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5 momentos nos quais a Nintendo foi genial

GameStoria
há 7 meses11 visualizações
5 momentos nos quais a Nintendo foi genial
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Nintendo já foi sinônimo de videogame, mas nos últimos anos a empresa amargou o fracasso do Wii U e, agora, tenta se reerguer - ao menos se considerarmos o mercado de consoles caseiros - com o Switch.

Ao longo do tempo, porém, a empresa colecionou feitos e jogas estratégicas capazes de revolucionar o mercado de videogames. Abaixo lembramos cinco momentos nos quais a Nintendo foi genial - e colecionou uma legião de fãs no processo.

1 - A venda disfarçada do NES nos EUA

5 momentos nos quais a Nintendo foi genial

Nos anos 1980, a indústria de videogames enfrentava algo próximo do fim no mercado norte-americano. Com o tombo provocado pela Atari, revendedores e consumidores estavam desconfiados de novos aparelhos voltados aos jogos. Foi aí que a Nintendo resolveu entrar no mercado norte-americano com o NES e, para ter o seu produto visto como um brinquedo e não um videogame, começou a vender por lá o R.O.B. Tratava-se de um robô criado no Japão para funcionar como um acessório do NES. O aparelho acabou sendo uma espécie de "cavalo de tróia do bem", uma vez que era vendido juntamente com o NES. Houve apenas dois jogos que se aproveitavam de sua funcionalidade. Restava a quem comprou utilizar o NES e, nesse caso, o que não faltava eram jogos.

2 - Selo de qualidade Nintendo

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falamos por aqui que uma das razões para a quebra do mercado norte-americano de games foi a falta de qualidade dos jogos, em especial daqueles lançados para Atari 2600. Já em 1985, a Nintendo estabeleceu um selo de qualidade para mostrar que os jogos passavam por um crivo da empresa antes de serem lançados. A estratégia garantiu que os games seguissem alguns preceitos básicos e ajudou a recuperar a confiança dos consumidores de que eles estariam levando para casa algo com (o mínimo) de qualidade.

3 - O sucesso do Super Nintendo

5 momentos nos quais a Nintendo foi genial

Há quem considere que o Super Nintendo seja o melhor videogame da história. Há diversas razões para ele ser considerado como tal, mas uma das principais é que ele honrou logo de cara a popularidade do seu antecessor, o NES. Desde o lançamento, com games como Super Mario World e F-Zero (que demonstrava a capacidade gráfica do console ao utilizar o Mode-7, uma característica do videogame que criava falsos ambientes em 3D), passando pelo poderoso chip de som da Sony e o controle inovador com seis botões, pelo suporte da maioria das produtoras de peso e por versões aprimoradas de suas franquias mais queridas, a Nintendo conseguiu vencer a corrida contra a Sega. O Mega Drive pode ter chegado antes - e era, de fato, um excelente console -, mas o reinado da era 16-bits ficou na mão do Super NES.

4 - O DS e a dura missão de suceder o Game Boy

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Após Game Boy Color e o Game Boy Advance, dois portáteis que sucederam o mega sucesso do Game Boy em preto e branco, a Nintendo resolveu ousar. Em 2004, a empresa lançou o Nintendo DS, um portátil com duas telas que, com o passar dos anos, se tornou um dos maiores sucessos comerciais da empresa. Há diversos fatores para tal, desde o suporte de outras desenvolvedoras e o poder do aparelho em si, que representava um salto considerável em relação do Game Boy Advance. Como é de praxe na história da Nintendo, o fato do aparelho conter duas telas, sendo uma sensível ao toque, permitiu a criação de games inovadores e que usavam essa características para aprofundar a experiência do jogador. 

