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Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram

GameStoria
há 7 meses33 visualizações
Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram
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Mass Effect: Andromeda mal saiu para PC, PlayStation 4 e Xbox One (a data de lançamento era de 21 de março, dia desta publicação), mas uma coisa ficou bastante clara durante todo o desenvolvimento do game. Sim, o sistema que permite que o personagem controlado pelo jogador tenha relações amorosas com qualquer outro personagem do game, independentemente da raça ou do sexo.

Esse caráter liberal foi reforçado pelo produtor do game, Michael Gamble, que, digamos, elogiou essa característica no mais recente game da série por meio do Twitter.

Diante de tantas opções para se relacionar enquanto salva a galáxia - prioridades, afinal - é natural que o jogador se sinta um tanto perdido na hora de decidir com quem gastar seu tempo livre.

É aí que entra uma lista elaborada pelo site Polygon, em um artigo de Emma Kidwell. Ela elaborou uma lista com todas as raças presentes na franquia Mass Effect (e que, claro, inclui os aliens presentes em Andromeda) em um ranking que elege qual desses seres únicos são os mais "pegáveis". 

Engana-se quem pensa que os humanos estão no topo dessa bizarra lista. Nós ficamos apenas na 10ª colocação, atrás de trogloditas como os Krogan...

Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram

... as atraentes Asari... 

Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram

... as misteriosas Quarians...

Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram

... os mal-encarados Turians...

Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram

... e, claro, os esquisitões dos Drell. 

Há um ranking de raças mais atraentes de "Mass Effect" e humanos não lideram

A autora da lista cita a principal razão para colocar essa raça como primeira colocada. Os Drell possuem uma substância alucinógena em sua pele que, no universo de Mass Effect, é utilizada para fazer bebidas. Ou seja: um contato mais íntimo com essa raça poderia, além de tudo, deixar alguém bêbado. Ficou feio para os humanos depois dessa.

Falando em Mass Effect: Andromeda", a impressão é que o aguardado game acabou tendo uns probleminhas em sua versão final. As críticas se concentram, principalmente, nas animações dos personagens e geram momentos engraçados.

O game está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Machismo e preconceito: a vida das mulheres que jogam, infelizmente, não é fácil

GameStoria
há 7 meses12 visualizações
Machismo e preconceito: a vida das mulheres que jogam, infelizmente, não é fácil
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Uma reportagem feita pela BBC Brasil deu um panorama mais aterrador da situação enfrentada por garotas que jogam videogame. Entre os casos citados pela reportagem, destaca-se o de Cristina "Olakristal" Santos (31), que em 2013 alcançou o 1º lugar no ranking de Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Ao invés de ser parabenizada ou, ainda, de curtir a glória, Cristina foi alvo de ataques dos mais variados e em diversos ambientes, seja em redes sociais ou na vida pessoal.

O caso de Cristina, infelizmente, não é isolado. É comum ver relatos do tipo na mídia especializada, como o caso de Anita Sarkeesian, que teve um perfil publicado no UOL Jogos. Sarkeesian, que luta pela igualdade de gêneros no segmento de games e de cultura pop, já chegou a ser ameaçada de morte.

Na mesma página, é possível ver histórias de superação de preconceitos e também sobre a dificuldade das mulheres para conseguirem iniciar uma carreira nos eSports.

Ambiente nocivo

O ambiente dos games online, independentemente dos sexos envolvidos, costuma ser nocivo. É comum encontrar jogadores gritando palavrões ou se unindo para insultar alguma vítima. A situação, porém, fica mais complicada no caso das mulheres, já que ingredientes como machismo e misoginia acabam entrando em cena.

O resultado disso é, no mínimo, triste. Ainda de acordo com a reportagem da BBC - reproduzindo o resultado de uma pesquisa feita pelo blog PriceCharting -, esses ataques constantes fazem com quem as mulheres passem a adotar algumas atitudes como usar apelidos masculinos enquanto jogam e, em casos mais extremos, darem um tempo do videogame (35% das entrevistadas) ou mudarem de hobby (9% das mulheres ouvidas pelo blog). 

Fato é que videogame nunca foi "coisa de menino" e essa afirmação, hoje, vale ainda mais no Brasil. Aqui, o público feminino já representa 52,6% dos gamers no país, de acordo com informações da Pesquisa Game Brasil 2016. Por mais que não haja uma perspectiva de mudança a curto prazo nessa realidade nociva, a luta das mulheres para ocuparem seu espaço é digna de nota e, aos homens, resta reagir com o que se espera em qualquer relação social: respeito. 

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