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Hora da saudade: 5 séries de games que mereciam ser revividas

GameStoria
há 8 meses155 visualizações
Hora da saudade: 5 séries de games que mereciam ser revividas
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Caso você tenha iniciado sua "carreira" gamer no final dos anos 1980 ou durante os anos 1990 é bem provável que tenha algumas séries de jogos queridas, mas que não ganham novidades há anos. 

Nomes para isso não faltam: o período citado foi um dos mais férteis da indústria de games e viu surgir personagens carismáticos e franquias inovadoras. Nós já citamos aqui alguns games que foram criados na época e que receberão novas versões em 2017. Agora, é a vez a de falar daqueles que, infelizmente, não têm qualquer previsão de ganharam novidades. 

Castlevania

A luta dos Belmont contra Drácula rendeu uma boa quantidade de games, incluindo alguns clássicos "de todos os tempos", como Castlevania: Symphony of the Night, originalmente lançado para o primeiro PlayStation. A série teve uma sobrevida em seu formato clássico nos videogames portáteis da Nintendo, além de ser adaptado em uma versão no estilo de God of War com a série Lords of Shadow. Ainda assim, desde 2014, com Castlevania: Lords of Shadow 2, não vemos um game da série tomar forma.

Mega Man

A história do robô azul mais querido do mundo é longa e contempla dezenas de jogos, indo muito além da série principal e da (ainda mais) futurista, Mega Man X. A existência dessa tonelada de versões e universos paralelos talvez seja uma das razões pela ausência do personagem, que não ganha um jogo de sua série principal desde o retrô Mega Man 10, de 2010. É verdade que Mega Man X aparecerá no jogo de luta Marvel vs. Capcom Infinite, mas um novo game da série que é bom, nada. Sacanagem, Capcom!

Prince of Persia

A série de games de aventura começou em 1989 e chamava a atenção pelo visual e pelo desafio. Passou a maior parte dos anos 1990 na geladeira - apesar de um medíocre Prince of Persia 3D ter sido lançado em 1999 - e retornou de maneira gloriosa com "The Sands of Time", game de ação e aventura que incluiu diversos movimentos acrobáticos e uma jogabilidade extremamente agradável. Esse reinício para a franquia durou até 2010, com "The Forgotten Sands". Desde então, nada de inédito aconteceu com a série e nós achamos que já passou da hora de ela retornar. 

Breath of Fire

A clássica série de RPG da Capcom também é outra que teve um destino cruel nas mãos da produtora. Com seu auge entre 1994 (com o lançamento de Breath of Fire II para SNES) e 2000 (ano de Breath of Fire IV, para o primeiro PlayStation), a franquia desceu a ladeira desde então, com os sofríveis Breath of Fire: Dragon Quarter, para PlayStation 2, e Breath of Fire 6, lançado em 2016 para PC e celulares. É uma pena porque a ideia de ter uma série baseada em um protagonista capaz de se transformar diversos dragões diferentes parece legal de mais para ser abandonada. 

Silent Hill

Os fãs de games de terror certamente se lembrarão de Silent Hill como o "Resident Evil que dava mais medo". De fato: em termos de jogabilidade, o estilo de ambas as séries são parecidos. Mas a ênfase no combate é quase que totalmente deixada de lado em Silent Hill, em prol de um terror psicológico e capaz de fazer muita gente não dormir à noite. Efetivamente, a série durou de 1999 a 2012. A tentativa de revivê-la, porém, gerou um caso à parte: Silent Hills, game que teria a direção de Hideo Kojima e participação de figurões como o ator Norman Reedus e o cineasta Guillermo del Toro, chegou a render um teaser jogável em 2014, mas o projeto acabou cancelado em um dos problemas envolvendo a produtora Konami e Kojima. 

Pokémon GO merece mais uma chance no seu celular?

GameStoria
há 8 meses86 visualizações
Pokémon GO merece mais uma chance no seu celular?
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Goste ou não de capturar monstrinhos, uma coisa é inegável: Pokémon GO foi um dos grandes fenômenos dos games em 2016. A premissa de sair pelo mundo real em busca dos carismáticos Pokémon garantiu uma ascensão explosiva do jogo e rendeu diversos recordes - e muito dinheiro à Niantic, sua produtora.

O que se viu nos meses seguintes ao lançamento, porém, foi um clima de fim de festa. Mesmo rendendo muita grana, a falta de novidades afastou o grande público do jogo e cenas como parques recheados de jogadores foram ficando no passado.

É provável que você, caro leitor, inclusive já tenha apagado o game do seu celular. Se este for o caso e você sinta saudades de andar por aí buscando novos monstrinhos para sua coleção, temos uma boa notícia: há diversas novidades interessantes chegando ao jogo.

A mais imediata e já em vigor diz respeito a um reforço considerável de 80 novos Pokémon, oriundos da segunda geração de monstrinhos criada para os games Pokémon Gold, Pokémon Silver e Pokémon Crystal, sendo os dois primeiros lançados para Game Boy Color em 1999. Ou seja: é a chance de adicionar Totodile, Chikorita, Quilava e companhia à sua coleção.

A nova interface do jogo também agrada. Não é algo extremamente novo, mas a possibilidade de selecionar diversos Pokémon para serem transferidos poupa muito tempo do jogador. E o sistema "nearby", que mostra no mapa quais monstrinhos estão nas redondezas também tornam o ato de jogar o game algo mais agradável.

A melhor das notícias, porém, foi dada pela Niantic há poucos dias. Segundo o presidente da empresa, John Hanke, o jogo ganhará "em breve" duas funções muito aguardadas: a possibilidade de troca de Pokémon entre jogadores e um modo de batalha.

Por mais que o "em breve" dê um ar de incerteza à declaração, é a primeira vez que a empresa se manifesta de maneira enfática sobre o tema. Até então, ela se limitava a dizer que "considerava" incluir essas modalidades. Ainda de acordo com Hanke, tanto os novos Pokémon quanto os modos inéditos não chegaram ao jogo porque a produtora se concentrou em resolver os problemas de servidores ocorridos durante os primeiros meses de existência de Pokémon GO.

Novos monstrinhos, nova interface e a promessa de novos modos: é improvável que esse conjunto de novidades faça o game voltar a ser um furor. Mas que dá vontade de voltar a jogar "de leve", isso dá. 

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