Histórias dos Esportes
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Todo mundo quer imitar o pênalti ousado de Messi e Suárez. Nem sempre dá certo

Messi ajeita a bola. O narrador já se prepara para gritar mais um gol do craque do Barcelona. O camisa 10 não perde pênalti. Mas ele corre e... Toca de lado para Suárez completar o lance. Goooool, solta o grito o surpreso narrador ao ver um lance inusitado, diferente. No mundo da bola, não é novidade, até no Brasil o pênalti em dois toques já foi visto. Mas nem sempre a ousadia dá certo.

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Depois de ver o Barcelona abusar, jogadores de um time do Zimbábue (Dynamos, diante do Whawha) não tiveram dúvida. Bola na cal e lá vão eles para a consagração. Para ganhar as manchetes como craques ousados. Heróis do país...

Mas o lance, apesar de parecer simples, não teve um desfecho esperado para os atabalhoados do Zimbábue. A demora ao ajeitar a bola e o olhar para trás entregaram o desfecho. Veja só o que aconteceu na hora de correr para o abraço.

Abusar da sorte numa cobrança de pênalti nem sempre dá certo. Na verdade, por vezes o cobrador acaba com cara de banana, com sorriso amarelo e alvo da revolta de sua torcida. O pior só podia ser português. Piada pronta.

Num clássico inglês entre Arsenal e Manchester City em 2011, quem ficou sem graça com a jogada foi o centroavante Pires, que só tocou de raspão na bola, não chutada por Henry. Errou e ouviu poucas e boas do defensor rival.


A maioria das vezes dá certo. E para quem se encantou com o de Messi e Suárez é pelo fato de não ter visto um de tabela. A gente mostra essa invenção que virou pintura num jogo do Ajax.

No Brasil, o América-MG se deu bem no entrosamento entre Euller e Douglas.


E já que o assunto é pênalti diferente, ousado, vamos ver também alguns engraçadinhos. Tem de cada maneira diferente que até o treinador às vezes não segura o sorriso. Vamos a eles.

Depois destes gols abusados, criativos ou na base da sorte, nada mais justo que darmos risada da desgraça alheia numa seleção com os piores pênaltis do planeta. Estou morrendo de rir com a última cobrança.

Pelé, mito a ser imitado. Apanhava muito e respondia com soco. No ar, festejando

Fábio Hecico
há 2 anos1 visualizações

O zagueiro chega, encosta, e lá está Neymar gritando e chorando com tanta dor que dá até pena. Coisa feia de se ver a simulação do jogador a cada faltinha. Fingimento que parece ter infestado muitos outros jovens que ainda buscam espaço no futebol. Todos deviam ver mais os vídeos de jogos de Pelé para terem vergonha na cara.

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O rei do futebol encantou a carreira toda. Gols de tudo quanto é tipo. Um mais belo que o outro. Mas também apanhou muito. Preferia peitar o rival, encará-lo, a ficar se contorcendo de dor como os "gênios" de hoje fazem até quando levam um arranhão ou um assopro.

A final da Libertadores de 1963 devia servir de bíblia para todo brasileiro que sonha em ser um mito. Ou mesmo um jogador de respeito.

Nele, em jogo disputado em uma Bombonera lotada ( mais de 60 mil hinchas de azul e amarelo), vemos uma aula de futebol e de comportamento de Pelé.

O rei apanha sem dó dos argentinos do Boca Jrs. Não baixa a cabeça, não se rende às provocações. Nada o intimida. Cada grito, cada vaia, servia de motivação.

Vem a trombada e rapidamente o maior de todos está de pé. O calço por trás não o impede de continuar na jogada. A tesoura no meio das pernas, a cotovelada, a rasteira... Tudo só fez engrandecer ainda mais o triunfo santista por 2 a 1, calando uma das mais barulhentas torcidas do planeta.

Os gols, óbvio, ambos com a genialidade e frieza de Pelé. O Boca precisava vencer e fez 1 a 0 já no segundo tempo. Mas havia um camisa 10 precioso do outro lado. E ele fez a diferença. Primeiro, após assistência entre os zagueiros precisa para Coutinho empatar. Depois, após dar caneta no marcador e garantir a virada. A vitória. O título.

A resposta para tanta provocação e pontapés veio com socos. No ar, para festejar. Aprenda molecada.

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