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São Paulo já sente o clima da verdadeira Libertadores. Agora é pra valer!

Há uma semana, aqui neste mesmo bat-canal, escrevi que o São Paulo passaria fácil à fase de grupos da Libertadores se tivesse a mesma atuação que mostrou no Peru. Não foi tão fácil assim, e a vitória por 1 a 0 contra o César Vallejo, no Pacaembu, mostrou que a torcida vai ter de paciência com o time.

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São Paulo já sente o clima da verdadeira Libertadores. Agora é pra valer!

Não consigo entender como uma equipe pode ter atuações tão diferentes em tão pouco tempo. Na semana passada, o São Paulo mostrou uma qualidade no toque de bola e uma calma em campo que há muito eu não via. Merecia ter vencido por 2, 3 ou 4, mas ficou no 1 a 1 por falta de pontaria e um gol mal anulado pela arbitragem. Agora, no Pacaembu, o Tricolor novamente mereceu vencer. Mas jogou mal se comparado com a partida do Peru.

Os visitantes se fecharam atrás do meio de campo e complicou os jogadores do São Paulo. O passe não saía redondo, o nervosismo estava na cara de muitos, o gol não vinha.

Se acertasse um contra-ataque certeiro, o César Vallejo acabaria com o sonho são-paulino do título, mas a inferioridade deles era tamanha que mal conseguiam chegar à frente.

Sete dias atrás, cheguei à ousadia de escrever que se continuasse com aquela atuação o São Paulo já era favorito ao título. Pelo o que mostrou nesta quarta-feira de cinzas, ainda não o é.

O gol de Rogério, já no finalzinho, fez com que a vitória fosse o resultado mais justo ao jogo. 1 a 0 magro diante de um rival limitado. Um Pacaembu lotado que apoiou mas também ficou nervoso com a demora no gol.

Dá pra tirar lições deste jogo. Já deu pra perceber que o São Paulo entrou no verdadeiro clima da Libertadores: é tensão, é nervosismo, haja coração, diria Galvão Bueno.

Agora, no Grupo 1, os desafios serão maiores, contra os sempre complicados River Plate e The Strongest, e o mais fácil Trujillanos. Agora sim começa a Libertadores de verdade! Resta saber como será o São Paulo em campo: o do Pacaembu ou aquele que foi muito bem no Peru (apesar do empate).

#futebol #saopaulofc #libertadores

Vídeo: isso sim é pressão na hora de bater um pênalti

Alguns dizem que cobrança de pênalti é loteria. Bobagem. É preciso qualidade e calma para o batedor. 

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Quando um jogo acaba e a decisão vai para os pênaltis, a pressão aumenta. E é pressão e cobrança de todos os lados: a sua, do time e da torcida. É a responsabilidade de fazer um gol e de não decepcionar seus companheiros.

Vídeo: isso sim é pressão na hora de bater um pênalti

Se muito jogador profissional já fica nervoso neste momento, imagina então alguém inexperiente. Quando vi um vídeo postado no site 'Universidade do Futebol', imaginei bem o nervosismo que o desconhecido Luciano Marques passou.

Luciano é jogador do Beco, um dos times do Campeonato no Vale das Pedrinhas, em Salvador. Era a final e o jogo ficou no zero. A partida então foi para os pênaltis. Se você acha que um jogador fica nervoso com a torcida contra num Morumbi ou Maracanã é porque ainda não viu esse vídeo abaixo.

Isso sim é pressão. E Luciano não aguentou a cobrança da torcida que estava dentro do campo de terra batida (porque grama que é bom...). Isso é jogo de Várzea, comum em todos os cantos do País. O vídeo logo viralizou na internet. Reparem num detalhe: Luciano também saca o celular e pede para um amigo filmar o lance decisivo.

Em 2015 um outro vídeo parecido também rodou bastante. Na final da Copa Amizade, em Mauá, na grande São Paulo, o Vila Junqueira, de Santo Andre, venceu o Dínamo, time da casa, por 24 a 23. E a pressão da torcida foi inacreditável.

#futebol

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