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Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Fábio Hecico
há 2 anos2 visualizações


Um é pouco, dois é bom e três... é o ideal para se montar um time vencedor na NBA. Não entendeu? Muitas equipes da Liga contam com grandes jogadores, duplas fantásticas, mas os times de destaque são aqueles que têm um trio ofensivo de peso.

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Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Daí vem o diferencial do Golden State Warriors, atual campeão e melhor da temporada, do San Antonio Spurs, segunda campanha, e do Cleveland Cavaliers, vice-campeão e atualmente com o terceiro melhor desempenho.

As três equipes dividem o favoritismo ao título nas bolsas de apostas. Poucos ousam dizer que daí não sai o campeão.

Draymond Green, Stephen Curry e Klay Thompson vêm fazendo a diferença no Golden State desde o ano passado. E nada de ciúmes. Um completa o outro e, melhor, quando alguém está em noite infeliz, outro se sobressai.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Curry ainda é o craque do time. O rei das cestas de três já anotou 1351 pontos na temporada. Thompson colaborou com outros 985. Green é o dono do garrafão com 445 rebotes.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

O Golden State teve outro trio que marcou história na NBA com Chris Mullin, Mitch Richmond e Tim Hardaway brilhando no título de 1990/91.

Derrotados na decisão do ano passado pelos Warriors, o Cleveland carrega o sentimento de vingança. No primeiro reencontro após a final apanhou.

Agora, acreditam que numa possível nova disputa de taça não deixarão o anel escapar. LeBron James, Kevin Love e Kyrie Irving estão jogando o fino da bola e carregando a equipe a novo playoff de braçadas.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Nesta segunda-feira, o Big Three combinou com 68 pontos para o Cleveland acabar com um tabu de seis anos sem vitórias na casa do Indiana Pacers: 111 a 106.

LeBron é o cestinha da equipe com 1145 pontos (fez 24 nos Pacers), Irving jogou só meia temporada, mas já se destaca na armação. Sempre recebendo conselhos do camisa 23. Love é um gigante na defesa, com 498 rebotes, e também no ataque, com 758 pontos.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

O tridente Tim Duncan, Manu Ginóbilli e Tony Parker se tornou o mais vencedor da história da NBA no começo da temporada quando atingiram o 541° triunfo.

A favor deles na reta final, o fato de terem sido poupados em vários jogos para estarem 'inteiros' nos playoffs.

Duncan jogou só 37 jogos e, mesmo assim, capturou 279 rebotes. Ginóbilli melhorou nos últimos jogos e Parker é quem faz a transição defesa/ataque.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Juntos há muito tempo, eles colaboraram com grandeza na conquista de 2014 e agora buscam a 'aposentadoria' do trio com novo anel. Ainda não está confirmado, mas Duncan, no 19° ano de Liga, pode dizer adeus após o campeonato.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Os veteranos de San Antônio desbancaram nada menos que Larry Bird, Kevin McHale e Robert Parish,  do poderoso Boston Celtics dos anos 80.

Boston que ainda iria brilhar com Ray Allen, Kevin Garnett e Paul Pierce.

Warriors, Cavaliers e Spurs. Na NBA, manda quem tem um Big Three

Tentando desbancar os favoritos, o Oklahoma podia encontrar mais um parceiro para Russell Westbrook e Kevin Durant, e os Rockets completarem a parceria de James Harden e Dwight Howard. Só com duplas fica complicado ganhar um título. Sorte de poucos, azar da maioria.

#nba #basquete #bigthree

Estaduais começam e torcedores decepcionam. Cariocas preferiram a praia

Torcedor de futebol é engraçado. Reclama do recesso do futebol nos meses de dezembro e janeiro e quando a bola rola para valer onde estão? Neste fim de semana os estaduais começaram e a maioria dos estádios estava às moscas. No Rio, parece que foram dias de praia. Santistas e são- paulinos também decepcionaram e gigantes mineiros jogaram para pouco mais de 15 mil.

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Estaduais começam e torcedores decepcionam. Cariocas preferiram a praia

Apontado como o mais charmoso estadual do País, com disputas de taças Rio e Guanabara, o carioca parece decepcionado com seus clubes. A soma dos jogos dos quatros grandes do estado deu apenas 17.301 pagantes, uma vergonha.

Palmeiras e Botafogo, em Ribeirão Preto, por exemplo, registrou 18.635 pagantes. O sucesso da rodada ficou com Corinthians 1 x 0 XV de Piracicaba - 30.945 pagantes, muitos que só estavam ali por causa da venda,antecipada ainda 2015, já que o atual time é decepcionante.

Recém promovido à Série A do Brasileiro, o Botafogo tinha tudo para estar de bem com a vida com seu torcedor. Será? Ainda desconfiado com a falta de nomes de impacto, apenas 1.647 testemunhas pagaram para ver os 2 a 0 no Bangu em São Januário.

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Pior ainda fez o Fluminense. Ainda sem vitórias no ano, o Tricolor foi abandonado. Apenas 1.531 ousaram ir ao Raulino Oliveira. Saíram revoltados com outra derrota, agora para o Volta Redonda, por 3 a 1. Eduardo Baptista já balança e pode ser o primeiro técnico de muitos na temporada a ser demitido.

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A massa rubro-negra foi outra a decepcionar. O time vinha de ótimo 2 a 0 no Atlético em Belo Horizonte e tinha tudo para lotar Edson Passos diante do Boavista. Foram só 6.218 presentes e um empate sem graça por 1 a 1.

O público da rodada, ainda que aquém do esperado, foi para Vasco 4 x 1 Madureira. 7.905 aplaudiram o show de Nenê e cia. Justamente o clube rebaixado no Nacional ganhou mais apoio.

Estaduais começam e torcedores decepcionam. Cariocas preferiram a praia

O Santos vive com projetos de um estádio novo, moderno e para ao menos 35 mil torcedores. Precisa? A Vila Belmiro nunca enche. Diante do São Bernardo, sábado, o público foi de 9.341 pagantes.

Com metade da capacidade ocupada, o campeão estadual largou com tropeço de 1 a 1. Sem ninguém num dia normal, imagine no sábado de carnaval, às 11 horas.

O novo São Paulo de Edgardo Bauza também parece ainda não mexer com a torcida. Só 5.606 viram o patê por 1 a 1 com o Red Bull no Moisés Lucarelli, em Campinas.

Estaduais começam e torcedores decepcionam. Cariocas preferiram a praia

O Cruzeiro contratou uma legião de gringos e convocou os torcedores para festa no Mineirão diante da URT.

Imaginava uma 40 mil na estreia em casa. Teve de se contentar com empate sem gols e 15.397 nas arquibancadas. Quase a mesma quantidade do Parque do Sabiá para Uberlândia 0 x 1 Atlético-MG.

Estaduais começam e torcedores decepcionam. Cariocas preferiram a praia

Outro estádio gigante em Minas_com capacidade para 53 mil pessoas, o Parque do Sabiá hospedou 15.223 pessoas. De nada adiantou a venda antecipada.

O Grêmio estreou em Pelotas, com 3 a 1 no Brasil, mas o público não foi divulgado. Internacional x Ypiranga foi adiado para o sábado de Carnaval por causa das chuvas.

Nem bem o ano começou e já há dirigente preocupado com as arenas vazias. Também com ingressos caros e times sem graça, a história não poderia ser diferente. Só o amor aos clubes não é o bastante para casas cheias. Infelizmente.

Só como comparativo, o Barcelona registrou no sábado o recorde de público no Camp Nou na temporada: 94.990 pessoas. Quanta inveja.

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