Histórias dos Esportes
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Fórmula 1 começa e quase ninguém liga. Por que modalidade não empolga mais?

Mãe, por favor me acorda cedo amanhã que quero ver a corrida. Eu ainda era moleque é não perdia um domingo de Fórmula 1. Queria ver Senna, Piquet, Mansell, Prost... Esta noite começa a temporada 2016 com treinos na Austrália (serão 21 etapas). E estou dando de outros. Como eu, muita gente anda desanimada com a falta de emoção da categoria. Não por acaso. Sobram motivos para explicar tal queda.

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Fórmula 1 começa e quase ninguém liga. Por que modalidade não empolga mais?

Falta competitividade, briga pelo primeiro lugar, brasileiros competentes, pilotos carismáticos...

A prova que o brasileiro perdeu o tesão (desculpe a sinceridade) com a Fórmula 1 veio da audiência do GP Brasil do ano passado. A pior da história da emissora, com 10,5 pontos.

Ela despenca a cada ano. Até a chamada da tevê é broxante. Antes ela chamava o povo para disputas empolgantes por ultrapassagens e vitórias. Agora aparece um Galvão Bueno falando de seus 41 anos na Fórmula 1 e lembrando que o ego pode ser o maior adversário de um piloto.

Rende-se que Lewis Hamilton só perde para ele mesmo antes mesmo da primeira tomada de tempo. Os motores nem roncaram e o inglês da Mercedes já larga com enorme vantagem sob a concorrência.

Fórmula 1 começa e quase ninguém liga. Por que modalidade não empolga mais?

Vejam alguns motivos para o povo desprezar a mais rica categoria do automobilismo.

Falta competitividade.

As disputas por posições e também no Mundial de pilotos se limitam a dois pilotos, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, a dupla da soberana Mercedes.

Fórmula 1 começa e quase ninguém liga. Por que modalidade não empolga mais?

Brasileiros ruins

Felipe Massa e Felipe Nasr nem de longe lembram os grandes nomes que o País já teve. Massa, com discurso derrotado, já diz que a Williams brigará pelo terceiro lugar no Mundial de Construtores. Mas sonha em repetir um quinto que teve ano passado, também na Austrália, onde correm domingo.

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Cadê o 'barbeiro'?

Era muito legal ver alguém tentar ultrapassar o japonês Satoro Nakajima. O piloto dos olhinhos puxados adorava uma batida. Tirou uma vitória de Senna em Interlagos, por exemplo.

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Estratégias das equipes

Antes a gente vivia empolgado com as 'loucuras' que as equipes faziam para ganhar posições com trocas de pneus, mais tempo na pista. Agora todos fazem o mesmo tanto de trocas, os tempos se equipam nos boxes. Não é mais um jogo de xadrez.

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Falta arrojo

O cara tira 15, 20 segundos de diferença é quando encosta no piloto da frente não consegue buscar uma ultrapassagem ousada. Fica esperando um erro que muitas vezes não vêm ao invés de colocar de lado e partir para o ataque.

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Gigantes sem potência

Ferrari e, principalmente a McLaren, não conseguem criar um motor forte capaz de fazer sombra à Mercedes. A Scuderia italiana fica no retrovisor, enquanto o time de Fernando Alonso parece uma carroça velha. Só quebra ou acava as provas muitas voltas atrás.

Fórmula 1 começa e quase ninguém liga. Por que modalidade não empolga mais?

Falta carisma

Não há aquele piloto divertido, cativante, que empolgue o público por sua simpatia. Quem nunca torceu por um cara mais lento só por causa de sua alegria? Hoje tem muita gente marrenta, emburrada e de nariz empinado.

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Hospital torce por renovação de Yayá Touré com o Manchester City. Entenda.

Dias atrás, o agente de Yayá Touré foi claro ao dizer que seu jogador deixará o Manchester City no meio do ano com a chegada do técnico Pep Guardiola. Mas parece que suas intenções estão mudando e ele já faz até 'pressão' para renovar. O 'golpe baixo' nos dirigentes fará a alegria de muito gente. Touré promete doação de um milhão de libras por ano para um hospital do câncer.

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Hospital torce por renovação de Yayá Touré com o Manchester City. Entenda.

Em 2014, enquanto ele e Kolo defendiam a Costa do Marfim na Copa do Mundo do Brasil, seu outro irmão, Ibrahim, perdeu a luta contra o câncer num hospital de Manchester.

Hospital torce por renovação de Yayá Touré com o Manchester City. Entenda.

Mas Yayá não se esquece do esforço dos médicos e enfermeiros e o carinho que foi dedicado a seu irmão e quer ajudar para que outras vítimas da doença possam ser tratadas e curadas.

Hospital torce por renovação de Yayá Touré com o Manchester City. Entenda.

Atualmente Yayá ganha 220 mil libras por semana e caso conseguisse a renovação no meio do ano, vai destinar um mês a cada doze do seu pagamento para o hospital.

Hospital torce por renovação de Yayá Touré com o Manchester City. Entenda.

O meio-campo faria a alegria de muita gente e continuaria com seu sonho europeu apesar de não se dar bem com o futuro chefe.

Ele faz pressão na direção e diz que dinheiro não é o problema para um novo acordo - apesar da bagatela que recebe hoje em dia. A prova que cifras não mexem com sua cabeça foi a recusa de proposta tentadora do futebol chinês.

Agora o coro aumentou e a pergunta é: vai renovar City?.

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