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6 tipos de situações que odiamos nos games

GameStoria
há 6 meses41.8k visualizações
6 tipos de situações que odiamos nos games
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Seja jogando sozinho ou com amigos, videogame deveria ser, acima de tudo, algo divertido. Há situações, porém, que isso muda completamente de figura e geram momentos de fúria nos jogadores. Os mais calmos dão um tempo, pegam um copo d'água e tentam se acalmar. Os mais esquentadinhos, por sua vez, tendem a arremessar o controle na parede.

Esses momentos irritantes podem surgir de diversas maneiras, mas alguns são recorrentes e, uma vez que o jogador os identifica, o sangue começa a ferver. Abaixo citamos alguns deles:

Fases aquáticas

Você passa boa parte do jogo em terra firme e, a não ser que o personagem controlado seja um peixe, não há sentido em haver fases aquáticas em um game. Já encaramos situações do tipo desde os primeiros games da série Mario, mas há situações terríveis em outros jogos clássicos, como Donkey Kong Country e Sonic - com o agravante, neste caso, do risco do personagem morrer afogado -, chegando até a sucessos recentes, como a série Uncharted. Esses estágios costumam mudar a física do game com a qual o jogador está acostumado e, quase sempre, são cenário para o surgimento dos desafios e inimigos mais irritantes de todo o jogo.

Tempo contado

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Você está lá, jogando de boa, quando aparece um maldito reloginho em contagem regressiva e, de uma hora para outra, você é obrigado a correr até seu objetivo. Porções de jogos que precisam ser superadas com tempo limitado jogam a adrenalina lá em cima e nem sempre de uma forma boa. É uma situação diferente de games clássicos como Mario e Sonic, que oferecem um tempo limite - e, normalmente, generoso - para completar as fases. Quer um exemplo? Os primeiros games da série Resident Evil eram pródigos nesse tipo de situação, especialmente em suas porções finais. Ou seja: neles, matar o chefão final é só uma parte do desafio - e, normalmente, a menos estressante. E, claro, há games que possuem um timer constante e que passam um senso de urgência ao jogador, caso de Lightning Returns: Final Fantasy XIIIThe Legend of Zelda: Majora's Mask.

Fases que te empurram

Hoje em dia elas são mais raras, mas, no auge dos games de plataforma, alguém teve a brilhante ideia de adicionar um movimento automático na tela que empurrava os personagens controlados e, dependendo da situação, acabava fazendo o jogador ser esmagado no próprio cenário. São momentos comuns em Super Mario World, por exemplo, mas também foram vistos em games da série Mega Man X. Neste último caso, um agravante: após matar o chefão final em Mega Man X3, o jogador é obrigado a fugir escalando um túnel e fugindo de uma coluna de lava que sobe pelo local. 

Ter um inimigo invencível no seu encalço

Quem jogou Resident Evil 3 tem calafrios ao ouvir o nome Nemesis. Trata-se do principal inimigo do jogo, mas que ao invés de aparecer apenas no final, persegue a personagem Jill Valentine durante boa parte do game - e sempre aparecendo nos momentos mais inconvenientes. Isso gera um clima de tensão adicional em um game que já é tenso por natureza. Quer outro exemplo? Em Silent Hill 4, o principal antagonista, Walter Sullivan, eventualmente aparece perseguindo o personagem controlado pelo jogador. Não precisamos disso, não é mesmo? Dying Light também é outro game que tem inimigos do tipo e, nesse caso, correr é a única solução. 

Olhe onde pisa

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Malditos buracos! Essa situação ficou mais comum conforme os jogos migraram para ambientes em 3D e, normalmente, envolvem ataques de raiva. Tomemos como exemplo Nioh, um dos games mais recentes para PlayStation 4. Em determinada missão, o chão está repleto de buracos que, em nenhum momento, podem ser vistos sem que o jogador preste MUITA atenção por onde anda. É claro, que, em porções assim, sempre aparecem inimigos para tornar tudo mais divertido. Outra série que é pródiga nesse tipo de situação é Dark Souls, na qual rolar um barranco abaixo é algo que o jogador fará dezenas de vezes até terminar o game.

Personagens que ficam doentes

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Essa é uma situação comum em RPGs: eventualmente seus personagens sofrem algum tipo de dano que geram efeitos adversos, como envenenamento. Até aí, tudo bem, basta utilizar itens de cura para resolver o problema. A questão é que alguns jogos levam isso ao extremo, caso de Dark Souls - na famigerada Blighttown, que envenena o jogador apenas pelo fato de ele pisar nos pântanos do estágio - ou, ainda, Darkest Dungeon. Neste último caso, seus personagens podem morrer de diversas formas, seja por sangramento, envenenamento ou, ainda, em decorrência de um ataque cardíaco devido ao stress de explorar as masmorras do jogo. Para piorar, o game oferece pouquíssimos itens de cura, o que faz com que em determinados momentos caiba ao jogador decidir quem do seu grupo vai morrer e quem vai continuar vivo.

Este é o controle de PS4 mais estranho que você pode ter

GameStoria
há 6 meses7.1k visualizações
Este é o controle de PS4 mais estranho que você pode ter
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De uns anos para cá, a maioria dos controles de videogame - salvo acessórios específicos, como arcade sticks e volantes - adotaram um certo padrão: alavancas analógicas, direcional digital, botões de face e botões de ombro. Até mesmo consoles mais inovadores, como o Nintendo Switch, adotam esse esquema. O mesmo vale para o formato, que em geral tenta ser o mais ergonômico possível.

Pois a Hori, tradicional fabricante japonesa de acessórios, resolveu mandar essas convenções às favas na hora de criar um modelo de Dualshock 4 em comemoração ao lançamento do RPG Dragon Quest XI, previsto para chegar ao Japão em 29 de julho.

Para criar o acessório, a empresa se baseou em um Slime, tradicional inimigo da série que nada mais é do que uma gota gelatinosa. E é justamente esse formato que o controle adota. As superfícies são arredondadas, com os comandos dispostos de maneira um tanto estranha. É quase impossível imaginar que ele seja confortável para jogatinas mais longas ou que ofereça um nível de precisão razoável para games mais agitados.

Ainda bem que, provavelmente, esse não será o caso de Dragon Quest XI, que terá um esquema de batalhas por turnos típicas de RPGs japoneses clássicos.

O controle custará 9.980 ienes (o que equivale a pouco mais de R$ 285). Nem o acessório nem o game têm data prevista para lançamento no Ocidente.

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