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Estação de trem no Japão fica aberta para apenas um passageiro

Estação de trem no Japão fica aberta para apenas um passageiro
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Uma passageira, com seus livros escolares, entra no trem para ir à escola. Uma cena bastante comum se não fosse por um simples detalhe: a passageira está sozinha e só ela usa a estação.

Esta é a realidade na estação de trem de Kami-Shirataki, na ilha de Hokkaido, Japão, que deveria ter fechado há três anos (por ser em um local remoto e com pouco uso), mas continua aberto. A Japan Railways – grupo que opera as ferrovias do país -, decidiu manter a estação em funcionamento após descobrir que uma estudante ainda a usava diariamente.

Não bastasse ter mantido a estação aberta, a empresa ainda ajustou o horário do trem para a garota. O trem, vale dizer, faz apenas duas paradas em Kami-Shirataki: quando a menina vai e volta da escola.

A população aplaudiu a decisão da empresa e do governo japonês, por ter mostrado que a educação no país é uma das prioridades. E a estação já tem data para fechar: em março, quando a estudante vai se formar no ensino médio.

Estação de trem no Japão fica aberta para apenas um passageiro

Fico imaginando se isso aconteceria em outros países. No Brasil, posso afirmar com toda certeza que não. Nem o governo e muito menos uma empresa deixaria uma estação aberta por causa de uma pessoa. Provavelmente nem para uma dezena de estudantes. Mas estariam errados? O custo seria alto e eles teriam que ver se valeria a pena. Mas vale a discussão.

Boticário causa polêmica com comercial: machismo ou afirmação?

A propaganda é a alma do negócio, diz um famoso ditado.

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E o Boticário conseguiu mais uma vez ver um dos seus comerciais na boca do povo. Ou numa discussão nas mídias sociais.

A famosa marca de cosméticos já havia sido polêmica no ano passado, quando veiculou um comercial na época do Dia dos Namorados em que um casal homossexual trocava presentes.

Agora, a discussão é outra. Na peça publicitária, o Boticário mostra casais que estão se divorciando. E as mulheres recebem um ‘banho de loja’, para que elas vão lindas e maravilhosas assinar a papelada.

A reação dos maridos quando vêem as esposas chegando é realmente impressionante. É como se uma outra pessoa aparecesse em sua frente: mais linda e com mais auto-estima.

Essa foi realmente a intenção do Boticário: mostrar que um difícil problema (a separação, o divórcio) não deve acabar com a confiança da mulher. A questão é que muita gente na internet (esse maravilhoso mundo em que todos dão a sua opinião) achou o contrário, que o comercial mostra um mundo machista, em que as mulheres precisam se vestir bem e usar maquiagem para não ficar por baixo.

Um mesmo comercial conseguiu causar discussão entre as próprias mulheres: foi bem feito ou não, é machista ou não? Se o Boticário tentou causar polêmica, acertou em cheio. Mas é como diz aquele outro famoso ditado também: ‘Fale bem ou fale mal, mas fale de mim’.

Aqui está o comercial do ano passado:

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