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Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Fábio Hecico
há 2 anos21 visualizações

Nasci, cresci e até hoje moro na periferia. E adoro. Na infância, não via a hora de o dia amanhecer para já partir para o encontro dos amigos e iniciar mais um dia de traquinagens. Em tempos de férias, dei uma volta na rua dia desses e me assustei. A criançada evoluiu e não existem mais as brincadeiras antigas. Ninguém jogando bolinha de gude, rodando pião, jogando taco, andando de carrinho de rolimã ou brincando de pega-pega. As peladas na rua eram clássicas.

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Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Tá bom, estou um pouco velho para essas lembranças, mas ficar unido aos amigos era maravilhoso. Num dia quente de verão, vejo a molecada junta e sugiro: que tal brincarem de 'mãe da rua'. Mãe da rua? O que é isso? Ouço. Insisto: e garrafão? Ninguém sabe o que é isso.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Aff, estou viajando, penso. Mas vocês vão fazer o que? Talvez jogar Yu-gi-oh!. Daí sou eu quem não entendo nada. um combate de cartas, me informam. Credo, na minha época jogávamos Banco Imobiliário e isso nada tinha de jogo de tabuleiro. São batalhas de no máximo 30 segundos. Não gostei.

E jogar bola? Hoje não tem ninguém no clube, o dia é de tal e tal. Clube? Com data definida? Pelada é na rua, com duas pedras nos gols ou, se tiver pouco gente, algo raro antigamente, com dois chinelos de cada lado no golzinho. Não tem essa história de meião, chuteira e camisa numerada. time de camisa e outro sem.Dez minutos ou dois gols e entra o próximo. Até escurecer. Gostoso também era o vira seis acaba doze.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Esquece a bola. Está ultrapassada para os jovens de hoje. Bicicleta, que nos anos 80 ou 90 quem tinha, era uma bem gasta e montada com peças diferentes, hoje são modernas, não sei quantas marchas, freios sofisticados e tudo o mais. Para se dar duas ou três voltas na rua e desistir. Eles querem andar nos parques.

Jogar taco, como era legal. Acaba doze e três para trás entrega o taco. Derrubou a lata ou queimou fora da cela, também. Quantas bolinhas de tênis ou mesmo de plástico desaparecidas com aquelas rebatidas fortes. Duas latas, uma bolinha e dois cabos de vassoura e horas de diversão.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Carrinho de rolimã os jovens de hoje nem sabem o que são. Fazer um pião 'zuncar' nem pensar. E rapelar o amigo, chinando todas as suas bolinhas ou limpando a cela? Ha, ha, ha, isso soa falar em grego ou russo.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Olhando para os céus, ao menos, vemos as pipas. Essa brincadeira não acabará nunca. Um ponto positivo entre passado e presente. Mas vá pedir para uma criança fazer rabiola, estirante, enrolar a linha numa lata de leite ninho... Hoje vem tudo mastigado: linha enrolada em lata chique, própria para a arte de soltar pipas, já com cerol, pipas prontas, esperando apenas para serem colocadas no alto. Assim fica fácil e ninguém mais quer correr atrás de um 'mandado'. Levou 'relo' (foi cortado) e basta comprar um novo por R$ 0,80.

Nos dias de hoje, com videogames de última geração e jogos on-line de computadores sofisticadíssimos, as amizades se direcionam a um teclado ou controle e um head set para a comunicação via skype. Amizade à distância e que dura por horas durante um dia. Não me apego, prefiro minha infância. Mas cada um na sua.

São tantas as brincadeiras de infância que às vezes a gente sempre deixa uma passar. Escravos de Jó, amarelinha, mãe da mula, cabo de guerra, pular corda, pega-pega, esconde-esconde, salva turma... Tempo bom que não volta mais.

