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McDonald's e Burger King se provocam em comercial. Vale a pena ver!

McDonald’s ou Burger King, qual é o seu lanche preferido? Os rivais do ramo de fast-food têm seus fãs cativos no mundo todo, mas mesmo assim não poupam dinheiro na hora de anunciar e estão sempre querendo ‘roubar’ o cliente do outro.

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E os comercias que os dois bolaram esses dias na França foram demais, com um provocando seu concorrente e levando o troco depois. ‘Bem bolado, bem bolado’, diria Silvio Santos.

Ao contrário daqui no Brasil ou mesmo nos EUA, a dominância do McDonalds na França é impressionante. Enquanto eles têm mais de 1.000 drive-thrus, o Burger King tem cerca de 20.

Para mostrar essa superioridade, o Mc criou um diferente jeito de se promover, e instalou na pequena cidade de Brioude um outdoor gigante com instruções para os motoristas chegarem ao BK mais próximo, que fica a 258 quilômetros de distâncias. No painel, várias setas de direção para mostrar o quão difícil é chegar no concorrente enquanto tem um Mc bem pertinho dali, a apenas 5 km. Vejam o vídeo:

Bem-humorado, o Burger King deu o seu troco, e de forma genial. O recado foi muito bem dado:

'Burger King revela o fim do comercial do McDonald's' é o título do vídeo do Burger King. Um casal pedindo um café do Mc pra aguentar a viagem até chegar ao  'whopper', o lanche do BK, e ainda dizendo que a viagem nem foi tão longa. Eu achei demais! E vocês, acham que esse tipo de tipo de comercial, de um provocando o outro?

#comercial #tv

Blogueiros e Youtubers: eles vão invadir o mundo

A internet deu vida às pessoas.

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A internet deu voz às pessoas.

A internet deu emprego às pessoas. E algumas dessas pessoas vão dominar o mundo.

Não estou falando de programadores que conseguiram emprego graças à internet e muito menos jornalistas que ganharam um novo meio para trabalhar. Estou falando de blogueiros e youtubers que ganham milhões em produtos e reais para divulgar uma marca ou gravar um vídeo. 5, 10, 15 segundos... e milhares e milhões de visualizações.

O mundo mudou nesses últimos anos, e parece que não acompanhei. Não sei quem é Camila Coelho ou quem é Camila Coutinho, e só fui descobrir outro dia quem é a tal Kéfera ou Lala Rudge.

Estamos aqui falando dos tops. Porque, em qualquer mercado, há casos e casos. Alguns ganham fama com tutoriais de moda/comportamento/alimentação. Outros apenas por falar bobagens. Mas é aí que eles conseguem ganhar um público que se identifica com eles. No geral, neste caso, um público infanto-adolescente-jovem-juvenil. E já mostramos a influência desses novos famosos aqui:

Hugo Gloss é um dos fenômenos da internet. Amigo das celebridades, deixou o cargo de redator do programa ‘Caldeirão do Huck’, porque seu personagem ganhou uma vida que talvez nem ele esperava. Mas, aqui, estamos falando de alguém que de um jeito ou de outro tem um conteúdo para falar/mostrar. Nem que esse conteúdo sejam vídeos de festas e celebridades e bastidores da tevê.

O perigo é quando alguém que não é ninguém se acha mais do que deveria. Porque a internet tem seus fenômenos inexplicáveis. O fulano grava um vídeo qualquer falando mal de alguém, essa postagem viraliza e pronto! O estrago já foi feito.

Li esses dias na 'Veja' a seguinte notícia: ‘Blogueira paulista fala sobre confusão com Tim Burton em restaurante’. Não conheço tal pessoa, mas quando leio essa palavra (blogueira) já me dá arrepios. Como disse no início desse texto, a internet deu emprego às pessoas. E hoje qualquer um se denomina blogueiro. Pode ver lá no Big Brother, tem uma participante que diz: sou blogueira.

O que é preciso para ser blogueiro? Antes, as pessoas diziam com orgulho: sou engenheiro, sou publicitário, sou jornalista. Hoje, basta falar ‘sou blogueiro’. Que raios de profissão é essa? 

Tornou-se profissão porque tem muita gente que paga para ter sua marca vista pelos seguidores de um blogueiro. Julia Petit, sim, é blogueira: fala de maquiagem em tempos que alguns jovens de hoje nem sabiam o que era computador. Juca Kfouri é blogueiro: o jornalista escreve sobre esportes no UOL. O problema é que essa palavra ganhou um novo significado nos últimos anos. Banalizaram os blogueiros, criaram os youtubers, qualquer um pode entrar nessa profissão. E, olha só, nem é preciso um diploma.

A televisão também tenta surfar na onda dessas novas celebridades da internet. Antes de entrar em seu ‘período sabático’, o CQC sempre chamava um youtuber para participar de seu programa. E recentemente o ‘Pânico na TV’ criou um quadro com alguns dos youtubers mais famosos para ganhar mais audiência: num formato ‘passa ou repassa’, eles respondem perguntas e o perdedor leva um soco na cara. Legal, né? Para o público jovem, parece que é bem legal.

Hoje qualquer um pode escrever e aparecer na internet. Facebook, Twitter, Snapchat e outras mídias sociais estão aí para isso. Não é preciso estudar, basta falar alguma bobagem ou gravar a produção de um prato culinário, por exemplo e torcer para que as pessoas vejam. Não é preciso estudar, não é preciso escrever corretamente, não é preciso falar bonito. Só é preciso ser seguido. Como me disse um ex-chefe um dia, com a maior cara de pau mas que parece ser verdade até nos meios de comunicação mais conhecidos, o que importa são os cliques e não o conteúdo.

Felizmente tem muita gente boa e com conteúdo neste maravilhoso mundo da internet. Cliques realmente são muito bem-vindos, desde que o conteúdo esteja lá também. Porque, se é pra seguir qualquer blogueiro por aí, prefiro me ausentar um tempinho das redes sociais.

#internet

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