COMPORTAMENTO

MasterChef: Pablo, vamos fritar esse preconceito?

Diego Edu Fernandes
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Diego Edu Fernandes
MasterChef: Pablo, vamos fritar esse preconceito?

Apesar de ser um reality culinário, MasterChef é mais do que apenas um programa sobre gastronomia. No segundo episódio da temporada atual, exibido em 12 de setembro, foi possível tirar uma lição sobre preconceito elitista.

Tudo começou quando o competidor Pablo expressou certa preocupação durante seu depoimento. Ele disse que uma prova que tinha frango como protagonista seria uma chance para cozinheiros menos tarimbados não sentiram tanta dificuldade diante de adversários mais competentes. A problematização foi impulsionada diante da prova eliminatória, na qual cada cozinheiro tinha de destrinchar um frango inteiro para depois preparar um prato com a proteína.

Frango realmente não é dos ingredientes mais complexos da gastronomia. Exatamente por isso serve como bom parâmetro para mensurar a perícia de um cozinheiro, como foi registrado no episódio do reality.

A grande vencedora da prova foi Irina, que apostou nos sabores típicos do Nordeste. Antes disso, saiu-se muito bem na etapa técnica da competição e separou com perfeição os dez cortes de frango requisitados. Irina explicou que praticou muito essa tarefa em sua vida pessoal, pois frango foi uma constante no cardápio de sua família, de origem humilde.

E Pablo? Ele foi quase eliminado por ter servido um prato de peito de frango ressecado, sem a companhia de um molho. Só foi salvo porque Berta foi pior, pesando a mão no gengibre. Talvez com proteínas mais exóticas Pablo se desse melhor, mas antes precisa checar suas bases para não falar mais besteiras.’