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Fábio Hecico
há 2 anos8 visualizações

É tradição do brasileiro ir ao menos uma vez na semana à feira livre ou ao sacolão, comprar frutas e verduras. Por tabela, o pit stop na banca de pasteis é obrigatório. Quem não ama esta iguaria recheada de sabores? São Paulo se prepara para um fim de semana para aguçar o apetite até de quem evita frituras. No fim de semana prolongado do aniversário da cidade, entre 23 e 25 de janeiro, acontecerá o 1ª Festival do Pastel, com entrada franca no Memorial da América Latina.

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São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Os tradicionais carne, queijo, pizza e bauru prometem não fazer feito diante de pasteis que se destacam pelo tamanho, o tanto de recheio e o sabor exótico, como os doces de brigadeiro, doce de leite, ou mesmo os de bacalhau e camarão.

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Só falar em pastel já dá aquela água na boca. E, para ninguém ter de ficar esperando a Feira do Pastel, daqui a duas semanas, resolvemos mostrar algumas bancas ou endereços que tiram qualquer um do regime.

CONFIRA PONTOS PARA COMER COM GOSTO UM PASTEL. OU MAIS.

Pastel da Maria

Eleito o melhor pastel de 2010, na época ainda servido em uma barraca no Pacaembu, a casa cresceu e já conta com nove unidades em São Paulo e delivery. http://www.pasteldamaria.com/ 

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Yoka

Fundado em 1996 pelo senhor Takashi Yokoyama, a Yoka é uma tradicional empresa familiar que se caracteriza pela preservação de um antigo processo de preparação artesanal. Com massa sequinha e crocante, os pasteis vão desde o sabor tradicional até os que levam culinárias japonesas. 

Rua dos Estudantes, 37, Liberdade. http://www.yoka.com.br/

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Pastel do Trevo

Tradicional na Praia de Bertioga, ganhou uma outra unidade na Pompéia e intitula-se "O Maior e Melhor do Brasil". No cardápio, 42 sabores salgados e outros 13 doce. Todos feitos em dois tamanhos: 30 ou 15 centímetros. Camarão, bacalhau, carne seca e carne louca estão entre os mais pedidos. 

http://www.pasteistrevo.com.br/

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

A Pastella

Especialista em pasteis, a casa se destaca, além do sabor, pelo fato de o cliente escolher os ingredientes do produto. E também por ser mais natural: são fritos no óleo de Canola. Os valores variam de R$ 5,90 a R$ 13,90, com três sabores e mais um tempero. A combinação entre Calabresa, Catupiry e alho poró está entre as sugestões da casa, que fica na Chácara Santo Antônio.

http://www.apastella.com.br/

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Pastel Croc 30

Com recheios entre 220 e 380 gramas, o Pastel Croc promete prender o fanático pela iguaria pela crocância da massa e as infinitas combinações de sabores. Atende em dois endereços, além do delivery, com pasteis de 30 centímetros suculentos. Destaque para carne especial e berinjela à milanesa na massa tradicional ou integral.

http://www.pastelcroc30.com.br/

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Barraca do Zé

Para quem está na rua e não quer encarar filas ou salões fechados, uma ótima pedida é a Barraca no Zé, na Praça Charles Miler. Chegue antes do meio-dia e aproveite os pasteis bem servidos de recheios. Fundada por José Hiromi, promete conquistar os visitantes da feira do Pacaembu pelo sabor. Os sabores são os tradicionais.

São Paulo organiza o 1° festival do pastel. Saiba onde saborear a delícia antes

Empório do Pastel

Pastel triangular feito "em uma massa sem igual". Também apontado como "melhor de São Paulo", tem no formato um diferencial. E o outro está nos sabores exóticos, como o de Siri, Strogonoff, Espaguete, Feijoada e Camarão Chiclete. 

http://www.emporiodopastel.com.br/

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Pastelaria Victoria Brasileira

Com 15 anos no Horto Florestal, a casa especializada também em lanches e salgados, caracteriza-se por servir a guloseima nos sabores tradicionais, especiais ou doces, com "amor" e muito sabor. Vale degustar um de chocolate com banana.

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