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Não quer comprar um Switch? Então fique longe do novo Zelda

GameStoria
há 7 meses4 visualizações
Não quer comprar um Switch? Então fique longe do novo Zelda
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Quem curte videogames e fica com a mão coçando sempre que uma novidade aparece nessa área deve estar com o Nintendo Switch no radar há algum tempo. O novo videogame, lançado no dia 3 de março, tem vendido muito bem e se mostra um produto inovador, ainda que tenha alguns tropeços, conforme falamos aqui

Fato é que, entre motivos para comprar ou não o aparelho, em algum momento o nome do game The Legend of Zelda: Breath of the Wild será citado. Isso ocorre por diversas razões, mas as principais têm a ver com o fato de esse ser o game mais relevante da lista de lançamento do Switch e pelo furor que a chegada de um novo Zelda sempre causa.

A questão é: apesar das notas máximas que o jogo colecionou por aí, será que ele, por si só, justifica a compra de um novo videogame? A óbvia resposta é: depende.

O lado bom e que aponta para o "sim" em resposta à pergunta acima é que o novo Zelda é um jogo fantástico. Aqui um breve relato pessoal: joguei ele diariamente por uma semana e a sensação é a de que a versão de Hyrule em um mundo aberto é capaz de surpreender o tempo inteiro. O game faz uma escolha sensata ao não apostar em gráficos de última geração em prol de uma direção de arte caprichada e que torna cenários extremamente bonitos e adiciona dramaticidade a diversos momentos da história.

Há uma dose considerável de liberdade e, fora determinadas missões do início, é possível simplesmente ir ao final do jogo - tanto que já tem jogadores terminando o game em menos de uma hora. (atenção, o vídeo do link contém spoilers)

Quem decide explorar também ganha: a quantidade de segredos, dungeons opcionais e colecionáveis que o jogo possui é enorme, o que pode facilmente entreter o jogador até a chegada de um novo game de peso para o Switch. Ou seja: se a lista inicial de games do console é bem restrita, ao menos um desses jogos tem um vasto conteúdo. 

Em suma, The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um game que mescla pontos cruciais da série com interpretações modernas de um gênero que ela foi a responsável mais direta pela criação, o dos games de aventura e ação com elementos de RPG. 

Se isso tudo é motivo para ter um Switch o quanto antes, por outro lado vale apontar que o game também está disponível para o Wii U e que, ao contrário do que pode parecer, há poucas diferenças em termos de desempenho entre os dois consoles. Tanto que esse meu primeiro (e longo) contato com o jogo aconteceu no console antigo da Nintendo e, salvo alguns momentos com quedas de frames - que também ocorrem no Switch, infelizmente - e um loading mais demorado, não há qualquer razão determinante que torne a versão para o console mais atual efetivamente melhor.

Caso você seja um dono de Wii U e queira jogar o quanto antes o novo Zelda, vale apostar na versão para o console e depois pensar na aquisição de um Switch. A experiência será praticamente idêntica e você ainda economizará uma boa grana caso queira comprar o videogame futuramente - e, provavelmente, com preços mais acessíveis. 

Quem não tem essa opção, porém, corre o sério risco de gastar uma grana com o Switch e antes do que pensava. Especialmente se, como eu, você passar um tempo jogando o game em um console emprestado. Ou seja: é altamente recomendado que aqueles que não planejam comprar um Switch agora fiquem longe de qualquer contato com The Legend of Zelda: Breath of the Wild, sob risco de ver seus planos mudarem de maneira radical.

Tem um Xbox One e não jogou Rise & Shine? Você não sabe o que está perdendo

GameStoria
há 7 meses14 visualizações
Tem um Xbox One e não jogou Rise & Shine? Você não sabe o que está perdendo
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O ano para os donos de Xbox One pode não ter começado da maneira mais agitada. Além de Halo Wars 2, game de estratégia baseado no universo da famosa franquia de jogos de tiro, há pouco em termos de novidades exclusivas ou games com nome de peso. Isso não quer dizer, porém, que não existam jogos bons que chegaram ao console nesse período.

Um deles praticamente passou despercebido. Trata-se de Rise & Shine, um game da Adult Swim Games que saiu no já distante 13 de janeiro deste ano, também com versão para PC. Nele, o jogador controla Rise, um garoto que vive em um lugar chamado Gamearth. Como o nome já deixa claro, trata-se de um planeta recheado de referências ao mundo dos games.

Tudo estaria bem se não fossem os alienígenas chamados Space Grunts, que invadiram e tocaram o terror no local. A esperança de Gamearth seria o Legendary Warrior, um guerreiro que lembra bastante Link da série Zelda, mas que acaba sendo morto em meio aos ataques alienígenas. O herói, porém, entrega para Rise um revólver lendário, chamado Shine. E dá uma missão ao garoto: derrotar os aliens. 

O lado bom é que Shine acaba ganhando um poder: vidas infinitas. Assim, é possível refazer determinadas porções das fases caso o jogador morra para determinados inimigos. E, acredite, você vai morrer. Muito.

Difícil na medida

A grande sacada de Rise & Shine é a sua dificuldade. O game, em si, não é difícil de maneira grosseira, cabendo ao jogador adotar estratégias para avançar. Com algumas tentativas, partes recheadas de inimigos e com tiros vindos de todos os lados acabam sendo superadas, eventualmente. 

Nesse quesito, as habilidades do revólver Shine são extremamente úteis. Há tipos diferentes de tiros, cada um com suas propriedades e utilidades. Eles podem ser mais efetivos contra determinados inimigos ou, então, usados para resolver quebra-cabeças, com soluções bem inteligentes e que vão exigir raciocínio lógico do jogador. 

O visual do game privilegia ambientes coloridos e um estilo cartunesco. Engana-se, porém, quem pensa que a aparência é a de um game infantil: sobra sangue e membros voando a cada inimigo atingido. É um contraste interessante entre uma estética colorida e supostamente infantil com uma abordagem bem adulta. 

Os comandos também funcionam bem e você vai utilizar a alavanca direita do direcional analógico para mirar os tiros de Shine, o que acaba sendo meio complicado de início, mas melhora com a prática. De maneira geral, não há comandos complicados e o game aposta bastante na simplicidade.

Há também um outro aspecto de Rise & Shine que merece destaque: seu preço. No Xbox One, ele sai por R$ 29. A versão para PC, por sua vez, pode ser adquirida no Steam por R$ 27,99.

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