Histórias dos Esportes
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Astro do beisebol se aposenta e abre mão de US$ 13 milhões após censura ao filho

Por todos os clubes onde passou, Adam LaRoche sempre teve um amuleto de sorte: a companhia do filho Drake, hoje de 14 anos. Faça chuva ou faça sol, o garoto sempre acompanha o pai em seus treinos e jogos na Major League Baseball (MLB). A presença do menino nos treinamentos parece ter incomodado o presidente do Chicago White Sox que resolveu limitar as visitas. O jogador, então, optou pela aposentadoria e abriu mão de um contrato de US$ 13 milhões de salário.

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Astro do beisebol se aposenta e abre mão de US$ 13 milhões após censura ao filho

Jogador de prestígio, o primeira base e rebatedor designado, dono de marcas impressionantes na carreira -
255 home runs na carreira e 882 rebatidas com corridas impulsionadas - anunciou que pendurou as luvas e o anúncio veio com uma indireta ao chefão.

LaRoche não ficou nada satisfeito com a censura de Ken Williams a seu herdeiro. "Muito obrigado senhor pelo jogo de beisebol e por ter me dado muito mais que eu merecia. #Family First" postou o jogador.

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Williams disse ao rebatedor que não podia ter seu filho 100% do tempo no clube. Justificou que era prejudicial à preparação, à concentração. Argumentou, ainda, que clube algum faz isso, apesar de dizer que Drake era bem querido no White Sox.

A sugestão era de no máximo 50% da presença do filho, o que magoou profundamente LaRoche. Filho e irmão de jogadores de beisebol, ele sempre esteve ao lado de seus incentivadores e via aquilo como uma afronta.

Astro do beisebol se aposenta e abre mão de US$ 13 milhões após censura ao filho

Ele, com razão e muita amor no coração, fez o caminho que muitos gostariam de poder fazer na vida com apenas 36 anos: ficar o tempo todo com seu herdeiro, seu guri, sua maior conquista na vida. Quem não gostaria de ter um pai assim?

Azar do White Sox. Em 9 de suas 11 temporadas na Major League Baseball (MLB) o rebatedor anotou 20 ou mais Home Runs. Um dos grandes nomes da MLB, ele recebeu até a Luva de Ouro.

E agora dedicará todo o seu tempo para Drake. Companheiros deram apoio à decisão do rebatedor.

O White Sox ainda tenta reverter a opção de LaRoche, mas dificilmente vai convencê-lo, já que sempre mostrou-se satisfeito por contar com Drake a seu lado e não em uma creche. Uma lição de como é ser pai de verdade. Para ele eu me curvo.

Quanta covardia. Torcida invade o campo no Congo e bate em árbitro indefeso

Fábio Hecico
há 2 anos9 visualizações

Ele correu, e como correu. Mas de nada adiantou. Um golpe certeiro e acabou caindo. Para seu desespero, uma multidão se aproximou e ele acabou sofrendo todo o time de golpe possível: chutes, pisões, socos. Bandido? Sequestrador? Não, se tratava de um árbitro assistente de futebol que estava cumprindo o seu trabalho no Congo.

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As cenas lamentáveis aconteceram no fim de semana em jogo válido pela décima rodada dos playoffs do Campeonato Congolês.

O jogo entre Daring Club Motema Pembe (DCMP) e Dauphon Noir, os torcedores se revoltaram com lances polêmicos da arbitragem e resolveram invadir o gramado para tomar satisfações.

O assistente nem teve como se defender, quando viu a revolta da torcida. A saída foi correr. Mas era muita gente atrás e ele acabou ' capturado', apanhando sem dó.

Num ato covarde, com todos contra um, ele acabou caído, sem forças para se levantar, com nariz sangrando e olho bastante inchado. Saiu de campo numa maca em mais uma tarde de barbárie no futebol.

Ao invés de punir os agressores, prendê-los e impedi-los de voltar aos gramados, a Confederação Congolesa de Futebol resolveu apenas dar a vitória ao Dauphin Noir ( o jogo estava empatado).

Se a moda pegar, toda rodada terá um árbitro apanhando aqui no Brasil. Os homens do apito são recordistas de erros no País.

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