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Além de Resident Evil: 5 games para quem curte levar sustos

GameStoria
há 9 meses17 visualizações

Resident Evil 7 é o mais recente exemplar de um estilo de jogo que agrada em cheio aqueles que têm nervos de aço e está em dia com o cardiologista. Falamos dos games de terror, que ganharam popularidade nos anos 1990, passaram por uma queda em meados dos anos 2000, mas voltaram com força nos últimos tempos. 

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A série da Capcom provavelmente é a mais famosa do estilo, mas passa longe de ser a única. Abaixo listamos cinco games que tendem a agradar quem curte passar medo com o controle na mão. Vamos a eles:

1 - Outlast

O jogo da Red Barrels foi lançado em 2013 para PC e no ano seguinte para PlayStation 4 e Xbox One. Nele, o jogador assume o papel de um jornalista chamado Miles Upshur, que decide investigar um hospital psiquiátrico no interior dos Estados Unidos, cujos pacientes se tornaram homicidas - obviamente a situação foge do controle.

A grande diferença de Outlast para outros games de terror está no fato de que o jogador não pode atacar os inimigos, restando fugir. Ah, importante: a maioria dos cenários é escura e, em determinadas partes, só é possível enxergar utilizando a câmera do jornalista em modo visão noturna, o que pode ser feito por tempo limitado dado o consumo de baterias do aparelho.

2 - Alien: Isolation

Alien é um clássico dos cinemas e Alien: Isolation é uma das melhores adaptações desse universo para os games. Lançado em 2014, tem versões para PC, PlayStation 3, PS4, Xbox 360 e Xbox One. Nele, o jogador controla a filha de Ellen Ripley, Amanda, cuja missão é investigar o desaparecimento de sua mãe.

Além de inimigos convencionais, o jogador precisa se preocupar com o alien em si. Amanda não pode matá-lo, então a ideia é criar maneiras de evitar a ameaça ou, em casos extremos, ganhar tempo para escapar. O game é recheado de sustos e, no geral, foi elogiado pela sua história.

3 - Layers of Fear

Neste game de 2016 para PC, PS4 e Xbox One, o jogador encarna um pintor cuja missão é terminar aquela que será sua obra-prima. Não haveria nada demais se o artista em questão não sofresse de transtornos psicológicos e se o game não se passasse em uma mansão para lá de macabra.

O game em si não apresenta combates, mas sim a resolução de quebra-cabeças. Isso não impede o jogador de levar alguns sustos consideráveis. 

4 - SOMA

Disponível para PC e PlayStation 4, SOMA foi lançado em 2015 e se passa em uma estação de pesquisa subaquática. Há diversos elementos de ficção científica envolvidos, mas o que realmente assusta é o fato de que as máquinas desta estação passam a assumir características humanas.

A progressão pelo jogo envolve a solução de quebra-cabeças, exploração do cenário e uso de furtividade. Da mesma forma, a história é explicada conforme o jogador avança no game, um fator que motiva ainda mais a enfrentar os sustos no decorrer do caminho.

5 - The Evil Within 

The Evil Within foi criado por ninguém menos que Shinji Mikami, o homem responsável pela franquia Resident Evil. No game, o jogador controla Sebastian Castellanos enquanto explora um mundo distorcido, repleto de criaturas bastante estranhas e armadilhas mortais.

A jogabilidade mistura combate com armas de fogo e momentos nos quais o melhor é fugir. Há um ou outro probleminha técnico, mas a experiência é positiva de maneira geral. Há versões do game para PC, PlayStation 3, PS4, Xbox 360 e Xbox One. 

Novo modo online de Battlefield 1 leva a Primeira Guerra bem a sério

GameStoria
há 9 meses2 visualizações
Novo modo online de Battlefield 1 leva a Primeira Guerra bem a sério
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Apesar das proporções catastróficas, a Primeira Guerra Mundial frequentemente (e, infelizmente, por questões humanitárias) é ofuscada pelo conflito que se sucedeu cerca de duas décadas depois. Ou seja, a Segunda Guerra Mundial. Só por isso, a iniciativa de Battlefield 1 em retratar o primeiro grande conflito do Século XX já foi louvável. 

Obviamente foram feitas adaptações no processo de transformar um conflito sem registros tão precisos em um game. E é justamente parte dessas "licenças poéticas" que foram removidas em uma nova lista de jogo online criada pela Dice, desenvolvedora do game. 

Chamada "De Volta ao Básico", essa modalidade é baseada no modo Conquista e aparece sob a aba "Jogos Personalizados", em todas as versões do jogo (PC, PlayStation 4 e Xbox One). Seu nome é autoexplicativo: a ideia é colocar o jogador em uma cenário mais limitado no que diz respeito ao acesso a armas e tecnologias utilizadas nos últimos anos do conflito. 

Saem de cenas armas automáticas, tanques e aviões - somente cavalos e caminhões para transporte estão disponíveis. O jogador pode apenas utilizar rifles de ferrolho como arma principal, que precisam ser armados a cada disparo, e o modelo de rifle depende de cada facção do jogo utilizada. Nada, portanto, de norte-americanos utilizarem armamento alemão, por exemplo. 

O resultado disso é um jogo mais cadenciado e que exige uma coordenação ainda maior da equipe. Esses rifles, os mesmos utilizados pela classe de atiradores de elite no jogo, são mais difíceis de mirar, mas causam um dano maior a cada acerto. Além deles, pistolas, granadas e equipamento de classe estão liberados. 

Paralelamente, as classes de apoio (médico e suporte) passam a ser determinantes no sucesso de um pelotão. Como o modo de jogo se baseia na conquista de territórios, manter seus aliados vivos é fundamental. Em paralelo, os rifles têm menos munição disponível, o que aumenta a importância de ter caixas com balas a mais por perto. 

Os mapas liberados para esse modo incluem os gigantescos cenários do modo Operações e as partidas podem ter até 64 jogadores cada.

Ainda não há informações se a Dice planeja manter esse modo de jogo permanentemente no game. A tendência, porém, é que ele seja um dos preferidos daqueles que querem uma experiência mais próxima da realidade. 

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