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Dunga mantém os 'corintianos chineses' na seleção para as Eliminatórias da Copa

A expectativa para a primeira convocação de Dunga em 2016 era para saber o quanto o mercado chinês iria influenciar na seleção brasileira. Nomes divulgados, a resposta foi ‘não influenciou’. Ao menos por enquanto.

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Dunga convocou os dois ex-corintianos que foram para o futebol chinês esse ano, o zagueiro Gil e o volante/meia Renato Augusto. Mas deu o seu recado: “eles têm de ter uma preparação à parte, diferentemente de outros jogadores.”

Dunga mantém os 'corintianos chineses' na seleção para as Eliminatórias da Copa

Diego Tardelli e Ricardo Goulart foram dois atletas que perderam espaço na seleção brasileira em 2015 após se transferirem para o ainda fraco campeonato chinês. Até por ter sido uma negociação recente, Gil e Renato Augusto continuam bem cotados com Dunga, mas eles têm a consciência de que o futuro pode ser outro se não se cuidarem.

A convocação da seleção brasileira foi para dois jogos das Eliminatórias para a Copa-2018, contra o Uruguai (25/3, na Arena Pernambuco) e Paraguai (29/3, em Assunção). A lista de Dunga não trouxe nenhuma grande novidade, mas as mudanças mais sentidas foram no gol: Jefferson e Cássio não foram chamados desta vez, para a volta de Marcelo Grohe e Diego Alves. E no meio, o bom Philippe Coutinho ganhou uma nova chance.

GOLEIROS: Alisson (Internacional), Marcelo Grohe (Grêmio) e Diego Alves (Valencia).

ZAGUEIROS: David Luiz (Paris Saint-Germain), Miranda (Inter de Milão), Marquinhos (Paris Saint-Germain) e Gil (Shandong Luneng).

LATERAIS: Danilo (Real Madrid), Daniel Alves (Barcelona), Filipe Luís (Atlético de Madrid) e Alex Sandro (Juventus).

MEIO-CAMPISTAS: Luiz Gustavo (Wolfsburg), Fernandinho (Manchester City), Renato Augusto (Beijing Guoan), Philippe Coutinho (Liverpool), Oscar (Chelsea), Lucas Lima (Santos), Willian (Chelsea), Kaká (Orlando City) e Douglas Costa (Bayern de Munique).

ATACANTES: Neymar (Barcelona), Hulk (Zenit) e Ricardo Oliveira (Santos).

No geral, gostei desta lista. Acho que o time está muito bem do meio para frente, mas daria uma chance para o vascaíno Nenê. E vocês, fariam alguma mudança na lista de Dunga?

#futebol #eliminatorias #selecao

Derrota na Libertadores pode derrubar Marcelo Oliveira do Palmeiras. Será?

Marcelo Oliveira ganhou dois títulos nacionais pelo Cruzeiro. Chegou ao Palmeiras em junho do ano passado e não demorou muito para sentir a pressão devido aos maus resultados do time. Ganhou sobrevida com a conquista da Copa do Brasil e este ano voltou à corda bamba. E tem uma decisão agora pela frente nesta quinta-feira (3/3), contra o Rosario Central, pela Libertadores. Se não ganhar, dificilmente continua no cargo.

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Derrota na Libertadores pode derrubar Marcelo Oliveira do Palmeiras. Será?

A diretoria alviverde tem bancado a permanência do treinador, mesmo após o desempenho ruim no Estadual e a derrota para a Ferroviária no último domingo, em casa. Mas este início de 2016 tem algumas diferenças com o fim de 2015.

No ano passado, mesmo criticado, Marcelo Oliveira tinha uma decisão pela frente. Se perdesse a final para o Santos, aí sim talvez a diretoria não agüentasse a pressão e mandaria o treinador embora. Mas como demitir um técnico vencedor e com contrato? Não dá. E Oliveira continuou, mesmo todos sabendo que com ele o Palmeiras mais fez partidas ruins do que boas.

Agora o panorama mudou. O treinador não tem nenhuma final para ganhar uma sobrevida ou um moral com um possível título. O que vai acontecer é o seguinte: vão ficar no ‘engana que gosto’ caso o Palmeiras vença um ou outro jogo importante, mas a desconfiança sobre o trabalho de Marcelo Oliveira não vai acabar.

Normalmente é preciso uma derrota doída, daquelas vexatórias mesmo, para a mudança acontecer. O Palmeiras não tem um sistema de jogo que agrade à torcida ou que traga bons resultados, e o treinador não consegue mudar esse panorama. Em 2016, o time fez oito partidas: venceu apenas duas vezes, com quatro empates e duas derrotas. E não venceu nenhum jogo como mandante.

Na Allianz Arena, nesta quinta-feira, o Palmeiras entra com a obrigação de vencer o argentino Rosario Central, às 21h45. Esqueçam o Estadual, o que vale mesmo é a Libertadores. E perder em casa na competição mais importante do ano, desta vez, pode ser o adeus de Marcelo Oliveira. Não costumo defender troca de treinadores, mas há momentos em que isso precisa acontecer.

#futebol #palmeiras #libertadores

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