Folia e diversão
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Vai pular carnaval? Pinte seu cabelo inspirado num quadro famoso

Alguns gastam centenas de reais por uma fantasia. Outros, sem dinheiro, colocam a camisa de futebol que já tem e diz que está fantasiado de jogador ou usam uma roupa toda branca pra dizer que é médico. O que vale é a folia, a curtição e a gozação neste carnaval que já está chegando.

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Mas, quem não quer colocar fantasia nenhuma, que tal apostar apenas na maquiagem ou corte de cabelo? E uma dica vai para as mulheres de cabelos longos, principalmente, que podem se inspirar no trabalho da hairstylist Ursula Goff, que faz do próprio cabelo uma tela de pintura.

Ela se baseia em quadros famosos para colorir a sua cabeleira. Usas as mesmas cores de pinturas bastantes conhecidas, como de Picasso ou Van Gogh, para transformar suas mexas também em uma obra de arte.

No seu Instagram (www.instagram.com/uggoff/), Ursula coloca a arte principal que a inspirou para fazer tal penteado e o cabelo já pronto, e separamos algumas imagens aqui:

A noite estrelada, de Vincent van Gogh

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O grito, de Edvard Munch

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O nascimento de Vênus, de Sandro Boticelli

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Claude Monet

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Pop art de Andy Warhol

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O beijo, de Gustav Klimt

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Os blocos estão invadindo São Paulo. É carnaval!

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Cerca de 400 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, foram às ruas de São Paulo neste fim de semana. Manifestação contra a Dilma? Protesto contra o aumento da passagem de ônibus? Nada disso. É o Carnaval que saiu dos salões e dos clubes para agitar ruas e avenidas da capital paulista.

Os blocos carnavalescos já são um sucesso e vêm ganhando mais fãs a cada ano que passa. E mais cedo, como já podemos ver os foliões se divertindo antes mesmo de o Carnaval começar oficialmente.

Só para ficar neste último domingo, São Paulo teve blocos em várias regiões da cidade. Cerca de 80 mil pessoas ignoraram o forte calor para ver o Monobloco na avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Parque do Ibirapuera. No Centro, a banda Sargento Pimenta fez todo mundo dançar com músicas dos Beatles ao ritmo de marchinha - outros blocos já tinham passado antes pelo local. Teve ainda Tiago Abravenel na Faria Lima e mais blocos na Vila Madalena, por exemplo.

Os blocos estão invadindo São Paulo. É carnaval!

É preciso gostar de carnaval para participar desses blocos. É preciso ter pique caso queria acompanhá-los por um bom tempo. Já há algum tempo que as festas perderam seu status nos clubes e salões, a moda agora é curtir na rua. No Rio, centenas de milhares de pessoas já lotam os blocos mas famosos há vários anos - o Cordão da Bola Preta imagina levar mais de 1,5 milhão de foliões no dia 6 de fevereiro.

Em São Paulo, mais de 300 blocos vão sair às ruas até o término do Carnaval. A agenda completa pode ser vista aqui: http://carnavalderua.prefeitura.sp.gov.br/eventos/blocos/

O que gosto desses blocos é a presença da diversidade, principalmente das idades. Vemos famílias curtindo o carnaval juntos, os pequenos já aprendendo o que é essa festa popular e ouvindo marchinhas (e não aquele axé grudento como chiclete), com muita curtição. Mas por serem festas gratuitas, sem cobrança de entrada, a superlotação muitas vezes pode irritar aqueles que não gostam de muita multidão. E uma coisa que todos devem ter consciência é: a festa tem hora pra acabar. Oficialmente, os blocos não podem passar das 20 horas. Afinal, muitas vezes eles passam em regiões residenciais. Até a folia tem limite.

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