguinte: os dois estão certos, quem torce abertamente e quem esconde seu time do coração. Cada um tem seus motivos. Só é preciso respeito com quem está do outro lado da tevê, internet, rádio ou jornal.

#futebol #jornalista

 

10 situações que 'Mad Men' nos faz perguntar como era um ambiente de trabalho

Um seriado em que o politicamente correto passa bem longe do roteiro. Mad Men mostra o ambiente e o cotidiano de uma grande agência de publicidade nos anos 1960, e assistir a essa série é fazer várias perguntas durante os episódios.

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10 situações que 'Mad Men' nos faz perguntar como era um ambiente de trabalho

Como era possível tudo aquilo tudo acontecer? Será que realmente certas coisas que mostram na série realmente rolava em um escritório? Listamos 10 fatos que foram mostrados no seriado que você provavelmente nunca viu (dependendo da sua idade) e que nunca verá num ambiente de trabalho.

- Álcool liberado

Todo mundo tinha seu barzinho na sala. E todos eles começavam a beber cedo, durante todo o dia, principalmente uísque.

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- Fumaça geral

Era normal as pessoas fumarem no ambiente do trabalho, o que não pode mais em qualquer ambiente fechado hoje (tirando sua casa, obviamente).

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- Olha a pegação!

O xaveco rolava solto na agência de Mad Men. Não tinha uma secretária que passava imune aos galanteios dos redatores. E acontecia de tudo: desde beijos no meio do pessoal ou encontros sexuais nos sofás das salinhas.

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- Horário flexível

Don Draper, o personagem principal, sempre saía no meio do trabalho para encontrar uma amante. E outros também pareciam não se incomodar com o horário de trabalho.

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- Vale tudo?

Onde mais você vê uma pessoa andando em um cortador de grama no meio de uma agência, e pior: passando por cima de um colega e decepando seus dedos do pé?

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- Brigas

A competição entre os funcionários era grande, e alguns deles chegaram a trocar sopapos. Hoje seria motivo de demissão instantânea.

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- Assédio sexual

Já falamos dos xavecos, mas havia também os assédios. As pessoas de cargo mais importantes se aproveitavam para tentar algo com as secretárias. Normalmente conseguiam.

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- Assédio moral e xingamentos

Se o chefe não gostou de seu trabalho, era melhor se preparar: não havia papas na língua naquela época.

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- Liberdade

Os redatores podiam fazer quase tudo o que queriam para conseguir criar as campanhas. Assim, tinham uma grande ‘liberdade criativa’. Podia até andar de patins pela agência ao lado da sala do chefe, vejam só.

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- Alegria, alegria

Será que todos os fatos acima explicam a aparente alegria e felicidade de se trabalhar na agência? Pode ser....

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