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Gosta de surfe? Veja os melhores momentos do lendário torneio de ondas grandes

Fábio Hecico
há 2 anos1 visualizações

John John Florence não é mais apenas um jovem talentoso e promissor do surfe mundial. O jovem havaiano, aos 23 anos, finalmente escreveu seu nome na modalidade ao conquistar a nona edição do Quicksilver in Memory of Eddie Aikau no Havaí, o quintal de casa.

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Aos 23 anos, ele superou 27 lendas do surfe e, com manobras radicais e de plástica impressionantes, ergueu o troféu que muitos surfistas sonham terem suas galerias ao dominarem ondas de mais de 10 metros de altura.

Um feito de gente grande. E vale lembrar que em 1992, ano de nascimento de John John Florence, a história já registrava três edições da competição.

John John Florence, o menino de Oahu, dominou, quebrou ondas e recolocou o Havaí no topo da competição.

"Estava ansioso por fazer parte disso, nervoso e pensava que só queria entrar no evento e apanhar algumas ondas", afirmou o eufórico Florence.

Apontado como um dos maiores surfistas do planeta, o jovem havaiano contou como respirava a competição. "Vinha de bicicleta logo pela manhã e senti a energia dos milhares que já estavam no parque. Vivi aqui a minha vida inteira e nunca tinha visto algo assim. Nunca tinha feito parte de um evento como este. Isto foi, sem qualquer dúvida, um dos maiores momentos da minha vida. Vencer foi um sonho tornado realidade, principalmente perante estas lendas. Muitos deles são os meus heróis", admitiu.

Quinto colocado, Kelly Slater é um dos gênios das ondas que serve de combustível para John John sempre buscar a perfeição.

Bater num ídolo (e em outros 26 surfistas da nata, os famosos Big Riders) consagrou o menino que todos falam ser o mais promissor da modalidade.

Agora é esperar por novas competições e olhar com mais carinho para esse novo garoto prodígio.

Todo mundo quer imitar o pênalti ousado de Messi e Suárez. Nem sempre dá certo

Messi ajeita a bola. O narrador já se prepara para gritar mais um gol do craque do Barcelona. O camisa 10 não perde pênalti. Mas ele corre e... Toca de lado para Suárez completar o lance. Goooool, solta o grito o surpreso narrador ao ver um lance inusitado, diferente. No mundo da bola, não é novidade, até no Brasil o pênalti em dois toques já foi visto. Mas nem sempre a ousadia dá certo.

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Depois de ver o Barcelona abusar, jogadores de um time do Zimbábue (Dynamos, diante do Whawha) não tiveram dúvida. Bola na cal e lá vão eles para a consagração. Para ganhar as manchetes como craques ousados. Heróis do país...

Mas o lance, apesar de parecer simples, não teve um desfecho esperado para os atabalhoados do Zimbábue. A demora ao ajeitar a bola e o olhar para trás entregaram o desfecho. Veja só o que aconteceu na hora de correr para o abraço.

Abusar da sorte numa cobrança de pênalti nem sempre dá certo. Na verdade, por vezes o cobrador acaba com cara de banana, com sorriso amarelo e alvo da revolta de sua torcida. O pior só podia ser português. Piada pronta.

Num clássico inglês entre Arsenal e Manchester City em 2011, quem ficou sem graça com a jogada foi o centroavante Pires, que só tocou de raspão na bola, não chutada por Henry. Errou e ouviu poucas e boas do defensor rival.


A maioria das vezes dá certo. E para quem se encantou com o de Messi e Suárez é pelo fato de não ter visto um de tabela. A gente mostra essa invenção que virou pintura num jogo do Ajax.

No Brasil, o América-MG se deu bem no entrosamento entre Euller e Douglas.


E já que o assunto é pênalti diferente, ousado, vamos ver também alguns engraçadinhos. Tem de cada maneira diferente que até o treinador às vezes não segura o sorriso. Vamos a eles.

Depois destes gols abusados, criativos ou na base da sorte, nada mais justo que darmos risada da desgraça alheia numa seleção com os piores pênaltis do planeta. Estou morrendo de rir com a última cobrança.

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