Histórias dos Esportes
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Muitos jogadores vivem no mundo da lua. Conheça algumas atitudes sem noção

Fábio Hecico
há 2 anos3 visualizações

Lidar com jogadores de futebol não é fácil. Muitos boleiros são despreparados ou arrogantes na hora de falar. Vivem no mundo da lua talvez induzidos pelas altas cifras e o mundo de celebridades em que vivem. Alguns, mais espertos, fazem seus clubes de gatos e sapatos.

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Com a experiência de muitos anos na cobertura diária destes ídolos dos torcedores de Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Flamengo, Vasco, Inter, Grêmio, Cruzeiro, entre outros, vamos mostrar como os dirigentes são reféns no mundo da bola. Não que sejam bobos também.

Basta ver uma janela de transferência. As despedidas ou justificativas dadas. As entrevistas, sejam de apresentação ou após um jogo. Preservaremos nomes para evitar exposições desnecessárias. Apenas vamos mostrar como se comportar e os tipos mais malucos do mundo da bola.

Tem jogador que faz juras de amor ao clube. “Só defendo tão camisa no meu País”. Maravilha. Mas sai para o sonho europeu e, no retorno, por tanta paixão, pede salários de um milhão. E, pior, volta uma, duas, três vezes. Haja amor e dirigente burro para ser usado.

Muitos jogadores vivem no mundo da lua. Conheça algumas atitudes sem noção

Outros, para evitar conflito com a torcida, justifica uma negociação de maneira mais esdrúxula ainda. “Não queria que viesse a proposta.” Não podia recusá-la? “Era irrecusável.” Sei.

A coisa mais sem noção é o famoso “tenho de pensar no melhor para minha família.” Pela tranquilidade dos entes queridos, o boleiro desejado abandona os pais, avós, irmãos, sobrinhos, no Brasil para jogar no badalado Leste Europeu, no brilhante futebol árabe ou no concorrido asiático. Não faz nem uma ligação para acalmar mãe e pai para dizer: “A viagem correu tudo bem, chegamos.”

Os filhos, normalmente pequenos e cheios de amiguinhos por aqui, vão conhecer uma cultura completamente diferente, idioma que não entenderão uma vírgula e, portanto, ficarão reclusos. Perdem o ano na escola. As esposas evitam reclamar, pois vivem na mordomia, mas logo cobram o retorno ao País.

Nos retornos, há quem faça ‘caridades’ ao clube. “Enquanto não jogar, aceito receber apenas 10% do salário.” Justo para quem não está exercitando a profissão para qual foi contratado? Sim, não fossem esses 10% uma bagatela de R$ 50 mil.

Tem gente que chega e, para fazer média, vai logo beijando a camisa. Quer mostrar todo amor pelo clube com o qual acabou de assinar e na hora de falar o nome completo da entidade... Erra. Tenta consertar e... Piora. Deixa pra lá.

E aqueles que choram? Lágrimas e mais lágrimas. De crocodilo, lógico. “É duro sair daqui”. Sim. Vai ficar rico, morar na Europa e está chorando. E a pobre torcida acredita neste amor.

Muitos jogadores vivem no mundo da lua. Conheça algumas atitudes sem noção

Sem contar tais beijos. Já deram no fornecedor de material e, pasmem, até no patrocinador. Talvez seja pelo fato de ali estar o nome de um banco. É a garantia de muita grana na conta no fim do mês.

Tem beijoqueiro por aí que nem sabe mais qual é o clube do coração. São tantas cores defendidas, alguns jogam em quatro rivais num estado.

Muitos jogadores vivem no mundo da lua. Conheça algumas atitudes sem noção

A bola começa a rolar nos amistosos ou torneios de pré-temporada daqui a uma semana. Com ela, voltam as famosas declarações pós jogos.

O time saiu derrotado, humilhado e lá vem o repórter: “Como explicar essa derrota?”. “Fomos bem, lutamos, agora é continuar trabalhando.” Ninguém vai bem numa surra. Os sem noção talvez nem ouçam as perguntas. “Fulano de tal se machucou gravemente, o que dizer nessa hora?”. “O time está evoluindo, estamos mostrando nosso futebol.” Ha, ha, ha, é cômico.