5 - O Wii e a conquista de um novo público

5 momentos nos quais a Nintendo foi genial

Em 2006 foi a vez do Wii chegar às lojas. A Nintendo vinha em um certo declínio após o Nintendo 64 - cujo maior problema era apostar em cartuchos em uma época na qual a indústria já utilizava amplamente CDs - e o GameCube - que falhou em fazer frente ao PlayStation 2. A chegada do Wii representou um renascimento para a empresa e a conquista de um novo público: com controles de movimento e a presença de diversos games sociais, como Wii Sports, que acompanhava o console, o aparelho se transformou no objeto de desejo das pessoas que não estavam acostumadas a jogar videogame. A simplicidade dos comandos atraiu esse público casual e isso resultou em um número espantoso de vendas: mais de 100 milhões de unidades chegaram aos consumidores. 

Você gastaria US$ 4 mil para jogar No Man's Sky? Pois um cara fez isso

GameStoria
há 7 meses7 visualizações
Você gastaria US$ 4 mil para jogar No Man's Sky? Pois um cara fez isso
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Unânime é algo que No Man's Sky, definitivamente, passa longe de ser. Lançado em 2016 e tido com um jogo revolucionário ao permitir que jogadores de PC e PlayStation 4 explorassem um universo com quintilhões (sim, você leu certo) de planetas, todos diferentes uns dos outros - graças ao método de geração de conteúdo procedural, que traz resultados aleatórios -, ele acabou não agradando à maioria dos jogadores. Entre os problemas, era possível citar a falta de objetivos e de uma história palpável.

Em suma: você tinha um universo inteiro para explorar, mas pouco para fazer. 

Nem todos os que puderam experimentar o game, claro, concordarão com essa afirmação. Um desses jogadores, porém, concordará menos ainda: trata-se de Blake Patterson, que inclusive é um dos fundadores do site TouchArcade, que analisa games para celulares Apple. A razão para isso é que Patterson não apenas gostou de No Man's Sky, mas investiu mais de US$ 4 mil - quantia que ultrapassa os R$ 12 mil, em conversão direta - no game.

A história começou com a compra de uma cópia do jogo em seu lançamento - o que, via de regra, custa US$ 60 nos Estados Unidos. O valor subiu após Patterson ir em busca de uma dose extra de imersão e comprar um monitor de 32 polegadas e tela curva para ligar o seu PlayStation 4.

Aparentemente, o poder gráfico do videogame não foi suficiente para ele e o próximo passo estava decidido: comprar um PC com configuração de ponta para poder jogar No Man's Sky em resolução máxima.

A configuração escolhida para tal foi um PC com processador Intel Core i7-6700K, com 16 GB de RAM e uma placa de vídeo Nvidia GTX 1080. Para quem não é "do ramo", essa sopa de letrinhas significa que o jogador é capaz de rodar praticamente qualquer game do momento em resolução máxima.

Você gastaria US$ 4 mil para jogar No Man's Sky? Pois um cara fez isso

Obviamente que, com a compra do PC, Patterson acabou adquirindo mais uma cópia do jogo. Quer dizer, duas: após um tempo jogando no PC, ele comprou OUTRA unidade de No Man's Sky, desta vez uma edição de colecionador. A gastança também continuou com a compra de camisetas, pôsteres e outros artigos relacionados ao jogo.

Se você acha que Patterson "sossegou" depois disso, está enganado. Aquele monitor de tela curva que ele comprou para usar com o PlayStation 4 acabou se mostrando, digamos, limitado. A "necessidade" então apontava para um outro modelo, feito pela Asus e que, de acordo com o jogador, era capaz de mostrar "75% mais pixels do jogo". Fundamental, portanto.

A conta total ficou em US$ 4.373, valor mais do que suficiente para comprar os principais consoles à venda ou montar um PC para games e abastecer com diversos jogos. Patterson, porém, afirma que apesar de jogar games como The Witcher 3 e Dirt Rally, nada se compara à experiência que ele tem com No Man's Sky.

Ele termina seu depoimento, originalmente publicado no site Polygon, dizendo que No Man's Sky "é uma grande conquista e eu espero [com esse depoimento] evitar que pessoas curiosas evitem o game pelo que é lido por aí. No Man's Sky é uma fuga para outro mundo. Incontáveis mundos, na verdade. É uma experiência única e que não deve ser perdida".

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