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5 razões pelas quais Overwatch foi (mesmo) o jogo de 2016

GameStoria
há 10 meses3 visualizações
5 razões pelas quais Overwatch foi (mesmo) o jogo de 2016
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Um game de tiro, focado no modo multiplayer e com variações (teoricamente) limitadas. Essa seria uma curta definição que aqueles que não simpatizam com Overwatch certamente usariam para criticar a escolha do jogo como o game de ano de 2016.

O título, dado durante o The Game Awards - principal premiação da indústria e que aconteceu no dia 1° de dezembro nos Estados Unidos -, deixou jogadores mais tradicionais de cabelo em pé. É verdade que Overwatch, tem, sim, suas limitações. Suas qualidades, porém, são notáveis e capazes de explicar seu sucesso - em cinco meses, o game lançado em maio já tinha vendido 20 milhões de cópias entre as versões para PC, PlayStation 4 e Xbox One. 

Abaixo listamos cinco delas. Quem sabe com isso você não muda de opinião e dá chance ao jogo?

1 - Amigo dos novatos

5 razões pelas quais Overwatch foi (mesmo) o jogo de 2016

Disputar partidas em um ambiente online tende a afastar novatos, ainda mais em games de tiro. Em Overwatch, porém, isso não ocorre por diversas razões. A principal é a estrutura do jogo, voltado para o trabalho em equipe e com personagens bem variados, capazes de se adequar ao estilo de cada jogador. A comunidade do jogo também tende a ser bem receptiva e a jogabilidade simples (como veremos no próximo item) acaba nivelando as partidas. Se você quer começar a disputar partidas de games de tiro online, Overwatch é uma aposta certeira.

2 - Fácil de viciar, difícil de largar

Como dito aqui em cima, a jogabilidade simples de Overwatch é um dos grandes trunfos do jogo. Inicialmente acessível, ela se torna desafiadora uma vez que os jogadores aprendem meios de utilizar os poderes dos personagens de formas mais efetivas. Em suma: você não precisa matar loucamente adversários para ir bem. Dependendo do seu papel, ser o "jogador da partida" envolve outras funções, como curar seus companheiros ou melhorar suas habilidades. 

3 - Primor técnico

5 razões pelas quais Overwatch foi (mesmo) o jogo de 2016

Caçar defeitos em Overwatch não é tarefa simples. É possível argumentar que, em termos de modo de jogo, o game é repetitivo. O recém-chegado modo Arcade, porém, diminuiu muito esse problema e mesmo em seu modo tradicional, Overwatch oferece partidas imprevisíveis e que dão liberdade para os jogadores definirem suas táticas. Visualmente, o jogo apresenta gráficos coloridos e, para nós brasileiros, a dublagem em português é extremamente bem feita. Sem contar a jogabilidade, bastante variada e que apresenta desafios distintos dependendo do personagem escolhido. O conjunto da obra faz, portanto, faz Overwatch brilhar.

4 - Enorme potencial para os eSports

Com torneios distribuindo prêmios cada vez mais altos, é de se imaginar que todas as produtoras de games queiram um jogo que tenha potencial para campeonatos para chamar de seu. A Blizzard, empresa por trás de Overwatch, já possui jogos do tipo, como Hearthstone. O jogo de tiro, porém, se mostra muito mais adaptado a essa realidade por ser fácil de ser compreendido pelos espectadores e também por incentivar o jogo de equipe. No Brasil, ele ainda engatinha nesse segmento, algo que já é realidade no exterior.

5 - Vida longa

5 razões pelas quais Overwatch foi (mesmo) o jogo de 2016

Como ocorre tradicionalmente com os games da Blizzard, Overwatch deverá se valer do suporte da produtora para ser um game bastante duradouro. Com pouco mais de seis meses de vida, ele já recebeu diversas atualizações, incluindo novos cenários e personagens. A Blizzard também realiza eventos temáticos, como listas de jogos e itens decorativos para o período de festas de final de ano. E tudo gratuitamente, o que valoriza o dinheiro investido pelo jogador e também passa uma sensação constante de novidade.

O PlayStation 4 Pro vale o seu dinheiro?

GameStoria
há 10 meses4 visualizações

Não há consenso quando se fala da atual geração de consoles: enquanto uns comemoram o apuro técnico cada vez maior dos games e a consolidação dos videogames como aparelhos multimídia, outros criticam a falta de criatividade - e de quantidade - dos jogos. Em suma, não é possível agradar todo mundo.

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O PlayStation 4 Pro vale o seu dinheiro?

Fato é que essa geração caminha para ser mais duradoura do que a anterior. Os sete anos entre o lançamento do Xbox 360, que estreou a geração passada em 2005, e a chegada do Wii U, que inaugurou a atual safra em 2012, tendem a ser ampliados. Você até pode argumentar que o Project Scorpio, previsto para o final de 2017, seria o início de uma nova geração, porém a falta de detalhes sobre o aparelho faz com que seja difícil cravar o quanto isso é, realmente, verdade.

Parte dessa longevidade diz respeito a uma estratégia que envolve a criação de versões aprimoradas dos atuais videogames. É o caso, por exemplo, do PlayStation 4 Pro. O videogame, uma espécie de PlayStation 4 turbinado, chegou ao mercado em novembro deste ano com a premissa de levar a tão falada resolução 4K para o console da Sony e também oferecer uma reserva de potência extra para quem quiser se aventurar com o PlayStation VR, o visor de realidade virtual do aparelho.

É tudo isso?

A resposta direta para a pergunta acima é: "não". Por se tratar de uma atualização de meia-vida, o PS4 Pro não representa um salto enorme em relação ao PS4 padrão. Trocando em miúdos, além do visual diferente, o poder extra de processamento não tende a ser notado pelo "jogador comum".

Há relatos, inclusive, de que alguns games rodam pior no novo aparelho em relação ao antigo - o principal problema apontado é uma taxa de quadros mais inconstante. Isso, porém, não deverá ocorrer em games futuros.

A situação muda um pouco para donos de TV com suporte à resolução 4K. Nesse caso, o console faz um upscale, ou seja, amplia a resolução dos games para esse valor maior. Outro ponto importante é que essas TVs tendem a oferecer suporte às cores HDR, tecnologia que melhora visivelmente a aparência dos conteúdos apresentados. Diversos jogos já existentes oferecem um modo HDR. E a razão para tal é que o PS4 normal já reproduz conteúdo com a tecnologia, bastante ter uma TV compatível e um cabo HDMI 2.0.

Preciso comprar?

A resposta, neste caso, é: "depende". Considerando o cenário atual e em termos práticos, só quem possui uma TV 4K ou o PlayStation VR deveria se preocupar em adquirir o novo aparelho. Ao menos por enquanto, não há nada de muito relevante que o PS4 Pro faz e o PS4 normal não.

Isso, porém, pode mudar caso o novo console passe a ter jogos exclusivos ou, ainda, que futuros lançamentos apresentem diferenças de desempenho consideráveis quando rodados no modelo padrão do videogame e na novidade. Como isso ainda não ocorreu, vale economizar seu suado dinheirinho - ou eleger outras coisas para gastar - pelos próximos meses. Oficialmente, o modelo ainda não está à venda no Brasil. Nos Estados Unidos, porém, ele é encontrado por US$ 399, em versão com armazenamento de 1 TB. São US$ 100 a mais que o PS4 Slim de 500 GB (US$ 299) e US$ 50 a mais do que a versão de 1 TB do aparelho em tamanho reduzido (US$ 349). 

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