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Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio

Fábio Hecico
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Fábio Hecico

Kei Nishikori deixou o Japão aos 13 anos para se aprimorar no tênis em academia de Nick Bollettieri, na Flórida. Mora na tranquila Bradenton, nos EUA, e não passa mais do que três semanas por ano no país natal. Ama suas origens, mas o assédio é tão grande quando está por lá que é obrigado a andar disfarçado pelas ruas e sob intensa segurança.

Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio

Aos 26 anos, o número 6 do mundo não é conhecido no Japão apenas pelas conquistas no tênis. Ele é o garoto-propaganda preferido das empresas japonesas e está toda hora fazendo um anúncio na tevê. Tamanha visibilidade e fama o fazem celebridade.

Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio

E olha que o povo japonês é muito educado e, por vezes, até retraído. Na presença de Nishikori, esses tabus ficam de lado.

Ele gosta do calor humano, mas brinca com a situação. "Se eu vivesse no Japão ficaria maluco. Ainda bem que moro nos Estados Unidos."

Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio

Por causa do forte assédio, ele revela que tem de se disfarçar para andar em Tóquio, quando joga ou visita familiares e amigos. "Eu tenho de usar óculos escuros, chapéu, máscara, tudo", fala. Por paz, comemora o fato de ter mais tranquilidade para treinar e viver nos Estados Unidos, mas não teme magoar os compatriotas.

Sua 'fuga' do Japão é só enquanto for tenista. O tímido japonês que dá o nome a marcas de relógio, carros e avião, garante que curtirá a aposentadoria onde se sente mais divertido: " O Japão."

Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio
Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio
Ídolo dos japoneses tem de andar disfarçado no país por causa do forte assédio

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