Histórias dos Esportes
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Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Fábio Hecico
há 2 anos2 visualizações

Nasci, cresci e até hoje moro na periferia. E adoro. Na infância, não via a hora de o dia amanhecer para já partir para o encontro dos amigos e iniciar mais um dia de traquinagens. Em tempos de férias, dei uma volta na rua dia desses e me assustei. A criançada evoluiu e não existem mais as brincadeiras antigas. Ninguém jogando bolinha de gude, rodando pião, jogando taco, andando de carrinho de rolimã ou brincando de pega-pega. As peladas na rua eram clássicas.

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Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Tá bom, estou um pouco velho para essas lembranças, mas ficar unido aos amigos era maravilhoso. Num dia quente de verão, vejo a molecada junta e sugiro: que tal brincarem de 'mãe da rua'. Mãe da rua? O que é isso? Ouço. Insisto: e garrafão? Ninguém sabe o que é isso.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Aff, estou viajando, penso. Mas vocês vão fazer o que? Talvez jogar Yu-gi-oh!. Daí sou eu quem não entendo nada. um combate de cartas, me informam. Credo, na minha época jogávamos Banco Imobiliário e isso nada tinha de jogo de tabuleiro. São batalhas de no máximo 30 segundos. Não gostei.

E jogar bola? Hoje não tem ninguém no clube, o dia é de tal e tal. Clube? Com data definida? Pelada é na rua, com duas pedras nos gols ou, se tiver pouco gente, algo raro antigamente, com dois chinelos de cada lado no golzinho. Não tem essa história de meião, chuteira e camisa numerada. time de camisa e outro sem.Dez minutos ou dois gols e entra o próximo. Até escurecer. Gostoso também era o vira seis acaba doze.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Esquece a bola. Está ultrapassada para os jovens de hoje. Bicicleta, que nos anos 80 ou 90 quem tinha, era uma bem gasta e montada com peças diferentes, hoje são modernas, não sei quantas marchas,freios sofisticados e tudo o mais. Para se dar duas ou três voltas na rua e desistir. Eles querem andar nos parques.

Jogar taco, como era legal. Acaba doze e três para trás entrega o taco. Derrubou a lata ou queimou fora da cela, também. Quantas bolinhas de tênis ou mesmo de plástico desaparecidas com aquelas rebatidas fortes. Duas latas, uma bolinha e dois cabos de vassoura e horas de diversão.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Carrinho de rolimã os jovens de hoje nem sabem o que são. Fazer um pião 'zuncar' nem pensar. E rapelar o amigo, chinando todas as suas bolinhas ou limpando a cela? Ha, ha, ha, isso soa falar em grego ou russo.

Brincadeira de criança, como é bom, como é bom... Mas onde estão?

Olhando para os céus, ao menos, vemos as pipas. Essa brincadeira não acabará nunca. Um ponto positivo entre passado e presente. Mas vá pedir para uma criança fazer rabiola, estirante, enrolar a linha numa lata de leite ninho... Hoje vem tudo mastigado: linha enrolada em lata chique, própria para a arte de soltar pipas, já com cerol, pipas prontas, esperando apenas para serem colocadas no alto. Assim fica fácil e ninguém mais quer correr atrás de um 'mandado'. Levou 'relo' (foi cortado) e basta comprar um novo por R$ 0,80.

Nos dias de hoje, com videogames de última geração e jogos on-line de computadores sofisticadíssimos, as amizades se direcionam a um teclado ou controle e um head set para a comunicação via skype. Amizade à distância e que dura por horas durante um dia. Não me apego, prefiro minha infância. Mas cada um na sua.

São tantas as brincadeiras de infância que às vezes a gente sempre deixa uma passar. Escravos de jó, amarelinha, cabo de guerra,pular corda,mãe da mula, pega-pega, esconde-esconde, salva turma... Tempo bom que não volta mais.

Roberto Carlos daria certo no comando do Real Madrid B? Ele já pensa em Neymar

Fábio Hecico
há 2 anos6 visualizações

O lateral-esquerdo pentacampeão Roberto Carlos ganhou um bom motivo para abandonar de vez a carreira de jogador e se dedicar de vez à de técnico. Ele recebeu uma ligação da Espanha convidando-o para assumir a vaga de Zinedine Zidane no Real Madrid B e, mesmo antes de assinar, já revela uma de suas missões. "Quem sabe eu não posso ajudar para o Neymar vir para Madri", brinca.

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Roberto Carlos daria certo no comando do Real Madrid B? Ele já pensa em Neymar

'Enganando' em campo no futebol da Índia, onde divide as ações de jogador e técnico do Delhi Dynamos desde julho de 2015, o lateral-esquerdo afirmou ao Punta Pelota, da Espanha, que terá novidades sobre o seu futuro até sexta-feira.

Roberto Carlos daria certo no comando do Real Madrid B? Ele já pensa em Neymar

Ídolo no clube merengue, onde conquistou 13 títulos, entre eles três Champions League, o carequinha da seleção brasileira já faz as malas para voltar ao futebol europeu. Caso confirme seu acerto com o Real Madrid, ele terá sua primeira experiência para valer como treinador.

Desde 2013, quando optou pela dupla carreira, ele já dirigiu uma equipe por 91 vezes. Em três clubes, somou mais derrotas do que vitórias. São 38 resultados negativos diante de 31 positivos. Roberto Carlos dirigiu os desconhecidos Sivasspor e Akhisar Belediyespor, da Turquia, e o Dephi Dynamos, da Índia.

Roberto Carlos daria certo no comando do Real Madrid B? Ele já pensa em Neymar

"Estamos conversando, mas como vou passar uns dias fora, até sexta-feira definimos meu futuro no clube. Diretor executivo acho difícil, o que quero mesmo é aprender com o Zidane e ajudá-lo nos treinamentos. E se o presidente me deixar ficar no clube, posso fazer com que ele venha para Madri", diz, às gargalhadas.

Além da possibilidade de assumir o Real Madrid B, com a missão de formar jogadores para a equipe principal, Roberto Carlos também não descarta uma vaga de auxiliar-técnico. O certo é que está maluco para voltar à antiga casa. 

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