Os que preferem evitar papo, usam enormes fones de ouvido e fingem estar ouvindo aquela música no maior som. Alguns esquecem e deixam à mostra o fim desconectado. Muitas estrelas, principalmente de seleção, usam do ridículo expediente. Também, quando abrem a boca, haja bobagem ou inspiração. "Sim, claro, com certeza, vamos manter o equilíbrio, jogar de igual para igual, lutar, blábláblá...."

Muitos jogadores vivem no mundo da lua. Conheça algumas atitudes sem noção

São tantas as atitudes para desanimar ou desencorajar muitos torcedores, mas basta a bolar rolar para valer e lá estará ele, roendo unhas, se descabelando para torcer pelo seu time de coração. Ah, futebol, como você é apaixonante.

Minnesota x Seattle será sob intenso frio. Veja os 10 jogos mais gelados da NFL

Fábio Hecico
há 2 anos1 visualizações

Preparem os casacos, não esqueçam os gorros, as luvas e as meias de lã. De preferência nas cores do time de coração, afinal de contas é duelo de playoff. A previsão do tempo para o duelo entre Minnesota Vikings e Seattle Seawalks, domingo, pela NFL, é de muito frio e apenas 1 grau na hora do jogo (com sensação térmica de até menos 15). Pode até nevar.

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Minnesota x Seattle será sob intenso frio. Veja os 10 jogos mais gelados da NFL

Minneapolis, palco do confronto do wild-card, é a maior cidade de Minnesota, que faz fronteira com o Canadá e chega a marcar impressionantes -55 graus na época mais fria do ano. Fria por natureza, está acostumada às baixas temporaturas. Mas para um jogo de NFL, será a primeira vez num playoff com temperatura tão baixa. Caso seja mesmo disputado com 1 grau, ou menos, o jogo entrará para a lista dos 10 mais frios.

Minnesota x Seattle será sob intenso frio. Veja os 10 jogos mais gelados da NFL

Como o coberto Metrodome foi destruído em 2014 para a construção do novo estádio dos Vikings -deve ficar pronto no meio do ano e será propriedade dos torcedores- o time está atuando no aberto e gelado TCF Stadium. Tratores para retirar possíveis camadas de gelo e cobertores elétricos já estão preparados.

Na história, o recordista do gelo é de 1967 em Lambeau Field, a casa do Green Bay Packers, que enfrentou o Dallas Comboys no 'IceBowl', com -13 º C e sensação de- 46º C.

Acompanhe a lista dos 10 jogos mais frios da NFL

1º - 31 de dezembro de 1967 - Lambeau Field

The Ice Bowl, entre Green Bay Packers e Dallas Comboys foi disputado sob -13º C e com sensação térmica de - 48º C

2º - 10 de janeiro de 1982 - Riverfront Stadium

Confronto da fase classificatória da AFC entre Cinccinnati Bengals e SanDiego Chargers registrou -9º com sensação de - 59º

3º - 7 de janeiro de 1996 - Arrowhead Stadium

Duelo dos playoffs entre KansasCity Chiefs e Indianapolis Colts foi sob temperatura de -6 graus

4º - 4 de janeiro de 1981 - Cleveland Municipal Stadium

Cleveland Browns e Oakland Raiders se enfrentaram pelos playoffs da AFC num frio de 5 graus negativos

5º - 20 de janeiro de 2008 - Lambeau Field

A temporatura foi a menos 4 graus no jogo entre o Green Bay Packers e o New York Giants. A sensação bateu em - 24º C

6º - 3 de dezembro de 1972 - Metropolitan Stadium

Minnesota Vikings encarou o ChicagoBears sob 2 graus negativos e sensação de menos 26.

7º - 10 de dezembro de 1972 -Metropolitan Stadium

Com termômetro cravando 0 grau, o Minnesota encarou o Green Bray Packers. A sensação foi de - 18º C

8º - 26 de dezembro de 1993 -Lambeau Field

Green Bray Packers e Los Angeles Raiders se encararam debaixo de frio de 0 grau.

9º - 15 de janeiro de 1994 - Ralph Wilson

Buffalo Bills e Los Angeles Raiders foi disputado sob 0 grau e sensação términa de 32 graus negativos

10º - 22 de dezembro de 1990 - Lambeau Field

Green Bay Packers e Detroit Lions registrou 2 graus. 

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