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Anderson Silva tem em Londres a chance de recuperar o prestígio

O quarentão Anderson Silva tem a chance de mostrar no sábado que o episódio do doping é uma página virada e esquecida em sua carreira. Ex-campeão dos médios, volta a lutar na categoria contra o inglês Michael Bisping, no UFC 84, em Londres.

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Anderson Silva tem em Londres a chance de recuperar o prestígio

Em várias entrevistas que deu durante a semana, Anderson afirmou não achar que está com a imagem arranhada. Em janeiro de 2015, após a vitória sobre Nick Diaz, o ‘Spider’ foi pego no exame antidoping e levou uma suspensão de um ano, tempo até curto neste esporte em que os lutadores não entram com muita freqüência no octógono.

Por mais que diga, Anderson precisa sim recuperar o prestígio. Tem de mostrar que ainda é um lutador em boa forma, não importa a idade (será sua primeira luta após fazer 40 anos). Tem de mostrar que o doping é episódio passado. E tem de voltar a vencer. Antes da luta do ano passado, ele havia quebrado a perna em dezembro de 2013. Nos últimos dois anos, portanto, o lutador só subiu no octógono duas vezes. E foram duas lutas para esquecer.

Mais uma vez a luta deste sábado só passará em canal fechado em sistema pay per view aqui no Brasil, no caso o canal ‘Combate’. O card principal deve começar por volta das 18 horas daqui.

Sonhando com o cinturão, Anderson Silva tem de fazer desta luta uma das mais importantes de sua carreira. Uma nova derrota, claro, não apagará todas as suas conquistas, mas o deixará mais perto de uma aposentadoria.

Card principal:

Anderson Silva x Michael Bisping (médios)

Gegard Mousasi x Thales Leites (médios)

Tom Breese x Keita Nakamura (meio-médios)

Francisco Rivera x Brad Pickett (galos)

Super Bowl confirma: americanos sabem como fazer um grande evento

Super Bowl confirma: americanos sabem como fazer um grande evento
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Você pode até não gostar dos americanos, dizer que eles são arrogantes, capitalistas ou extremamente patriotas, mas não há como negar: em questão de realização de eventos, eles são especialistas. E o que vimos no Super Bowl deste domingo foi mais um grande espetáculo.

Nem vamos entrar no mérito do jogo em si, do confronto entre Carolina Panthers e Denver Broncos. Fiquemos apenas no show do intervalo. Quando, em menos de 20 minutos, você consegue juntar estrelas como Coldplay, Bruno Mars e Beyoncé? Quase nunca, a não ser que o evento em si seja o Super Bowl.

Em menos de 10 minutos o palco já estava pronto para a atração musical. Rapidez e organização que impressionam. De repente, Chris Martin apareceu para o delírio da galera – neste momento, o estádio já estava todo colorido e enfeitado, com um gigante mosaico.

Super Bowl confirma: americanos sabem como fazer um grande evento

Logo de cara, a banda mandou Viva La Vie e Paradise, além de Adventure of a Lifetime. Não sou muito fã dessa fase tão pop do Coldplay, e acho que eles foram ofuscados pelos outros dois cantores. Já no fim, com todos no palco, ainda rolou uma versão bem reduzida (na verdade só a introdução) de Clocks. Uma das melhores músicas dele na minha opinião, mas que desta vez saiu bem tímida e sem graça. Nesse música, aliás, eles emendaram rapidamente uma canção de U2, Beautiful Day.

Bruno Mars mandou um de seus maiores sucessos, Uptown Funk, e mandou super bem na dança. Assim como Beyonce, que obviamente arrasaria na coreografia, cantou a nova música Formation e ainda fez uma ‘batalha de dança’ com Mars – cada um dançando de um lado, numa boa edição da tevê americana.

No fim, com todos cantando juntos, um vídeo mostrou shows antigos do Super Bowl.

Apesar de fã do Coldplay, achei que o show deles deixou a desejar e que foi Bruno Mars quem conseguiu animar mais o público com uma música que realmente não deixa ninguém parado.

Não bastasse esse show do intervalo, o Super Bowl 50 teve ainda Lady Gaga cantando o hino nacional americano antes do jogo. Vamos ser sincero: é ou não é um baita espetáculo?

#superbowl

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